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terça-feira, 21 de julho de 2015

Os ataques mais violentos de Demonios


O Monge negro de Pontefract

Uma casa modesta, geminada na cidade-mercado inglesa de Pontefract é lar do “poltergeist mais violento na história da Europa” na década de 1970, de acordo com algumas fontes. O fantasma era conhecido como o Poltergeist de Pontefract, mas também foi apelidado de o Monge Negro do Pontefract, devido a uma crença de que era o espírito de um monge morto durante o século 16.

As famílias moradoras da residência assombrada afirmam que o fantasma aparece e joga objectos ao redor, faz os quartos ficarem frios e deixa poças de água no chão. Ele também deixa mordidas em sanduíches de geleia e marcas sujas nas maçanetas. Um dos incidentes mais assustadores envolveu o fantasma uma menina de 12 anos pelo seu pescoço.



Cemitério Greyfriars Kirkyard

Os avistamentos no cemitério Greyfriars Kirkyard, em Edimburgo, na Escócia, foram violentos. Alguns visitantes dos mortos que acabaram entrando em um mausoléu do local, disseram que foram atacados por um espírito. Eles tiveram arranhões, contusões, outros tiveram ossos quebrados. Os mistérios que envolvem os fantasmas causam medo e pânico na região. 

O poltergeist de South Shields

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A uma curta distância à norte de Ponefract, está a cidade de South Shields. Foi aqui, no verão de 2006, que um jovem casal e seu filho de três anos de idade, foram aterrorizados por um espírito desagradável. Seus verdadeiros nomes não foram revelados, mas eles são normalmente conhecidos como Marc e Marianne.
O espírito empilhava cadeiras, movia cômodas e batia portas. Mas este não era qualquer velho fantasma: era malicioso e não estava pra brincadeiras. Ele tinha acesso a algo que a família não sabia: pequenos brinquedos de pelúcia. Uma noite na cama, Marianne sentiu o cachorro de brinquedo de seu filho bater na parte de trás da sua cabeça.
Ela se sentou e acendeu as luzes apenas a tempo de ver um segundo cachorro de pelúcia voando em sua direção. O casal se encolheu debaixo do edredom, mas sentia algo tentando puxá-lo para longe. De repente, Marc gritou de dor, e 13 arranhões apareceram em suas costas.
A família chamou os pesquisadores paranormais Mike Hallowell e Darren Ritson. Os especialistas determinaram que o fantasma era real. Em seguida, eles escreveram um livro sobre isso.

O poltergeist de Indianápolis

Em 1962, três mulheres viviam juntas em uma casa em Indianápolis. A chefe da casa era divorciada Renate Beck. Ela compartilhou a casa com sua mãe e sua filha adolescente, Linda. As três mulheres não se davam bem e brigavam regularmente. No entanto, o pouco de paz que elas tinham foi abalada por uma série de atividades incomuns, que começaram na noite de 11 de março de 1962.
A primeira coisa que Renate notou foi uma caneca de cerveja se movendo sozinha e se escondendo atrás de um vaso de plantas. Mais tarde, um grande estrondo veio do andar de cima, e as mulheres descobriram que um enfeite de cristal tinha sido jogado a vários metros de uma prateleira e espatifou em pedaços no chão.
As três deixaram a casa e passaram a noite em um hotel. Quando elas voltaram a tarde do dia seguinte, tudo estava bem. Entretanto, a paz durou só 30 minutos. Em seguida, as mulheres ouviram sons de vidro quebrando e encontraram os copos e louças sendo quebrados. Um copo voou pelo ar e por pouco não acertou mãe de Beck, Lina Gemmeck.
As mulheres chamaram a polícia. Durante as semanas seguintes, os agentes visitaram regularmente a propriedade para tentar descobrir o que estava destruindo o lugar. Um investigador paranormal foi chamado, e alegou ter sido ferido por um copo que foi lançado por uma mão invisível. Uma série de mordidas e arranhões apareceram nas mulheres da casa, semelhantes aos que seriam causados por um morcego.
Eventualmente, os policiais descobriram que Lina Gemmeck era quem estava jogando os objectos em paredes e derrubando móveis. Ela foi presa, embora as outras duas mulheres afirmassem que ocorreram actividades que eles presenciaram, as quais que ela não poderia ter causado. De qualquer forma, um juiz concordou em deixar o caso se Gemmeck voltasse para sua terra natal, a Alemanha. Ela concordou. Depois que ela saiu, a actividade paranormal parou.

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