Familia Mestre


Olá.... desta vez e para ser diferente vamos postar, informações sobre a Família Mestre. A pedido de um de nossos colaboradores e amigo, aqui do Portugal Misterioso... Também visto, que nos dias de hoje tudo é a pagar, vamos facilitar aí no que conseguirmos e escarrapachar aqui, esperemos que seja útil aos Mestre por esse mundo a fora...
A primeira informação que obtivemos sobre a família, foi seu Brasão Português e simbolismo, vejamos:
Brasão
Família Mestre
Historia e origem de sites de Internet:
Mestre -GEN. Apelido de que se desconhece a origem. A.L. e A.P.B. Dizem que havia uma família com este apelido em Beja. AL. refere que o mais antigo que se conhece naquela cidade era Pedro Mestre, senhor de várias fazendas e instituidor de uma capela, que deixou a seu filho Gaspar Mestre com cláusula de não a vender ou abandonar, ainda também teria como obrigação de 7 missas rezadas na igreja do Salvador,de Beja, para cujo cumprimento ficou vinculado um ferragial sito no rossio da mesma cidade junto da igreja de S. Catarina. Desta familia não se encontra mais noticia.
Outras informações:
A.P.B., dizendo em nota que está convencido de que nunca foram usadas suas armas em Portugal... Sabe-se também que em Espanha existia uma familia de apelido De La Maestra de armas iguais, que segundo N.A. fez parte dos 33 cavaleiros que povoaram a cidade da Barca quando a tomaram aos Mouros. Um destes cavaleiros da familia Galeote, casou com uma filha de um mestre da ordem de Calatrava, que tinha uma alcunha de Maestra, e que seus filhos continuaram a usar esta alcunha como apelido. As suas armas eram iguais ás descritas atrás.
Durante a investigação sobre o nome desta família conseguimos apurar o seguinte:
Na Heráldica Hispanica
Brasão da familia Maestre
Armas: De ouro, uma águia estendida de negro, acantonada de 2 flor-de-Lis em azul e 2 carvalhos de verde, alternados. Timbre: a águia do escudo. Argote de Molina disse que esse mesmo escudo tem formação no da família Galeote
Ver mais a baixo:família Galeote
Ver mais a baixo:família Galeote
Maestre, Mestre, Maestra e Maestro são formas do mesmo nome. De acordo com o que
indica Piferrer e reflete no trabalho dos irmãos. Garcia Carraffa, trata-se que o nome
Maestre surgiu na França.
Diz-se que em 1575, Henrique III, Rei de França, criou seis Grandes Mestres de florestas e
águas, dando grande importância para a posição. Um dos senhores nomeados foi para Portugal, onde
casou com uma senhora da família Galeote, deixando seu sobrenome, adoptado Maestre.
Um descendente deste senhor, foi outro Maestre, nos anos de 1715 decidiu
mudar-se para Espanha para se estabelecer em Puebla de Sanabria (Zamora), dando origem à família chamada Mestre, assim, que a difusão desse nome está localizado na província Zamora.
Argote de Molina, José Guerra e outros, modificaram a versão anterior e diz que o nome em questão, provém de uma filha de Torres Gomez Vazquez, cavaleiro de sangue real
Leão e Galiza, Maestre de Calatrava, para o que foi chamado de "o Mestre". Esta senhora terá
casado, com um senhor da casa de Gomez, Castela Velha, e teve vários filhos, que
também terão adotado nome de Mestres, e foi modificado...
Maestre, Mestre, Maestra e Maestro, Argote de Molina acrescentou que o Mestre vem
Linhagem Galeote, com efeito, por isso eles usaram as mesmas armas e do Arco do Alcázar Viejo
Baena, viu o seu escudo.
Segundo Garcia Carraffa em uma patente de nobreza dado pela Chancelaria Real de Granada, em 7
Fevereiro 1551, diz-se que os nobres desta linhagem, vizinhos Alcazar de Baeza, desceu
um dos homens 33 foram feridos.
A questão é saber qual das duas versões anteriores é verdadeira: o Cavaleiro
Francês ou o Mestre de Calatrava. O que parece claro é que a origem deste nome é
encontrados, especialmente em lugares Zamora, descartando outros como berços possíveis de linhagem.
Além disso, esta é difundido em Espanha, especialmente na área central.
Nota:Traduzido do espanhol
Brasão da Familia Espanhola Galeote
Brasão: primitivas, segundo Lozano e Lezcano: Em campo de ouro, uma águia estendida de negro.
Informações sobre o nome:
Antiga linhagem originários das montanhas de Burgos. Seus cavaleiros estavam entre os primeirosconquistadores de Baeza, onde se instalaram, vendo as suas armas no arco do Viejo Alcázar. Ele
encontrado mais tarde na conquista de residência no México e em Los Angeles (USA.)
