Jovens são estupradas e mortas ao saírem da igreja em Macaé RJ

O crime aconteceu no domingo passado e chocou a comunidade local
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Duas jovens foram estupradas e mortas no domingo retrasado (14) na cidade de Macaé, interior do Rio de Janeiro. Segundo a imprensa local Raissa Rosa da Silva e Érica de Souza Xavier voltavam da igreja quando foram atacadas por um ou mais criminosos.
A violência contra as duas jovens, que supostamente eram fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus, chocou a cidade. Uma delas foi morta com 14 facadas.
A polícia informou à imprensa alguns detalhes sobre o crime, entre eles que uma moto preta foi encontrada no local e que os corpos de Raissa e Érica foram vestidos com as roupas trocadas.
A investigação deve dizer se o abuso sexual aconteceu antes ou depois das facadas que vitimaram as duas meninas. O dono da moto foi preso e prestou um depoimento que deixou a polícia em dúvida sobre a participação ou não do homem no crime.
O suspeito afirmou que teve a moto roubada, mas não tinha feito boletim de ocorrência para informar o roubo e contou histórias que não bateram, segundo o delegado Carmelo Santa Lúcia.
“O suspeito apresentou algumas versões. Ele foi colocado dentro da viatura e foi levado pelo percurso que disse que fez antes de ser assaltado, mas as informações não batem. Além disso, ele está com um corte na mão, parece ser de faca, mas disse que foi golpeado quando teve a moto roubada. Disse que isso aconteceu quando já não estava mais sobre a moto, mas tem manchas de sangue na moto que encontramos. Então a história que ele apresentou não está batendo”, afirmou o delegado adjunto da delegacia de Macaé.
Na quarta-feira passada (17) um homem foi preso suspeito de ter cometido o crime contra as duas jovens evangélicas. A prisão foi feita depois que  a polícia divulgou uma foto da jaqueta que o criminoso estaria usando no momento do crime e outras duas vítimas de violência sexual o reconheceram.
“Nós temos a suspeita que ele seria o autor de outros crimes que são semelhantes”, afirmou Santalúcia. “Estamos reunindo todos os inquéritos e chamando todas as vítimas para que venham a delegacia para o reconhecer ou não”. Com informações G1.

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