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domingo, 31 de maio de 2015

Tábua Ouija: necromancia e invocações demoníacas

Invocar demonios ouija
A Tábua Ouija é um tabuleiro muito simples feito de madeira com as letras do alfabeto, números e as palavras “sim” e “não” impressas ou gravadas nele. Em geral, o tabuleiro é utilizado como um método de necromancia para se comunicar com os mortos ou com os espíritos que vagam pelo plano astral, isto segundo a ideia de muitos...
Embora a tábua na total realidade não seja muito conhecida,  nós em Portugal temos como brincadeira, o uso do copo e a da moeda, que funcionam quase da mesma forma.
Em ambas, os participantes do jogo fazem perguntas aos "Espiritos", colocam os dedos indicadores  sobre o objecto e ele se move dando as respostas. Entretanto, é necessário seguir algumas regras e cumprir uma espécie de "ritual" para invocar os espíritos.
Existem milhares de histórias que envolvem o uso da tábua de Ouija, sendo que os especialistas em espíritos insistem que ela não deve ser utilizada como um simples jogo infantil. Porém, não há muitas pesquisas científicas que comprovem ou desmistifiquem essas narrativas fantasmagóricas.
Todavia, Hollywood adora aumentar o suspense por trás desses “brinquedos do além”. Se você já assistiu ao filme “Actividade Paranormal” ou ao clássico “Exorcista”, deve saber muito bem as consequências de brincar com os mortos. Além disso, em breve vai estrear um filme dirigido por Michael Bay inteiramente dedicado ao tabuleiro Ouija – talvez os objectos explodem ao se mexer. lol

As regras do jogo:
Em primeiro lugar, se você não tomar cuidado com quantos ou quais espíritos você convida, qualquer entidade do plano astral (principalmente do mais baixo) pode ser invocada. Esses espíritos podem ser de pessoas que foram assassinadas ou que perderam suas vidas em acidentes. Portanto, eles podem apresentar comportamentos violentos.
Outra coisa importante é não fazer piadas ou brincadeiras enquanto estiver utilizando o tabuleiro ou realizando alguma pergunta, pois isso pode deixar os espíritos zangados. Também é importante nunca pedir para que a entidade dê uma prova de sua existência ou faça algo sobrenatural.
Podemos invocar demonios ouija
Os especialistas em fantasmas informam que os espíritos podem enganar os jogadores e arrumar uma forma de entrar no mundo físico. Caso isso aconteça, pode ser muito difícil conseguir fazer com que eles retornem para o plano astral, o que os força a permanecer na Terra durante um indeterminado período de tempo.

Todo cuidado é pouco!

Contudo, os especialistas dizem que não é a tábua em si que é perigosa, uma vez que ela não invoca os espíritos. Na verdade, eles estão fora do tabuleiro e sempre próximos de todos nós. Logo, se algo der errado durante a sessão, destruir o objecto pode não valer de nada, pois os fantasmas não possuem nenhuma conexão com ele.
Quando você estiver pronto para terminar o “jogo”, avise o espírito, agradeça-o respeitosamente por todas as respostas fornecidas e mova a prancheta para se despedir. Caso ele deseje permanecer e “ajudar você um pouco mais”, você deve dizer: “Adeus e saia!”, em uma voz firme.
Isso não é tudo: você tem que se assegurar de que o espirito já parou de responder, e então você pode fechar a tábua. Caso você não termine a sessão como o explicado, podem ocorrer resultados inesperados e até mesmo os bons espíritos podem ficar agitados. Portanto, é melhor seguir as instruções para não se meter em problemas.

A ciência explica

Embora muitas pessoas tenham medo, segundo os cientistas o movimento involuntário do objecto utilizado como indicador de respostas no tabuleiro Ouija não representa nenhuma conexão com o mundo espiritual. Porém, eles admitem que é possível fazer movimentos sem perceber que é você quem os está realizando.
Portanto, tanto na brincadeira do compasso ou do copo ou na tábua de Ouija, não são os espíritos que estão movendo o objecto, são as próprias pessoas que o estão segurando. Esse fenômeno é chamado de efeito ideomotor. Ele consiste na influência da sugestão sobre os movimentos corporais involuntários e inconscientes.
Você pode conferi-lo com os próprios olhos ao amarrar um peso, como um anel ou um botão, em um barbante (de preferência com mais de 30 cm). Em seguida, segure a ponta do barbante com os braços esticados à sua frente para que assim o peso possa balançar livremente. Tente manter o braço completamente parado. Repare que o peso vai começar a rodar em sentido horário ou anti-horário em pequenos círculos.
Não comece esse movimento por conta própria. Em vez disso, se faça uma pergunta – pode ser qualquer coisa. Considere que o peso vai se mover no sentido horário para responder que “sim” e no anti-horário para responder que “não”. Mantenha esse pensamento na cabeça e, em breve, mesmo que você tente não fazer nenhum movimento, o peso vai começar a rodar e responder às suas perguntas.