Pedro Lezcano, disse Juan de Mariana e Valdivia, Prior de Santa Cruz e Professor de
Universidade de Baeza, uma vez que ele enviou relação manuscrita, que afirmou que
o Galeote da Espanha veio de Milão e Nápoles, na Itália, e nós todos descendentes de um
valoroso cavaleiro, parente do rei de Castela Afonso X, o Sábio, que assumiu a responsabilidade
caráter muito pessoal e privada dos serviços acima mencionados, atingindo deseja usar para
ausência de Castela, quando soube que seu filho, o Infante D. Sancho, havia tomado a
reino, uma galera que mesmo cavalheiro tinha construído em Cartagena. Assim, diz o
Este autor, foi chamado Galeote. Apenas uma curiosidade reproduzir esta versão.
Como dizemos acima, Galeote estabeleceu-se em Baeza de sua conquista, um dos
Alonso conhecido cavaleiros Galeote, fidalgo descendente de um dos 33
senhores a quem o rei D. Alfonso X deu a guarda do Alcázar. Sra. Leonor tinha casado de17/09/12
Navarrete, sua filha ser a Sra. Marian Galeote e Navarrete, esposa de Pedro de Acuña e
Valenzuela. Com sucessão. Nesta casa de Baeza, foi:
I. Rodrigo Galeote, um nativo de Baeza, que se casou com a Sra. Maria Corquera, nascido em Orduña
(Vizcaya), e foram pais de
II. Galeote e Corquera Francisco, Baeza natural que sua esposa Sra. Jerónima Morata,
Ubeda naturalmente, teve de
III. Rodrigo Galeote e Morata, um nativo de Baeza e Cavaleiro da Ordem de Calatrava, em que
juntou-se em 1645.
Galeotti de Nápoles, declinou:
I. Juan Bernardino Galeotti, natural de Nápoles, casado com a Sra. Portia Blet, da mesma natureza.
Desta união nasceu
II. Mario Galeotti e Blet, natural de Nápoles, que se uniu em matrimônio com a Sra. Eleonora Toraldo,
da mesma natureza, e foram pais de
III. Mario Galeotti e Toraldo, natural de Nápoles e Cavaleiro da Ordem de Calatrava, com data
Janeiro 1619.
Nota:Traduzido do espanhol
A restante informação não estará traduzida por acharmos melhor
Heráldica del apellido![]() |
| Apellido de origen catalán. Equivalente al castellano Maestro ( Del latín magister,-tri " jefe, director, el que enseña" ). Es del tipo de apellidos que derivan del cargo, posición u oficio de sus primeros poseedores. Puede presentarse como Mestre, o en plural Mestres. Algunos tratadistas señalan que es de origen gallego del tipo toponímico, por haber sido tomado por el progenitor del linaje del lugar del que era originario, en este caso la aldea que con este nombre se encuentra en la provincia de Lugo. También hay quien le atribuye origen francés. La generalidad de los autores, se inclinan más por el origen catalán. El apellido Mestre, como el de Mestres abundan por España y América hispana y siempre vieron su nobleza reconocida por los Estamentos Reales. También ,aunque en menor número, existe el apellido Mestre en países como Italia, Francia y Portugal, pero posiblemente no tengan un origen común, habiéndose originado de forma independiente en cada país. Desde el siglo XV aparece ya el apellido en documentos de Barcelona. En marzo de 1439 el venerable Guillermo Mestres era procurador Real de dicha ciudad, y Antonio Mestres, del Consejo General, en 1441. En el siglo XVII era Notario Francisco Mestres. Jeronimo Mestres fue nombrado el 8 de noviembre de 1704, por el Rey Carlos III , sargento mayor de su Real Guardia catalana. |
Ordem de
Calatrava
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Emblema da Ordem: uma cruz grega e flores-de-lis nas extremidades.
No ano de 1150, Afonso VII de Castela doou à Ordem dos Templários os domínios e o Castelo de Calatrava,
no rio Guadiana,
para os defenderem das arremetidas dos Mouros.
Abandonado pouco depois, só no tempo de Sancho III de Castela o castelo voltou a
ser ocupado pelo abade D. Raimundo e
mais alguns monges que seguiam a regra da Ordem de
Cister. Por essa época, o número de cavaleiros da Ordem
aumentou rapidamente, e o Papa reconheceu a Ordem de Calatrava em 1164.
Tendo alguns frades da nova Ordem
vindo a radicar-se em Évora,
em Portugal,
em 1211, D. Afonso II (1211-1223)
doou-lhes os domínios de Avis,
e acredita-se que, já nessa época, a Ordem
portuguesa de Avis tivesse
um estatuto independente, embora continuasse subordinada à castelhana.
A insíginia da
Ordem é uma cruz floreada de vermelho, no hábito.
Os 300 Cavaleiros
Primeiros castellanos em Andalucia
Primeiros castellanos em Andalucia
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