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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

3- Nova Ordem Mundial em Portugal

Hoje quero partilhar a informação com os leitores sobre o que as grandes Marcas regidas pelos illuminati  tem feito em Portugal.. 

Em Portugal, a União Europeia destruiu as indústrias do calçado, das pescas, dos têxteis e em parte a agricultura. A princípio, as multinacionais internacionais instalaram-se provisoriamente em nosso país da  para se aproveitarem dos fundo perdidos da EU que não da nada a ninguém. Depois de passar o prazo de compromisso assumido abandonam o país ou a reduzir a produção. Ficam redes de intermediários que passam a servir o mercado com produtos importados. Resultado: a fraca economia é ainda mais enfraquecida ao ver as pequenas e médias empresas desaparecerem.
Mais informações aqui:
http://antonio-justo.eu/?p=1870


Os fdps todos juntos...
Achou estranho eu mencionar a EU como parte dos Illuminati ??

Eu diria que o mais estranho foi, após a Cimeira na Bases das Lajes para apoio prestados aos dos Estados Unidos  para  bombardear o Iraque ter sido cedido pelo nosso antigo primeiro ministro ("Durao burroso" assim como foi tratado pelos meios sociais na América ),  este ter conseguido um alto cargo na EU... como e possível um gajo desses que não fez nada pelo nosso pais estar onde esta??

Seguindo, falaremos desses Rufias em outras postagens  com mais detalhes...

Portugal já foi um Pais com muita riqueza e muita abundância, mas essa gente corrupta arranjou forma de nos empobrecer e fazer de nos o cu da Europa, como se fossemos merda, por isso hoje estou aqui batalhando para que portugal abra os olhos... essa gentalha que quer implementar a Nova ordem mundial tem com mandamento reduzir a população mundial e demonstram descaradamente como podem ver já de seguida, e no meu ver estão já a começar com o nosso Pais..

veja as “ Georgia Guide Stones “ as pedras guias monumento erguido com os 10 mandamentos illuminatis que estão na Geórgia .

Estas pedras apareceram no topo de uma colina na cidade de Elbert County, Geórgia nos E.U.A


The Georgia Guide Stones


Este monumento foi construído e foi lá colocado por desconhecidos em 1979 e é também desconhecido o porque das  autoridades  permitirem que este monumento 
continue por lá .
As 4 pedras de granito que suportam a pedra principal estão gravadas em 8 línguas, Espanhol, Inglês, Chinês, Hindu, Russo, Árabe; Hebreu, Swalli com os 10 mandamentos, nos quais são divididos em 4 temas.

1- Governo e Constituição de um Governo Mundial.

2- Controlo populacional e reprodutivo.

3- Ambiente e relação homem/natureza.

4- Espiritualidade.



Os 10 mandamentos são;

1- Manter a humanidade abaixo dos 5000.000.000 Habitantes em perfeita e perpetua comunhão e simbiose com o planeta.

2- Controlar o processo reprodutivo melhorando a condição física e a diversidade.

3- Unir a Humanidade debaixo de uma só língua viva.

4- Governar a paixão, a fé, tradições, tudo com temperada razão e justeza.

5- Proteger todas as pessoas e nações com o uso de leis justas e tribunais imparciais.

6- Deixar todas as nações governar internamente, resolvendo as disputas num tribunal Mundial.

7- Evitar leis e oficiais mesquinhos.

8- Equilibrar direitos pessoais com deveres sociais.

9- Premiar a verdade, beleza, amor, buscando a harmonia com o infinito.

10- Não ser um cancro na terra, deixar espaço á natureza - Deixar espaço à Natureza.





Ora isto não é nada mais nada menos do que a agenda da Elite Maçónica/Illuminati a dizer o que passo a explicar;




1-Exterminar entre 80%/90% da População Mundial.

2- Instaurar a selecção artificial de seres humanos através da Eugenia.

3- Impor uma Língua Global/Universal.

4-Governar sobre todos os pensamentos livres.

5- Proteger as pessoas delas próprias mesmo contra sua própria vontade.

6- Tornar países em regiões com poder local em que as disputas serão resolvidas pelo poder Global.

7- Seleccionar os políticos e as leis a aplicar pelos mesmos.

8- Tornar os deveres sociais como condição para ter direitos pessoais.