Mas e os espíritos?

Seria magia, fantasmas ou espíritos atormentados? Não, apenas o milagre da consciência. Não há forças sobrenaturais trabalhando na tábua de Ouija, só há pequenos movimentos que você está fazendo sem perceber. Logo, o barbante permite que o movimento seja exagerado, enquanto a inércia do peso possibilita que ele permaneça e se transforme em um círculo completo.
Esse efeito é chamado de Pêndulo de Chevreul, o qual foi pesquisado pelos cientistas após o século 19. O que acontece aqui é que você está testemunhando o movimento (do peso), mas sem se dar conta que você é o responsável por ele.
O mesmo fenômeno básico corresponde à tábua de Ouija, ao jogo do copo e à brincadeira do compasso, no qual uma pessoa ou várias seguram um objecto e ele se move de acordo com as perguntas feitas.
Esse mesmo efeito também foi comprovado em um triste caso da criação de um “facilitador de comunicação”. Nele, os cuidadores acreditavam que poderiam ajudar as crianças com graves incapacidades a se comunicarem por meio de um teclado. Entretanto, os cientistas provaram aos cuidadores de que eram eles que – de forma completamente inocente – digitavam as mensagens, em vez de interpretar os movimentos das crianças.

O poder do cérebro

O fato mais interessante sobre o fenômeno é o que ele nos diz sobre a mente humana. Afinal, se podemos fazer movimentos sem perceber, então não deveríamos estar tão confiantes na execução de outros sobre os quais temos a plena consciência de que são realizados por nós.
Nas circunstâncias certas, você pode fazer com que outras pessoas acreditem que tenham causado algo que na verdade é proveniente de uma razão completamente independente. Isso é algo não tão difícil de acreditar, visto que algumas pessoas pensam que só começou a chover porque esqueceram o guarda-chuva ou que algumas coisas ruins só acontecem com elas.
Você pode ler mais a respeito no livro “The Illusion of Conscious Will”, escrito pelo psicólogo Daniel Wegner. O autor defende que nosso senso comum em acreditar que temos controle sobre uma acção é uma ilusão ou, se você preferir, uma construção. Os processos mentais que controlam directamente os nossos movimentos não estão conectados àqueles que compreendem causa e efeito, explica Wegner.
A situação não é como em uma estrutura de comando/controle igual ao que acontece em um exército disciplinado, em que um general dá ordens às tropas, elas executam a acção e ele recebe um relatório dizendo: “Senhor! Está feito. A mão direita entrou em acção”. O conceito é mais parecido com um colectivo organizado: o general pode transmitir os comandos e ver o que acontece, mas ele nunca está seguro sobre o que levou à acção.
Em vez disso, assim como ocorre com todas as pessoas, nosso consciente (o general nessa metáfora) precisa utilizar alguns princípios para descobrir quando um movimento é realizado por nós. Uma dessas tácticas é determinar que a causa precisa ser consistente com o efeito.

Eu juro que não fui eu!

Se você pensar: “Eu vou mover minha mão” e ela se mexe, automaticamente seu cérebro passa a sensação de que esse movimento foi causado por você. Todavia, esse princípio falha quando o pensamento é diferente do efeito, tal como acontece no Pêndulo de Chevreul ou na tábua de Oujia.
Caso você pense: “Eu não estou movendo minha mão”, você está menos susceptível a conectar qualquer pequeno movimento feito por você, mas com uma grande abrangência visual. Ou seja, você está mais vulnerável a acreditar que os espíritos “falaram” por meios misteriosos do que a considerar que seu corpo se mexeu sozinho.
Invocar demonios con la ouija
Talvez isso explique o costume que as crianças têm de gritar “Não fui eu” logo após quebrar alguma coisa. Eles ponderam consigo mesmo: “Eu só vou dar um empurrão...” e, quando o objecto cai da mesa e quebra, eles não sentem que foi algo que eles fizeram.

fonte???

