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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Campanha sobre crianças transexuais gera revolta: “Há meninas com pénis e meninos com vaginas”

ENQUANTO EM PORTUGAL APARECEM MENINOS VESTIDOS DE MENINAS E NINGUÉM DIZ NADA, JÁ EM ESPANHA.... POVO DE MENOS ADORMECIDO

Imagens de cartazes espanhóis gera revolta e entidades pedem punição de responsáveis.

Desenhos de crianças nuas com genitivas expostas foram colocados em ónibus e estações de metro na Espanha. Eles fazem parte de uma campanha contra “discriminação sexual”. Na mensagem, posta abaixo das figuras, lê-se: “Há meninas com pên e meninos com vagina. É simples assim. A maioria deles sofre diariamente, porque a sociedade não conhece essa realidade”.
Os 150 cartazes com o desenho de quatro crianças nuas e sorrindo ficaram expostos entre 10 e 16 de Janeiro. Eles foram espalhados em ónibus e estações de metrô nas comunidades autônomas (Estados) do norte da Espanha: País Basco e Navarra.
A promoção foi da organização Chrysallis, que reúne famílias de menores transexuais. Eles dizem que pretendiam dar visibilidade à situação e combater o preconceito contra essas crianças.

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A reação do público foi negativa. Alguns cartazes foram rasgados e sobre outros foram desenhados um pênis e uma vagina para “corrigir” o desenho. Beatriz Sever, porta-voz da Chrysallis, justifica:  “Só um grupo bem pequeno da sociedade rejeitou a campanha. Não tem nada de ofensiva. São corpos de crianças, é parte da natureza”.
Porém, grupos cristãos fizeram protestos por causa da imposição da ideologia de gênero. A organização Centro Jurídico Tomás Moro encabeçou um abaixo-assinado digital contra a campanha chamado: “No transporte público, se fomenta a corrupção de menores”. Nos primeiros dias, quase 10 mil assinaturas foram recolhidas e a petição será entregue ao Promotor para Assuntos de Menores do País Basco.
O grupo planeja levar uma denúncia formal à Justiça. Exige também que a Chrysallis esclareça de onde tirou as informações dos cartazes, segundo a qual “a taxa de tentativa de suicídio entre adultos transexuais a quem foi negada sua identidade durante a infância é de 41%”.
O advogado Javier María Perez-Roldón, membro do Centro Jurídico Tomás Moro, faz o alerta que a campanha é “ilegal e enganosa”.  Relatou à BBC que o grupo que ele representa considera “inadmissível a hipersexualização da conduta de menores mediante campanhas juridicamente inadmissíveis e moralmente reprováveis”.
O pedido encaminhado à Promotoria é que os cartazes sejam retirados, além de investigar e punir “os responsáveis pela corrupção de menores”.

Líderes muçulmanos marcam data para início do “governo final” islâmico

Será que esta noticia anuncia a entrada da nova ordem mundial???????

Erdogan é apontado como favorito para receber o título de califa

Alguns dos principais líderes muçulmanos já vem discutindo sobre o ressurgimento do Califado, mas o assunto divide opiniões. Assim como os cristãos, os seguidores do Islão esperam que o fim dos tempos seja marcado por sinais muito claros, que foram revelados há centenas de anos.
A mudança recente na situação da Turquia, incluindo a radicalização chancelada pelo governo, e o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan podendo se tornar um ditador –caso as mudanças pedidas por ele sejam aprovadas – o transformam no principal candidato a califa.
Paralelo a isso, o iminente fim do Estado Islâmico, que declarou um califado em 2014, reacendeu a expectativa de muçulmanos de ver uma antiga profecia se cumprir.