9- Eliminação de todas as religiões.

10- Tornar a vida humana supérflua usando o Ambiente como pretexto.


Esta é agenda com que o Illuminati trabalham a todo custo, a agenda secreta que 90% nem sabem existir...



Agora o que acontece com estas grandes empresas e o que tem feito??


Ao passar pela gôndola do supermercado, muitos consumidores não se dão conta que por trás de um pacote de café, macarrão ou uma simples barra de chocolate, existe toda uma cadeia de produção e distribuição que movimenta uma verdadeira fortuna.
Para se ter ideia do quão suculento é o mercado de alimentos e bebidas, dados da mais recente campanha da Oxfam revelam que o volume de negócios gerado pelas 10 maiores empresas do setor alimentício do mundo – Coca-Cola, Danone, General Mills, Kelloggs, Mondelez International (Kraft), Mars, Nestlé, PepsiCo, Unilever, ABF – está avaliado em US$ 800 bilhões. Elas fazem parte de uma indústria de US$ 7 trilhões, o que corresponde a 10% da economia global; maior, inclusive, do que o setor energético. Escondidos atrás dessa abundância financeira, estão milhares de pessoas que não compartilham da mesma prosperidade.
Problemas como fome, miséria, concentração de terra, exploração de mão de obra, acesso e uso da água, transparência de informação entre outros assuntos são abordados no relatório Por trás das Marcas, que analisa os impactos sociais e ambientais das dez maiores empresas do sector de alimentos e bebidas do planeta na sua cadeia de fornecedores em países em desenvolvimento.
A ideia da publicação é sensibilizar os consumidores sobre a questão das cadeias produtivas e alertar sobre a corresponsabilidade das empresas na redução das desigualdades sociais e econômicas ao longo do processo.
Produção mais justa e sustentável
O estudo Por trás das Marcas examina as políticas das empresas em sete temas considerados cruciais para a produção agrícola sustentável e historicamente negligenciados pelo setor de alimentos e bebidas: mulheres, agricultores familiares e de pequena escala, trabalhadores rurais, água, terras, mudança climática e transparência.
De acordo com esses critérios, a Nestlé e a Unilever apresentam actualmente melhor desempenho que as outras empresas, tendo desenvolvido e publicado mais políticas visando combater riscos sociais e ambientais dentro de suas cadeias de fornecimento. Na outra ponta, a ABF e a Kellog têm poucas políticas para tratar o impacto que suas operações causam em produtores e comunidades.
No entanto, o raking também mostra claramente que todas as “10 Grandes” – inclusive aquelas com melhores notas – não utilizam o enorme poder que têm para ajudar a criar um sistema alimentar mais justo. Em alguns casos, as políticas das empresas põem em risco a segurança alimentar, pois as práticas do agronegócio são conflitantes com a agricultura familiar, responsável por um 1/3 dos alimentos consumidos pela população mundial. Além disso, os dados apontam que o desconhecimento da forma de produção e das condições de trabalho no campo é comum a todas as empresas.
Sobre os programas de responsabilidade social e sustentabilidade que as empresas implementaram até o momento, os dados revelam que as acções implantadas não serão efectivas para a diminuição das causas subjacentes da fome e da pobreza enquanto as empresas não tiverem políticas adequadas para orientar as operações de suas próprias cadeias de fornecimento.
Entre as falhas mais importantes destas políticas o documento cita:
• As empresas mantêm excessivo sigilo sobre suas cadeias de fornecimento de matérias-primas, tornando as alegações de sustentabilidade e responsabilidade social difíceis de serem verificadas;
• Nenhuma das “10 Grandes” tem políticas adequadas para proteger as comunidades locais da apropriação de terra e água ao longo de suas cadeias de fornecimento;
• As empresas não têm tomado medidas suficientes para evitar os altos níveis de emissão de gases de efeito estufa decorrentes da agricultura, que são responsáveis pela mudança climática e afeta os agricultores;
• A maioria das empresas não propicia o acesso adequado de produtores de pequena escala e agricultores familiares às suas cadeias de fornecimento e nenhuma empresa se comprometeu a assegurar que eles recebam um preço justo por seus produtos;
• Apenas uma minoria das “10 Grandes” está fazendo alguma coisa para evitar a exploração de agricultoras e trabalhadoras em suas cadeias de fornecimento.

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