Criança de 5 anos é decapitada durante cerimônia religiosa

Feiticeiro acabou sendo linchado pela população
Criança de 5 anos é decapitada durante cerimônia religiosaKali, deusa hindu da morte.
A maioria da população da Índia segue o hinduísmo. Em várias partes do país existe perseguição aos cristãos. Contudo, um caso extremo veio reascender naquela nação o debate sobre “liberdade religiosa”.
Uma criança foi decapitada durante um ritual. Sanatan Bag, de apenas cinco anos de idade, foi atraído até à casa de Nanu Mirdha. O feiticeiro mantinha um templo improvisado, onde decidiu oferecer a criança como uma oferta à Kali, deusa hindu da morte. A tragédia ocorreu numa pequena aldeia no estado de Assam, nordeste da Índia.
Segundo o pai do menino, Sajan Bag, Sanatan foi atraído com chocolates por Mirdha que o decapitou em frente do altar.  Quando a família ficou sabendo do ocorrido, incitou os demais moradores do local.
Os habitantes da aldeia revoltaram-se após o corpo ser encontrado numa poça de sangue e espancaram Nanu Mirdha, que veio a morrer. O chefe de polícia local, Sajukta Parasar, afirma que após matarem Mirdha a pauladas, sua casa foi incendiada. O local foi interditado pela polícia, que recolheu dezenas de imagens de deuses e vasto material religioso do local.
Nas regiões mais remotas do país, sacerdotes hindus são consultados sobre tudo, desde conflitos conjugais a problemas de saúde, e afirmam ser capaz de canalizar as energias do universo para resolver os problemas. É normal que algum tipo de pagamento seja feito aos deuses consultados, mas em geral isso inclui dinheiro ou apenas a morte de algum animal.
Infelizmente, o caso do menino não é único. O número exato de sacrifícios humanos realizados na Índia a cada ano é desconhecido, mas as autoridades reconhecem que são centenas, quase sempre associados a obtenção e poder espiritual.
A deusa Kali muitas vezes é representada usando um colar de crânios e segurando uma cabeça cortada.  Há muito tempo o governo indiano é acusado de encobrir casos, tornando a verdadeira dimensão do problema difícil de determinar. Com informações de Daily Mail

Charlie: Possessão demoníaca, divulgação de filme ou apenas brincadeira?

Charlie: Possessão demoníaca, divulgação de filme ou apenas brincadeira?Charlie: Possessão demoníaca ou brincadeira?
Assim como muitas “lendas urbanas”, a brincadeira “Desafio Charlie, Charlie” começou a se espalhar por todo mundo via redes sociais. Em poucos dias, o assunto já gerava polêmicas em diversos países.
A ideia de “invocar espíritos” através de jogos é antiga. Anos atrás havia o chamado “jogo do copo”, na Europa e nos EUA é conhecido como o tabuleiro de Ouija. Basicamente todos tentam explorar o mesmo princípio de que existem espíritos de pessoas mortas ao nosso redor e podemos nos comunicar com eles.
Contudo, mais que uma versão para o Charlie surgiu. Circulam na internet centenas de vídeo que mostram como funcionaria a invocação. Um lápis ou caneta é cruzado sobre outro e as palavras “sim” e “não” escritas no papel que fica por baixo em forma de cruz. Faz-se perguntas ao “espírito” e a caneta ou lápis cairia sobre a resposta. O espírito que atende pelo nome de Charlie seria o de uma criança mexicana falecida em situação trágica.

Charlie é personagem de um filme de terror?

Rapidamente apareceu a versão que tudo não seria mais que um viral falso, usado para promover o lançamento do filme de terror ‘A Forca‘ (The Gallows). Como era produzido por Jason Blum, famoso pela série de longas ‘Atividade Paranormal’ e ‘Sobrenatural’, que usavam filmagens amadoras na intenção de mostrar aquilo como algo verdadeiro.
No filme da Warner Bros., o início mostra a morte do jovem protagonista, Charlie num acidente durante o ensaio de uma peça de escola. Vinte anos depois seu espírito volta para aterrorizar a todos.
Surgiram explicações mais “científicas” como as que alegam que a vibração da voz de quem faz as perguntas é o suficiente para mover a caneta que já está em desiquilíbrio. Ou seja, é física pura que a gravidade eventualmente atrairá a ponta de uma das canetas para baixo.
rede de TV inglesa BBC fez uma investigação sobre a origem da brincadeira e mostra que, ao contrário do vem sendo divulgado, não é uma brincadeira tradicional do México, mas pode ser vista como uma versão moderna do “jogo da lapiseira” que existe há séculos na Espanha.

Charlie nas escolas

Seja como for, a brincadeira foi levada a sério em muitas escolas do Brasil. Há diferentes relatos de crianças que passaram mal após jogarem e algumas pareciam “possuídas”.
No Amazonas, a TV local mostrou que alunos da Escola Estadual José Carlos Mestrinho, em Manaus, fizeram o jogo no horário do intervalo. Vídeos postados na internet mostram outros alunos da escola passando mal. “Ela estava se delirando, não falando coisa com coisa, falando que não era para deixar ninguém levá-la”, relata uma aluna. Em outros países, a brincadeira foi proibida nas escolas.