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Suat Ünal, importante membro do Conselho de Justiça e Desenvolvimento da Turquia, afirmou este mês que Erdoğan recebeu a “luz divina” para ser califa. Arriscou inclusive que isso se dará em 2023. Para os que não conhecem as hadiths do Islão, o cálculo não faz sentido. Porém, as antigas profecias muçulmanas dão conta de que a cada cem anos, “Alá enviaria alguém para renovar sua religião” (Abu Daud 4/178). Trata-se de uma data próxima ao que foi divulgado por outros grupos que pregam sobre o assunto.  
Como o último califado terminou em 1923, com o final definitivo do Império Otomano e a criação da Turquia moderna não religiosa por Mustafa Kemal Ataturk, há uma expectativa que ao completar 100 anos (2023), ele ressurja. Essa ideia é defendida por várias correntes sunitas,  incluindo até Irmandade Muçulmana, grupo político com forte influência em todo o Oriente Médio.
O assunto levantado por Ünal ganhou ainda mais importância quando ele foi destituído do seu cargo, acusado de divulgar informações indevidas, divulgou o site Shoebat, especializado em Islão . Isso só aumentou as especulações sobre o projecto pessoal de Erdogan em se tornar califa.

Nomeação de um novo “califa”

A ideia de califado – liderança política e religiosa dos fieis – faz parte do islamismo desde seu início. Em árabe, califa significa ‘sucessão’ e remete a um sistema de governo implantado depois da morte do profeta Maomé, em 632.
Logo, o califa é literalmente o sucessor do profeta e chefe da comunidade mundial dos muçulmanos. Ele tem o poder de aplicar a lei islâmica (sharia) nas terras controladas pelo Islão. Após os representantes das comunidades muçulmanas o designaram, o povo deve jurar-lhe lealdade.
Em 2016, o sheik Yusuf Qaradawi, líder da Federação Mundial dos Sábios Muçulmanos, que representa o ramo sunita, o maior do islamismo, jurou fidelidade a Erdogan, de acordo com o Shoebat.
Istambul, maior cidade da Turquia, hospedou o encontro de mais de 30 líderes de nações islâmicas e representantes de outros 56 países. A reunião da Organização de Cooperação Islâmica (OCI) tinha como objectivo “superar as diferenças” e “unir a fé” dos um bilião e meio de muçulmanos. Ao abrir o encontro, o presidente turco fez um discurso abordando a necessidade de proximidade dos que professam a fé no Alcorão.
Em 2016, a ideia de proclamação de Erdogan como novo califa começou a ganhar força. Em alguns lugares o presidente Erdgan já é chamado de “o mensageiro de Deus”, título reservado para Maomé.

Expectativa pela vinda do Mahdi

Mais de dois terços do um bilião de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente da Pew Research. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã e profeta islâmico, que virá governar o mundo.
Já existe um exército sendo preparado para servir a este líder, reunindo jovens de Irã, Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Iêmen.
Alguns estudiosos islâmicos apontam que 3 anos e meio após o surgimento do “governo final” islâmico, o Mahdi aparecerá. Essa figura mítica, também é conhecida como o 12°Imã. Ele é uma espécie de Messias que levará os exércitos do Islão à vitória sobre os não-muçulmanos nos últimos dias.
Segundo a tradição muçulmana, Jesus (chamado por eles de Issa) descerá do céu e vai unir forças com o Mahdi. Jesus, então, afirmará que o Islão é a única fé verdadeira e criticará os cristãos por terem erroneamente feito dele o Filho de Deus.
A tradição islâmica aponta que o Mahdi apareceria entre os anos 1400 e 1500 no calendário islâmico. Para eles, estamos no ano 1437.

Cientistas Israelitas dizem saber o dia exacto em que o “sol parou”

Data precisa da batalha de Josué coincide com registo de eclipse na região

Segundo o relato bíblico, Josué orou e o “sol parou” para que os israelitas tivessem a mais épica de suas vitórias. Questionado durante séculos, o relato agora ganha uma explicação científica. Cientistas israelitas dizem ter descoberto a data que isso ocorreu e o que aconteceu nos céus naquele dia.
Usando dados da NASA, três cientistas da Universidade Ben Gurion em Beer Sheva afirmam que se tratava de um eclipse. A batalha ocorreu no dia 30 de Outubro de 1207 a. C.
O capítulo 10 do Livro de Josué relata que logo após Josué e os israelitas entrarem na Terra Prometida, travaram uma batalha contra cinco exércitos. Também mostra Josué orando a Deus, pedindo ajuda e o sol parando no céu. O texto diz: “Sol, detém-te em Gibeom, e tu, lua, no vale de Ajalom” (Js 10:12). No original, o termo ‘detém’ é “dowm”.

