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domingo, 25 de junho de 2017

“Os antigos chineses adoravam o Deus da Bíblia”, diz pesquisador

Chinês e criacionista, Chan Kei Thong viaja pelo mundo e conta sobre seus trabalhos

Chan Kei Thong, um pesquisador chinês, tem viajado pelo mundo para falar de suas obras e pesquisas. Entrevistado no Brasil pela Agência Adventista Sul-Americana de Notícias, o cristão falou acerca de suas buscas que o levaram a concluir que os antigos chineses tinham, como crença, o Deus bíblico.
De acordo com o autor, que ficou sete anos pesquisando, seu trabalho confundiu-se com a necessidade de entender as raízes e história da civilização chinesa, e pelo preconceito que disse ter sofrido quando tornou-se cristão.
Ele disse sobre a hipótese. “A principal conclusão é que os antigos chineses, e estou falando em seu cerne, não as coisas no entremeio, mas em seu princípio, em seu cerne, os antigos chineses adoravam o Deus da Bíblia”.
“Eles O conheciam como um Deus pessoal, que está intimamente interessante em nós, com quem podemos ter um relacionamento, e que o perdão dos pecados está embutido na cultura chinesa”, conclui.
Chan disse que suas visões ainda não são notórias na China. “A China tem alguns milhares de anos de história. É como uma cebola, tem muitas camadas, então, se você tira apenas metade, você se depara com Confúcio, e muitas pessoas pensam em Confúcio como representante da cultura chinesa. Sim, se você olhar pra 2.500 anos atrás, mas antes disso você tem 4,5 mil anos de história chinesa, então o que eu escrevo é de 2 mil anos antes de Confúcio, que é o cerne”.
Ele acredita que seu trabalho colabora para uma visão mais positiva dos textos bíblicos.
“Os registros chineses nos ajudaram, uma vez que a civilização chinesa é tão antiga quanto o relato bíblico, por isso podemos ter confiança de que a Bíblia é corroborada independentemente pela história chinesa, e, portanto, temos a obrigação de ouvir e obedecê-la, pois ela tem informações precisas”, disse.

Benavente: atam touro a poste e pegam-lhe fogo

Ontem para grande tristeza minha recebi esta mensagem, e  acreditem eu fiquei estupefacto e super revoltado. Quando em pleno ano 2017 ainda existem pessoas que se comportam como completas bestas de Sodoma e Gomorra...

O evento “Touros de Fogo” – prática tauromática em que é ateado fogo aos cornos dos animais – é uma festa originária de Espanha, mas continuamente praticada em Benavente. Sim, aqui em Portugal.
Os especialistas recordam que esta é uma prática que apenas serve para causar “sofrimento físico e psíquico” aos touros – razão para a festa ter sido proibida este ano em Benavente, onde a autarquia informou várias associações de defesa dos direitos dos animais de que o evento não iria realizar-se. Além disso, de acordo com o PAN (Pessoas-Animais-Natureza), o “pedido de transporte dos animais foi indeferido pela DGAV”.
Porém, não contentes com esta decisão, um grupo de cidadãos daquela cidade decidiu desobedecer às ordens camarárias e à proibição decretada pela GNR: amarrou um touro a um poste numa das praças principais de Benavente e ateou-lhe fogo – situação perante a qual a GNR nada fez.
Como se não bastasse, os foliões ainda filmaram o acontecimento para imediatamente o publicarem nas redes sociais, acompanhado de uma provocação: “Para os antis que diziam que estava cancelada”.
Indignada, a associação IRA (Intervenção e Resgate Animal) denunciou o episódio nas redes sociais e gerou uma onda de revolta. Decididos a intervir, houve até internautas que conseguiram identificar o autor dos vídeos.
A IRA fez questão de confirmar, entretanto, com as autoridades a ilegalidade dos festejos e partilhou com os seguidores a informação oficial que recebeu do Comandante do Destacamento de Coruche da GNR, passada através do oficial de serviço do Comando Territorial de Santarém da GNR: “Não está autorizada a prática que denunciámos como ilícita, conhecida como ‘Touros de Fogo'”.
Perante as imagens evidentes, uma internauta ligou para a GNR a denunciar o caso e acabou tão incrédula com a resposta que recebeu como com os festejos: a agente que a atendeu recusou que o animal tivesse sido queimado e alegou que os cornos “tinham confetis” e não chamas. Confrontada com o vídeo, a mesma agente terá retorquido que os olhos da internauta “veem o que querem ver”.
Confetis ou chamas… veja com os seus próprios olhos:
vamos pegar fogo ... digo dar confentis  aos policias e a essa gentalha????
Fonte: buzztimes

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Achados arqueológicos comprovam relatos bíblicos de Êxodo

Museu Britânico em Londres tem peças que são descritas na Bíblia

Entre os estudiosos não há um consenso sobre por que não há provas inequívocas de registos arqueológicos mostrando como foi o período em que os judeus foram escravos no Egipto. Mais ainda, por que não há relatos sobre a saída deles e as pragas que antecederam o Êxodo.
Em geral, argumenta-se que os povos antigos não costumavam registar suas derrotas, apenas as vitórias. Contudo, o doutor John H. Taylor, curador do Departamento do Egipto no Museu Britânico em Londres, afirma que existem várias evidências que o relato bíblico é historicamente consistente.
No museu, por exemplo, há cerca de 20 tijolos de barro gravados com um selo real que diz “casa de Ramsés II”. Com três milénios de idade, eles ficam conservadas nos cofres subterrâneos do museu e não são exibidos ao público. Submetido a um teste de datação de carbono, ele pertence ao período de escravidão judaica no Egipto.