Charlie é um demônio

A coisa ficou mais séria quando um padre-exorcista do Vaticano resolveu fazer um alerta contra a invocação. O sacerdote católico espanhol José Antonio Fortea, falou ao jornal  britânico The Mirro rque espíritos realmente podem aparecer se invocados, mas que “ninguém vai gostar do que vier em seguida”.
“As pessoas realmente podem sofrer as piores consequências por causa desses demônios”, alerta. Além de acreditar que espíritos do mal estejam por trás do “jogo”, afirma que não é impossível que se aproveitem disso e hajam possessões.
Até o momento, nenhum pastor brasileiro de renome veio a público se manifestar sobre o assunto. Para quem acha que é só mais uma “bobagem” da internet, o jornal Washington Post fez um levantamento mostrando que os vídeos da brincadeira são os mais compartilhados pelo aplicativo Vine na última semana.
No Twitter, o termo #CharlieCharlieChallenge foi utilizado mais de 1,6 milhões de vezes em um único dia. Mais pessoas estão pesquisando por “Charlie Charlie” no Google do que praticamente qualquer outra notícia.

O diabo vai usar essa armadilha

O pastor Fernando Betancourt, na República Dominicana afirma que o verdadeiro nome do jogo é “O Mensageiro do Diabo”. Para ele, os cristãos não deveriam se envolver nessa prática, pois pode abrir uma “porta para Satanás”.
Esta semana, o pastor Douglas Guimarães publicou um vídeo na internet sobre o assunto.  Para ele, a Bíblia condena esse tipo de invocação. “O diabo vai usar essa armadilha”, alerta. Sugere que ao invés de ficarem brincando de invocar espíritos, os jovens devem ler a Bíblia.

sábado, 30 de maio de 2015

Experiências terríveis no Charlie Desafio . o Demonio

Aterradoras experiencias en el reto Charlie Charlie Challenge
Experiências terríveis Charlie Charlie Desafio Desafie
Internet foi invadida nas últimas 48 horas, com vídeos de pessoas que são na sua maioria adolescentes, a fim de invocar um demônio mexicano chamado Charlie através da realização de um "antigo ritual mexicano" e que este é necessário e dois lápis um papel. Em apenas dois dias, mais de dois milhões de pessoas já participaram do #CharlieCharlieChallenge chamada.

Como discutimos no nosso artigo "Charlie Charlie Desafio, o jogo diabólico para chamar uma entidade demoníaca em mídia social" começou quando um usuário do Twitter postou um vídeo chamado onde tentando chamar uma entidade demoníaca chamado Charlie. Rapidamente os principais meios de comunicação ecoou esse novo fenômeno viral que na maior parte foi alegado que uma nova fraude na Internet foram feitas. Mas um número crescente de especialistas na área para garantir que esta nova prática aparentemente inofensiva esconde um propósito sinistro, invocar entidades demoníacas reais, com a única intenção de manifestar em nossa realidade.

E surpreendentemente, esta prática não é nova, desde o início de 1970, a Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Toronto (TSPR) tentou mostrar que algumas manifestações fantasmagóricas e fenômenos poltergeist são produtos da mente humana, esta pesquisa foi chamado de " Philip experimento ". Para testar essa idéia, eles encontraram um grupo de pessoas para criar um personagem completamente ficcional e, em seguida, através de sessões espíritas, entre em contato com a agência. O resultado foi fenómenos que poderiam ser explicados cientificamente. O que aconteceria se milhões de pessoas tentam chegar a algum tipo de entidade demoníaca de ficção?

Um fenômeno além da realidade

Para aqueles que ainda não sabem Charlie Charlie Desafio, o jogo é formar uma cruz com dois lápis em um pedaço de papel com escritos "sim" ou "não" palavras nas linhas criadas pelas lápis. Os participantes têm de invocar a suposta entidade pedindo a seguinte pergunta: "Charlie, Charlie, você está aqui" E se eles recebem uma resposta positiva, os participantes podem continuar a sessão com perguntas a entidade demoníaca.

Até agora, ninguém sabe as origens de Charlie Charlie Desafio, mas muitas pessoas têm reclamado que é parte de um "antigo antigo ritual mexicano". Mas, apesar da alegação de que Charlie tem origens mexicanas, alguns historiadores dizem que não faz parte do folclore mexicano e provavelmente foi criado por americanos.