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Os pesquisadores levaram em consideração outras histórias antigas onde uma divindade para o sol, mas destacam que o relato bíblico é o único que também menciona o papel da lua. Isso os levou à conclusão de que se referia a um eclipse solar, quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, bloqueando a luz solar.
Eles afirma que o uso da palavra “dowm“, que ocorreria apenas uma outra vez na Bíblia (Salmos 37:7) com esse sentido, não seria “ficar parado”, como é tradicionalmente traduzido, mas seria “ficar escuro.”
A equipe multidisciplinar, liderada pelo Dr. Hezi Yitzhak, descobriu que ocorreu apenas um eclipse solar total naquela região entre os anos 1500 e 1000 a.C. É nesse período que a arqueologia mostra que os israelitas chegaram ali. O registo do eclipse permitiu que a data da batalha fosse identificada com precisão. Segundo a NASA, isso  ocorreu dia 30 de Outubro de 1207 a.C .
Em seu artigo, publicado na edição mais recente da publicação científica “Beit Mikra: Revista de Estudo da Bíblia e seu mundo”, os cientistas também conseguiram identificar o que eles acreditam ser o local da batalha. Além disso, traçaram com precisão a rota de 30 quilômetros que Josué e os seus homens teriam caminhado durante a noite para alcançar Gibeom, ao norte de Jerusalém, e seu acampamento em Gilgal, na porção oriental de Jericó.
O artigo ressalta que não é possível determinar como eram as pedras de granizo que, segundo a história bíblica, matou muitas pessoas durante a batalha.
“Nem todo mundo gosta da ideia de usar a física para provar as coisas da Bíblia. Eu sei que isso pode ser interpretado como se você quisesse justificar sua fé”, sublinhou Yitzhak. “Nós não reivindicamos que podemos provar como tudo na Bíblia aconteceu, mas há registos de história e evidências arqueológicas por trás disso.”
Mesmo assim, eles não conseguiram justificar de como um eclipse, que deixa o céu escuro, teria ajudado os israelitas a vencer, uma vez que precisariam da luz para isso. Com informações Times of Israel

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

William Peter Blatty, autor de 'O exorcista', morre aos 89 anos

Autor sofria de forma de câncer no sangue, segundo sua mulher. Ele escreveu livro e ganhou Oscar por escrever o roteiro do filme.

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 William Peter Blatty  (Foto: Wikimedia Commons)
William Peter Blatty (Foto: Wikimedia Commons)
William Peter Blatty, autor de "O exorcista", morreu aos 89 anos nesta quinta-feira (12), informou sua mulher, Julie, à agência de notícias Associated Press. Segundo ela, o escritor sofria de mieloma múltiplo, um tipo de câncer no sangue, e estava internado em um hospital em Bethesda, Maryland (EUA).
O diretor do filme, William Friedkin, também anunciou a morte do amigo. "William Peter Blatty, querido amigo e irmão que criou 'O exorcista' se foi ontem", escreveu Friedkin em seu perfil no Twitter.
O escritor nasceu no dia 7 de de janeiro de 1928, em Nova York, nos EUA. Ele ficou conhecido por ter escrito o livro "O Exorcista" e também escreveu o roteiro do filme lançado em 1973, que o deu o Oscar de roteiro adaptado.
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Blatty ganhou ainda dois Globos de Ouro de melhor roteiro, com "O exorcista" e com "A Nona Configuração" (1980), que ele também dirigiu. Foi diretor também de "O exorcista III" (1990).

Arqueólogos revelam onde estão as lendárias “minas do rei Salomão”

Achados comprovam relato bíblico do livro de Reis e uma vez mais O LIVRO que muitos dizem ser escrito por homens e cheio de de controvérsias, vem  provar sua veracidade. Deus escreve direito por linhas tortas....