Taylor lembra que os israelitas não construíram as pirâmides, como normalmente se pensa. As pirâmides foram construídas cerca de 100 anos após a saída dos israelitas do Egipto. Mas há indícios que eles construíram cidades, com esses mesmos tijolos de barro misturados com palha. Isso ecoa os relatos dos primeiros capítulos de Êxodo.
Mural egípcio de trabalho.
No museu há ainda um mural mostrando como era a vida dos escravos no Egipto, que embora não use a palavra “judeus”, mostra que o processo de manufactura dos tijolos coincide com o período que os israelitas ali viveram.
O curador apresenta outra peça curiosa. Trata-se de uma barra de ferro de quatro metros de comprimento, em forma de cobra, encontrada em um túmulo numa pirâmide. A ponta do bastão tem forma da cabeça de uma naja, serpente comum no país. Possivelmente eram assim os bastões dos “encantadores egípcios”, mencionados em Êxodo 7:11-12.
Vara com cabeça de cobra.
Outra peça em exibição no museu é um “espelho de bronze”, que eram usados ​​pelas mulheres egípcias para embelezar-se. Sua existência é mencionada em Êxodo 38: 8, quando as judias entregaram todos os seus espelhos para que fossem feitas peças para o Tabernáculo no deserto. 

domingo, 18 de junho de 2017

TRAGÉDIA DE PEDROGÃO GRANDE


Antes de mais quero dar a todos os familiares das pessoas que pereceram nestes fogos, os meus mais sentidos e sinceros sentimentos.

Aos Bombeiros nos geral, são os nossos esquecidos Heróis, também os cidadãos incógnitos  que muitas vezes ajudam os bombeiros no ataque ás chamas infernais. Por fim todos os que não sabemos, mas fizeram a diferença e ajudaram pelo bem o cidadão Português...


Agora meus amigos, mesmo sem tempo para noticias parei meus estudos importantes porque não aguento a cara destes hipócritas que governam Portugal, mentirosos e falsos que nos querem atirar areia para os olhos... desde que se tem conhecimento Portugal nunca teve um Verão com temperaturas destas e segundo se sabe esses senhores que  vêm com palavras amistosas são os mesmos que nos matam e nos fazem mal...
Sabemos que têm usado o sistema HARRP  que influencia todo o sistema Meteorológico e Portugal não é  excepção ... Hoje para mim toda esta situação não passa de um assassinato premeditado, por parte desse senhores que depois vem com palavras mansas.

agora....
Várias pessoas já falaram do mesmo tem ai 2 exemplos vejam por si  mesmos



quinta-feira, 1 de junho de 2017

Solto, Caio Fabio diz que prisão foi “viagem missionária”

Pastor gravou vídeo afirmando que foram “dias de milagres, de graça e de maravilhas”

A prisão do pastor Caio Fábio D’Araujo Filho esta semana teve grande repercussão entre os evangélicos do país. Muitos afirmavam que a notícia era falsa, uma vez que seu ministério preferia não comentar o ocorrido. Contudo, acabou posteriormente sendo confirmada pela família.
Durante muito tempo um dos expoentes da igreja brasileira, o líder do Caminho da Graça, desde 1998 vê seu nome envolvido em um escândalo político que teve como articulador principal o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em áudios vazados na internet, no dia 24, Caio Fábio procura explicar a situação para as pessoas ligadas ao seu ministério. “Estou sendo conduzido para a superintendência da [Polícia] Federal e depois para a Papauda, num regime semiaberto. Não teve ainda nenhuma acção do meu advogado e eu mesmo estava absolutamente certo que esse era um processo vencido há muito tempo e acabado. Então, com toda tranquilidade, gostaria só que vocês informassem o pessoal da igreja…. o que aconteceu”, diz o material.
Dois dias depois, outro áudio, de autoria da pastora Adriana D’Araújo, confirmava a prisão de seu esposo, mas garantia que ele já estava fazendo um “trabalho evangelístico”, pois muitos detentos estavam pedindo para falar com ele. Ela também pedia aos membros da igreja que não comentassem o assunto, apenas orassem, pois o melhor agora seria “o silêncio”.
Liberado por um Habea Corpus, Caio Fábio postou um breve vídeo nas redes sociais onde mostra estar em casa, “na paz do Senhor”. Sem entrar em detalhes sobre os dias na prisão, afirmou que foi uma “semana de envio apostólico missionário”.
Segundo ele, tudo ocorreu para que cumprisse o que havia pregado na semana anterior, sobre os cristãos serem “cartas vivas”. Declarou que foram “dias de milagres, de graça e de maravilhas” e que teve um sinal singelo “que tudo aquilo foi apenas missão”.
Finalizou lembrando que pregará normalmente no domingo no Teatro Universa, onde sua igreja se reúne, mas não deu detalhes se falará sobre o cárcere.