"Lendas mexicanas, muitas vezes vêm da antiga história dos astecas e os maias, ou as muitas crenças que começaram a circular durante a conquista espanhola", disse Maria Elena Navez a BBC News. "Na mitologia mexicana pode ser encontrado deuses com nomes como" Tlaltecuhtli "ou" Tezcatlipoca "na língua Nahuatl. Mas se essa lenda começou depois da conquista espanhola, tenho certeza que ela teria chamado "Charlie" (Charlie em espanhol). Demônios mexicanos são invenções americanas. "
Aterradoras experiencias Charlie Charlie Challenge
Charlie Charlie desafio experiências assustadoras

De acordo com a teoria avançada por Maria Elena Navez, este jogo seria uma mera invenção dirigida a milhões de jovens de todo o mundo, mas isso não significa que as experiências não são reais. Como discutido acima, o experimento Philip mostrou que era possível perceber uma empresa a partir do zero, de modo que no momento em que milhões de pessoas se materializaria em nossa realidade uma entidade demoníaca.

Experiências assustadoras

Adolescentes de todo o mundo têm respondido ao desafio com resultados terríveis que vão desde sussurros misteriosos, arranhões, objectos em movimento em seus próprios e espelhos quebrados depois de ver o vulto escuro de um homem com os olhos vermelhos. Segundo Mirror Online, aqueles que afirmam ter visto a figura misteriosa têm descrito de maneira diferente, com alguns sugerindo que pode ser sombras escuras, eliminação de Alamas. Zodyy Lanae, uma jovem mulher do Texas, disse que se sentiu "presença desconfortável e uma sensação de queimação na mão, costas e pernas" ao praticar o desafio, antes da reunião com a figura sombria de um homem com os olhos vermelhos.

"Nós nos sentimos como se estivéssemos cercados pelo mal e estavam sendo observados", disse Zodyy.

Scarlett Orlando residente da Austrália, disse que viu uma figura negra aterrorizante que a deixou paralisada temporariamente.

"Eu fiz isso com meus amigos na escola, mas não funcionou, então quando eu cheguei em casa naquele dia eu fiz", disse Scarlett para  o Mirror Online. "Naquela noite eu acordei por volta de 03:00 e foi ao banheiro. Eu olhei para o quarto dos meus pais e claramente viu um enorme aranha negra. Entrei em pânico e fechou a porta do meu quarto. Mas quando me virei eu encontrei uma figura negra em pé na frente da minha porta. Não podia me mover, eu senti como se estivesse paralisada. Eu queria gritar, mas não podia. Depois de alguns segundos, finalmente passou por minha cama. Corri para o quarto da minha irmã e começou a chorar. O resto da noite eu me senti como se algo estivesse me olhando e eu odiava isso ".
Experiencias reto Charlie Charlie Challenge
Charlie Charlie -  O  Desafio

Mas Arianna Lynn Ohio, diz que se comunicava com o fantasma de uma criança depois de invocar o diabo.

"Minha TV estava ligada e começou a fazer barulhos estranhos, como se alguem fala-se, mas eu não entendia", disse Arianna. "Então, ouvi um som alto e, em seguida, parou completamente e eu não podia virar a minha TV por 30 minutos. Era estranho. Foi quando eu ouvi a voz de uma criança dizer: "Porquê é que não me ajudas?
" E na outra noite eu ouvi a voz de várias crianças pequenas pedindo para ajudá-los. Foi surpreendente e estranho. "

A conspiração global

Como discutido acima, o experimento mostrou que Philip entidades paranormais como demônios, espíritos ou fantasmas pode manifestar-se através da imaginação e visualização. Investigadores paranormais dizem que por trás deste jogo viral inofensivo e um objecto sinistro para invocar poderosas entidades demoníacas reais escondidas.

E a verdade é que não importa se "Charlie" é real ou não, como esses demônios precisam da energia fornecida por seres humanos inocentes. Não se trata de crenças religiosas, e que a invocação dessas entidades no futuro iminente irião desencadear um apocalipse real na Terra. De acordo com alguns médiuns de 2017 é a data prevista para a humanidade em uma era de escuridão jamais visto na história. Então Charlie  Desafio seria muito mais do que um novo fenômeno da Internet viral, pelo contrário, seria o último passo para aderir à nossa realidade determinadas entidades demoníacas.