Por mais de dois séculos, teólogos liberais usavam a falta de comprovação histórica de alguns trechos para criticarem a ideia de uma Bíblia inerrante. Um de seus argumentos mais comuns é que não havia registos extra-bíblicos dos reinados de Davi e Salomão.
Contudo, escavações arqueológicas em Israel ao longo das últimas décadas mudaram essa perspectiva. Descobertas recentes mostram que a extensão do reino de Salomão, o maior território que Israel já teve em sua história, realmente chegou onde o registro bíblico diz.
Na edição de fevereiro de 2017 do Journal of Archaeological Science, os arqueólogos Erez Ben-Yosef, Dafna Langgut e Lidar Sapir-Hen anunciam as descobertas que fizeram durante escavações na região mais inóspita de Israel. Eles descobriram em Timna, no extremo sul do país, mais indícios de onde ficavam as lendárias “minas do rei Salomão”. Eles aprofundaram o trabalho que foi primeiramente divulgado em 2013.

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Em uma das partes mais áridas e desoladas do deserto do Negev, eles encontraram ruínas de estábulos e depósitos de minério onde um dia se localizavam os maiores campos de fundição de cobre do reino. A datação de artefatos recuperados comprova que são do século X antes de Cristo, o que coincide com as datas do reinado de Salomão.
Esta descoberta resolve uma grande controvérsia histórica. Embora não existisse evidência histórica abundante sobre a extração de minério de cobre, as ruínas de Timna mostram que havia minas e fundições ativas durante o reinado de Salomão. Portanto, não é difícil concluir que o Vale de Timna realmente abrigava as minas mencionadas pela Bíblia.

Dieta forte

Por causa da extrema aridez da região, materiais orgânicos acabaram ficando extraordinariamente preservados. Ben-Yosef, Langgut e Sapir-Hen foram capazes de recuperar ossos de animais, sementes e pólen em pilhas de esterco de burro, abundante no local. A análise desse esterco revelou que os animais eram alimentados com o bagaço de uva em vez de palha.
O uso de bagaço na dieta mostra como esses burros eram bem cuidados, pois eram fundamentais na retirada do cobre das minas e o transporte de suprimentos para o acampamento. A análise dos ossos de animais e das sementes mostra que os operários -provavelmente escravos – tinham uma dieta rica, que lhes dava condições de desempenhar um trabalho que exigia muito de seus corpos.
Outro aspecto que chama atenção é a disposição do esterco, armazenado na parte interna das estruturas fortificadas. Isso indica que foi usado como combustível para o aquecimento inicial dos fornos de fundição. Os três arqueólogos descobriram artefatos que também demonstram que no local havia mais de um tipo de metalurgia.
Além de fundir o minério de cobre, também o refinavam e preparavam lingotes. As minas de Timna não eram as únicas pertencentes a Salomão, mas podem ter sido as maiores.
Possível local das minas do rei Salomão.

Presença militar

A estrutura do portão principal e dos muros evidenciam que o local era bem guardado. Isso mostra que nos tempos de Salomão tinham ali uma forte presença militar. O valor do cobre era muito alto na época, por ser usado para fabricar ferramentas e armas, vitais para as sociedades antigas. Essa ideia de riqueza gerou, séculos mais tarde, a lenda que as minas de Salomão eram de ouro e diamantes. Essa ideia se popularizou por causa do romance ficcional “As Minas do Rei Salomão”, de Rider Haggard, publicado em 1885. Era cobre, no entanto, o que realmente se extraía dali.
Localização das escavações.
A Bíblia dedica 21 capítulos à história do reinado de Salomão, destacando sua extensão, riqueza, poder e organização. Muitos estudiosos questionavam se não havia exageros nos relatos para agradar o rei. Contudo, surge agora a comprovação de que havia presença militar judaica no extremo sul do deserto do Negueve, historicamente pertencente ao reino de Edom. Com informações Science Direct

  

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Heavy Metal e Religião

Pastor da Crash Church acredita que é “parte do plano de Deus para superar barreiras”
“Jesus não parecia Messias e nós não parecemos evangélicos”