Cronologia da prisão

O dossiê Cayman, como ficou conhecido, foi revelado as vésperas da eleição presidencial daquele ano. Ele continha dados sobre uma empresa e de contas que supostamente eram controladas por Fernando Henrique Cardoso, candidato à reeleição.
O conjunto de papéis também mostrava depósitos de US$ 368 milhões nessas contas, dinheiro arrecado por meio de propina recebida pela privatização de empresas do setor de telecomunicações.
Comentando o assunto ano depois, Caio Fábio dizia que Fernando Henrique o havia inocentado em depoimentos para o processo em 2005.
Contudo, em 2011, a Folha de São Paulo divulgou que o pastor fora condenado pela juíza Léa Maria Barreiros Duarte a quatro anos de prisão por ser considerado o autor dos documentos, mas ele não foi preso.
A condução para o presídio da Papuda, no Distrito Federal, só veio em 24 de maio de 2017, onde o pastor cumpriu apenas 4 dias. O site do Tribunal Superior Eleitoral dá conta que Às 12h43 do sábado (27), foi emitido um habeas corpus em favor de Caio Fábio pelo desembargador Carlos Eduardo Padin.

Arqueologia revela o que as pessoas comiam nos tempos de Jesus

Escavações mostram que tradição religiosa era observada pela população

A população de Jerusalém nos dias de Jesus mantinha a dieta prescrita na Bíblia e comiam principalmente carne de ovinos, enquanto gado e galinha eram bem menos comuns. Os   arqueólogos da Universidade de Tel Aviv encerraram este mês a pesquisa mais ampla já realizada sobre o tema.
Durante mais de três anos, eles investigaram o que seria um antigo “lixão” na área conhecida como Cidade de Davi, usado dois mil anos atrás, nos tempos em que Jesus pregava pela cidade.
Liderada por Abra Sapiciarich e com supervisão dos doutores Yuval Gadot e Lidar Sapir-Hen, o relatório da escavação foi publicado pela Revista Científica do Departamento de Arqueologia da Universidade de Tel Aviv.
Gadot revela que o material estava em um terreno distando cerca de 800 metros do monte do Templo. O lixo jogado no local mostra os hábitos durante a ocupação romana. Havia mais de 12 mil ossos, dos quais 5000 foram identificados e analisados.
Eles comprovam que a dieta era kasher, observando as orientações do livro de Levítico, basicamente a mesma que os judeus praticantes seguem até hoje. “Não encontramos nenhum osso de porco ou restos de conchas [ambos proibidos] e descobrimos que 70% a 80% dos ossos eram de ovelha ou cabra.”, afirma Gadot ao Jerusalem Post.
“Você também pode ver pelas marcas nos ossos como eles foram mortos”, ou seja, seguindo a forma ritual kasher.
“Foi uma surpresa não encontrarmos restos de ossos de pombos, embora saibamos que eles eram criados em larga escala na cidade”, enfatizou. “Em outros depósitos de lixo antigos pertos do monte do Templo, pesquisas anteriores encontraram muitos deles, o que comprovam que nunca foram parte da alimentação, sendo usado apenas para os sacrifícios no Templo”.
Gadot ressalta que os judeus do tempo de Jesus não comiam apenas carne, uma vez que os arqueólogos encontraram uma grande quantidade de frutas, vegetais e grãos, incluindo muitos figos, tâmaras, trigo e cevada. Uma análise mais profunda sobre isso será feita a partir de agora.
Um aspecto que chamou atenção da equipe é o fato do corte ingerido pela população revelar que a maioria era “classe média”. “As melhores partes dos animais não eram consumidas, mostrando que não eram nem ricos nem muito pobres. As marcas distintivas indicam que os animais eram mortos no mesmo lugar, provavelmente um matadouro dentro de Jerusalém.
A pesquisa sobre os hábitos dos antigos moradores de Jerusalém, permite aprender sobre o seu modo de vida.  Além de restos de comida, o aterro possuía moedas e pedaços de cerâmica. Todas essas peças foram enviadas para o laboratório da Autoridade de Antiguidades de Israel.
Esse tipo de achado possui um significado especial no momento em que a UNESCO, seguindo uma tentativa de revisionismo histórico liderado pelos palestinos, tenta mostrar que os judeus não possuem ligações históricas com Jerusalém. O tipo de alimentação e a maneira como ela era preparada [kasher] é só mais uma prova inequívoca que a região era habitada por judeus observantes das leis religiosas da Torah.

Ciencia

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