Ateus obtém vitória política e ensino do criacionismo é proibido na Escócia

Governo escocês tira Deus da sala de aula
Ateus obtém vitória política e ensino do criacionismo é proibido na EscóciaGoverno da Escócia tira Deus da sala de aula
Oficialmente, a maior parte da população da Escócia é formada por cristãos. O país foi berço de um movimento missionário de alcance mundial no início do século 20. Pouco mais de cem anos depois, o percentual de cristãos caiu para pouco mais de 66% em 2001 e no ano passado chegou a 55%. Há muita incerteza entre os membros da igreja.
Nas igrejas protestantes (evangélicas), 23% dos entrevistadosdisseram não acreditar que Jesus foi alguém real, enquanto 14% dos membros da Igreja Católica pensam o mesmo.
Talvez por isso teve pouca repercussão o fato de o ensinamento sobre o criacionismo ser proibido nas escolas do país. Seguindo uma decisão já tomada pelos governos da Inglaterra e do País de Gales, acabou a tradição de se apresentar a ideia que Deus criou o mundo como válida.
Depois de anos lutando na justiça, o grupo ateista Scottish Secular Society (SSS), comemorou. Paul Braterman, conselheiro científico do SSS, declarou: “Finalmente conseguimos que o criacionismo não deva e não possa ser ensinado como ciência”.
O governo escocês, através de porta-voz, alega que tomou essa decisão para que os alunos sejam expostos a “questões complexas e desafiadoras que possam desenvolver seus sensos críticos”.
Desde setembro de 2014 a SSS tinha uma petição junto ao Parlamento Escocês para proibir que as escolas falassem sobre Deus. Alguns membros do Parlamento escocês, que fazem parte da Comissão de Educação e Cultura, emitiram uma nota esclarecendo que não havia necessidade de uma legislação sobre o assunto, pois os professores devem ser capazes de “exercer seu julgamento” sobre o assunto.
O jornal Herald Scotland ouviu um porta-voz do governo escocês, que foi categórico: “A educação na Escócia não relacionará mais o criacionismo como um princípio científico. Isso não faz parte do aprendizado e do ensino de ciências nas nossas escolas”. Com informações de IFL Science

Jovens invocam espírito em jogo de perguntas idêntico ao Ouija

Jovens invocam espírito em jogo de perguntas
Uma nova brincadeira tem se espalhado pelas redes sociais. Jovens invocam demónios para responder dúvidas comuns e compartilham as respostas com os amigos.
O assustador do jogo de inspiração no tabuleiro Ouija, tem levado os jovens de todo o mundo a alegar ter comunicado com o mundo sobrenatural e assustador .
Quem tem mais de 20 anos vai se lembrar da brincadeira do compasso onde um espírito era invocado para dar respostas em uma folha de papel, podendo falar sobre inúmeros temas respondendo sim ou não ou apontando para números. "Ouija, jogo do copo ou da moeda tudo o mesmo..."
Outro jogo semelhante que levantou muitos debates no Brasil, Portugal e no mundo é a brincadeira do copo, onde um espírito também dava respostas como Sim, Não, Sair e a apontava para os números de 0 a 9 e para as letras do alfabeto que eram registadas num tabuleiro.
Agora a moda é invocar o demônio “Charles” cruzando dois lápis e escrevendo na folha não, sim, sim e não. Ao invocar o espírito e fazer a pergunta o lápis se move e dá a resposta que o jogador está pedindo.
O jogo ganhou adeptos em diversas partes do mundo e um vídeo postado no Youtube mostra vídeos publicados em redes sociais revelando os resultados das perguntas e a reacção dos participantes.
Até crianças brincam com o espírito e muitas se assustam e saem correndo ao verem os lápis se movendo. Outras pessoas encaram como uma piada e brincam sobre jogar e provocar este demónio.
Esse tipo de brincadeira sempre gerou debates,  se existe mesmo algum espírito que pode se mover nesses jogos? Há explicação física para que esses objectos se movam? 
Assista:
Se você já teve alguma experiência com essas brincadeiras escreva nos comentários.
PS: NÃO TENTE REPETIR ISSO  EM CASA... PODE ABRIR PORTAIS A SERES DESCONHECIDOS O BLOG SÓ DESEJA PASSAR INFORMAÇÃO NADA MAIS...