A Crash Church, igreja que funciona dentro de uma garagem em São Paulo, tem como objetivo declarado alcançar os jovens que gostam de heavy metal. O louvor tocado nos cultos é no ritmo acelerado dos instrumento e os fiéis acompanham balançando a cabeça.
O templo, pintado de preto e decorado com tribais brancos mais parece um espaço para shows de rock pesado. O diferencial não está na forma, mas no conteúdo. As letras das músicas falam de Jesus Cristo e de salvação.
O pastor, conhecido como Batista, não usa terno e gravata. Prefere camiseta preta e calça jeans. Ele possui várias  tatuagens – todas com referências cristãs – e brincos nas orelhas. Sua  barba é uma trança acinzentada de uns quatro centímetros.
Vocalista da banda de death metal cristão Antidemon, ele decidiu fundar a igreja em 1998, por “necessidade divina”. “Isto faz parte de um plano de Deus para superar barreiras de formatos mais fechados e que deixavam de alcançar muitas vertentes da sociedade”, defende.
Atrás de um púlpito com ares medievais, o pastor Batista prega usando gírias e intercala as leituras bíblicas com menções a músicas de rock.
Falando à agência EFE, explica que está acostumado com o preconceito, incluindo as críticas que recebe de outros evangélicos. “As pessoas não esperam uma Igreja como nós. Não esperam que com esse estereótipo sejam pessoas de Deus. Jesus não parecia o Messias, assim como nós não parecemos evangélicos”, dispara.
Batista lembra que em várias partes do mundo existem movimentos similares. Segundo explica, “para levar Jesus de todas as maneiras, de uma maneira que se possa entender”. O religioso acredita que igrejas como a Crash Church contribuem para a conversão  especialmente dos mais jovens.
De acordo com dados revelados pelo Datafolha no final de 2016, três em cada dez (29%) brasileiros com 16 anos ou mais atualmente são evangélicos.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O PAPA faz ou nao parte da Nova Ordem Mundial ?

Decisão é anunciada dias antes de conferência de paz que pode dividir Jerusalém
Palestina abrirá embaixada no Vaticano com apoio do papa
No próximo sábado, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, se encontrará com autoridades italianas e será recebido pelo papa Francisco. O objectivo é discutir o conflito israelense-palestino.
Os detalhes sobre a reunião não foram divulgados, mas ocorrem na véspera de uma importante conferência de paz em Paris que, segundo foi divulgado, forçará Israel a dividir Jerusalém e reconhecer a Palestina como estado independente.
Este será o quarto encontro de Abbas com Francisco. A primeira foi em 2013 no Vaticano. Depois, estiveram juntos quando o pontífice visitou a Terra Santa, em 2014. No ano seguinte, os dois realizam uma “oração conjunta pela paz” na cerimônia de canonização de duas freiras palestinianas.
Conforme foi divulgado por jornais de Israel, o principal objectivo desta vez é acertar os detalhes para a inauguração de uma embaixada Palestina no Vaticano. Até o momento, só existe um escritório de representação diplomática, sediado em Roma.
O secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, terá uma reunião com líderes palestiniano para tratar do assunto. Em 2013, pouco tempo depois que Jorge Bergoglio foi oficializado como papa, o Vaticano anunciou que reconhecia a “Palestina” como um estado independente.
A relação do argentino com Abbas é tão boa que, em 2015, ele o presenteou com um medalhão que tinha a figura de um anjo, dizendo que o líder palestino era “um anjo da paz”.  A Autoridade Palestina, que controla a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, é constituída por representante de dois conhecidos grupos terroristas, o Fatah e o Hamas.
Durante uma reunião com o corpo diplomático acreditado no Vaticano, Francisco disse hoje que “a Santa Sé renova o seu apelo urgente para a retomada do diálogo entre Israelitass e palestinianos, e por uma solução estável e duradoura que garanta a coexistência pacífica dos dois estados dentro de fronteiras reconhecidas internacionalmente. Israelitas e palestinianos precisam de paz. O Oriente Médio precisa urgentemente de paz”.
O governo da França vem anunciando que realizará uma conferência de paz em Paris no próximo domingo, dia 15, onde será votada uma proposta para intervenção em Israel. Se for aprovada, a proposta é forçar que se voltem às fronteiras de 1967, o que incluiria oficializar a independência da Palestina e entregar a eles a porção oriental de Jerusalém para ser sua capital.
Vários esforços vêm sendo feito para se acelerar essas negociações desde que o presidente Donald Trump, que assume o governo no próximo dia 20, prometeu mudar a embaixada americana para Jerusalém e reconhece-la como capital “eterna e indivisível” de Israel.

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