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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Numero da besta e símbolo onde menos se espera

Veja  esta noticia e diga-nos o que acha... implantaria uma coisa dessas em si, eu não, não me acho com cara de animal ...

"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender , senão aqueles que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome"

Chip implantado no corpo substitui remédios e injeçõesChip implantado no corpo substitui remédios e injeções
Trinta e cinco bilhões de dólares foi o custo da farmacêutica Teva Pharm, uma das maiores empresas de Israel, para popularizar um modelo de chip que substitui remédios e injeções.
Sua aposta é que a parceria com a Microchips Biotech, que criou o dispositivo, poderá aposentar a necessidade de agulhas dolorosas e dos problemas decorrentes quando alguém esquece de tomar suas medicações de uso contínuo.
A Microchips está ligada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), um dos mais renomados do mundo. Do tamanho de uma unha, seu novo biochip pode ser implantado no corpo humano e programado para “injetar” medicamentos durante meses ou, se necessário, por até 16 anos. Isso seria indicado, por exemplo, para pacientes com câncer ou diabetes.
Faltam alguns detalhes, como a aprovação na agência reguladora de medicamentos dos EUA, mas o microchip deve chegar às farmácias em poucos anos. Pesquisas indicam que cerca de 125 mil pessoas morrem anualmente por terem dificuldades em controlar sua medicação.
Sob supervisão médica, o chip é implantado no corpo com as doses do remédio armazenadas em pequenos compartimentos, do tamanho da cabeça de um alfinete. O sistema é interativo, podendo ser programado via wireless por um aplicativo de celular. Tanto a frequência quanto a dosagem da medicação podem ser controladas.
A empresa divulgou resultado de testes feitos desde 2011 com pessoas que sofrem de diabetes e osteoporose. A resposta obtida comprova que ele substitui perfeitamente as injeções.
O chip da Microchips Biotech/ Teva Pharm não é o único do tipo, mas parece ser o que está mais perto de se tornar comercialmente viável. O uso do biochips pode parecer novidade, mas há cerca de 300 mil pessoas que já usam esses dispositivos no mundo todo.
Os mais comuns são usados para interagir com computadores, destrancar portas e ligar o carro apenas encostando a mão em um leitor. Várias empresas apostam que em breve eles irão substituir os cartões de credito em transações comerciais.
Um estudo divulgado ano passado mostra que 26% da população entre 18 e 50 anos estaria disposto a usar um chip implantado em seu corpo. Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população. Com informações de Tech Tudo e Prophecy News Watch

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