quarta-feira, 27 de maio de 2015

hashtag provocante se torna viral e causa revolta a cristãos


#QueimaUmaBliblia: hashtag provocante se torna viral e causa revolta a cristãos; Entenda
Uma hashtag causoufrisson nas redes sociais na última semana e causou acusações de desrespeito à religião cristã. #QueimaUmaBliblia (escrito errado assim mesmo) entrou no seleto grupo de assuntos mais comentados no Twitter.
O autor da ideia aparentemente tinha a intenção apenas de provocar: “Vamos subir a Tag #QueimaUmaBliblia (está errada, não existe Bliblia, portanto não é para queimar nada) Deem RT para Espalhar (Bílbliar)”, escreveu o usuário criador da hashtag.
Usuários que se incomodaram com a iniciativa protestaram: “Não entender ou não crer na religião de alguém, tudo bem, agora, desrespeitá-la é horrível… Odiei a ta Queima Uma Bliblia”, escreveu um internauta.
Outros internautas, que perceberam tratar-se de uma provocação, criticaram a “brincadeira”: “Desculpas de Ateus, colocar a Tag errada, para justificar uma zueira ridícula. #QueimaUmaBliblia”, disse uma usuária do Twitter.
“Talvez você possa #QueimaUmaBliblia (Queima em vão), mas Jesus disse: ‘Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão’”, disse outro.
“Que tag mais imbecil essa #QueimaUmaBliblia. Não sou religioso, mas sou o suficiente sensato para saber que isso é uma babaquice”, disparou um dos usuários que repercutiram a provocação.
Internauta incentiva queima da Bíblia com a hashtag #QueimaUmaBliblia

Queima?

Recentemente, um militante ateu queimou um exemplar da Bíblia Sagrada durante um evento na Universidade Federal do Acre (UFAC) e se tornou alvo de uma investigação do Ministério Público, além de receber ameaças e perder o emprego.
“No exercício da minha liberdade de expressão, acabei por ferir o direito à liberdade de outros, agora vejo e compreendo isso. Compreendo que errei. Não no conteúdo de minha crítica, mas na forma. Neste ponto, concordo plenamente com o senhor, precisamos buscar outros meios de combate ao fundamentalismo, com diálogo e respeito mútuo”, desculpou-se Roberto Oliveira.

Milagre: durante culto, homem passa mal, morre, pregador ora e ele volta à vida

Milagre: durante culto, homem passa mal, morre, pregador ora e ele volta à vida
Um pregador e escritor cristão enfrentou duas situações com desfechos diferentes em menos de um ano. Em 2014, um passageiro do voo em que ele estava passou mal e morreu, e os funcionários da American Airlines não deram autorização para que ele orasse. Esse ano, uma situação parecida aconteceu durante um culto, e o resultado foi completamente diferente.
Robby Dawkins, autor do livro “Do What Jesus Did: A Real-Life Field Guide to Healing the Sick, Routing Demons and Changing Lives Forever” (“Fazer o que Jesus fez: um guia da vida real para curar doentes, expulsar demônios e mudar vidas para sempre”, em tradução livre do inglês), foi visitar uma pequena igreja no norte da Inglaterra, a convite do pastor.
A intenção do pastor era que Dawkins contasse aos fiéis suas experiências pregando o Evangelho, ajudando a congregação, de perfil ultraconservador, a se abrir para possibilidades que a Bíblia oferece, como curas e milagres.
Durante a visita, Dawkins pôde orar por crianças que estavam doentes, e que relataram sentir calor e formigamento em seus corpos durante a oração. Em um dado momento, quando começava a pregar, uma mulher que tinha levado seu filho doente à reunião começou a gritar: “Meu filho está tendo outro derrame. Ele teve um derrame há um ano. Alguém chame um médico”.
Na entrevista ao Charisma News, Dawkins disse que correu até o local que o rapaz estava, e ele se contorcia por inteiro, com todos os músculos enrijecidos, respiração curta e os lábios azulados.
O pregador disse que achou que tratava-se de uma possessão demoníaca, e impôs as mãos para orar repreendendo os espíritos malignos. No entanto, enquanto orava, o rapaz suspirou e morreu. Um homem que estava de pé ao lado deles, posteriormente identificou-se como médico e disse que o rapaz estava morto.
Dawkins contou que nesse momento, esteve a um passo de desistir, mas subitamente ouviu Deus falar com ele: “O que vai acontecer em seguida é algo que Eu vou fazer para abalar toda esta área e do país”.
Ao mesmo tempo, uma pessoa disse: “Ele está morto”. Dawkins recolocou a mão no peito do rapaz, e não havia batimentos cardíacos, e a musculatura já havia relaxado.
“Eu não estava disposto a ver isso acontecer e eu sabia que os outros estavam todos orando e lutando por este pobre homem […] Eu continuei a orar e a repreender o espírito de morte, dizendo ‘Você não pode tê-lo!’. Comecei a declarar a vida de ressurreição de Jesus Cristo sobre ele. As pessoas estavam começando a ficar um pouco inquietas, mas então eu pude ouvir o início de sua respiração, que estava voltando, assim como sua cor e seus lábios voltando a ficar rosados. Seus olhos deixaram de ser fixos e dilatados, e começaram a se mover”, contou o pregador.
O desfecho dos momentos de desespero, enfim, era diferente do episódio do avião: “Eu estava tentando falar com ele quando sua mãe gritou. ‘Ele não pode falar desde seu acidente vascular cerebral (AVC)’. Mas, um minuto depois, ele já respondia minhas perguntas de forma coerente. Aí, sua mãe passou a gritar de novo. ‘Ele pode falar!’. Ele começou a se levantar, inicialmente ajoelhando-se, e depois tentando ficar de pé. Nós tentamos fazê-lo sentar numa cadeira, mas ele queria ficar de pé. Olhando um para o nada por um curto espaço de tempo, ele virou-se para nós e perguntou o que as pessoas estavam olhando. Em seguida, me deu um forte abraço”, concluiu.
O rapaz foi levado para o hospital para ser submetido a exames e dias depois, Dawkins o visitou (foto) para saber como estava indo sua recuperação.

Artista italiano ilustra Bíblia Sagrada à mão ao longo de uma década

“Arte e fé”: artista italiano ilustra Bíblia Sagrada à mão ao longo de uma década; Veja imagens
Um artista italiano passou os últimos dez anos ilustrando passagens bíblicas, distribuídas em 1.500 páginas de um livro publicado com o texto da versão da Comunidade Cristã da Bíblia.
Dino Mazzoli, 80 anos, fez o trabalho manualmente após se aposentar, e o resultado é um livro com 5 mil ilustrações que usam o texto da versão da Comunidade Cristã da Bíblia como legenda. As técnicas usadas pelo artista foram aquarelas, lápis de cor e colagens.
Segundo informações do Catholic Herald, Mazzoli conta que seu trabalho começou despretensiosamente: “Comecei desenhando – e então, de repente, eu levei uma página A4 e comecei a escrevê-la”, contou, lembrando como começou.
Sua filha, Laura Mazzoli-Smith disse que os desenhos se tornaram parte da rotina de seu pai: “Ele estava tão inspirado que as ilustrações se tornaram tão importantes quanto a leitura da Bíblia”, afirmou.
A versão própria e ilustrada do aposentado virou notícia internacionalmente. As ilustrações, que permeiam o texto bíblico original, possuem traços bastante marcantes e peculiares.
“Ele é muito bom em desenhos animados e caricaturas, mas vê-se como um ilustrador”, disse sua filha. “Ele tem um estilo muito exuberante e divertido”, acrescentou Laura, que revelou que seu pai homenageou outros artistas, como Pablo Picasso, em algumas de suas pinturas.
A filha do artista disse que a intenção de seu pai é comunicar o que sente através das pinturas: “Sempre houve algo de infantil e apaixonado sobre o trabalho do meu pai. Ele está extremamente empenhado. Ele tem uma visão infantil do mundo, que sai em sua arte. Ele quer chegar e falar com as pessoas através de sua arte. Ele reúne sua arte e sua fé”, disse ela.
Laura contou que em maio de 2014 Dino Mazzoli estava gravemente doente no hospital, e expressou preocupação: “Eu não terminei a Bíblia”, disse à sua filha. A força de vontade, no entanto, o fez conseguir terminar o projeto: “Fiquei absolutamente espantada” que ele tenha chegado ao fim, afirmou Laura.
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Homem diz ter encontrado esqueleto de fada na Cornualha






As imagens foram enviadas para a produção do podcast The Mystic Menagerie, que se dedica a histórias sobrenaturais

Um homem, que não quis ser identificado, diz que encontrou um esqueleto do que terá sido uma fada. As primeiras imagens chegaram em Março às mãos dos apresentadores do programa The Mystic Menagerie, umpodcast (uma rubrica em áudio digital e disponibilizada na Internet) produzido no Reino Unido, mas só agora é que estão a ser divulgadas as fotografias.


Mas será mesmo o esqueleto de uma fada? De acordo com o homem, estes vestígios foram encontrados na Cornualha, Reino Unido, uma zona muito popular nos contos de fadas e duendes. Segundo explicou o homem, o seu trabalho é inspeccionar os ninhos de espécies em vias de extinção de modo a que os ovos não sejam roubados. Foi durante uma dessas suas inspecções que ele disse ter visto algo pouco comum dentro de um ninho de falcão: um esqueleto bastante pequeno. Para o homem, trata-se de um esqueleto de uma fada.

Este esqueleto cabe na palma da mão, tal como se pode ver na fotografia, e não tem membros inferiores. As imagens foram enviadas para a conta do Twitter do podcast inglês que se dedica a abordar estes assuntos sobrenaturais, tendo episódios sobre duendes, extraterrestres, fadas, fantasmas, entre outros.

Estas ossadas já estão a ser analisadas por vários especialistas que estão a tentar perceber a que espécie pertencia.

fonte: novosinsolitos

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