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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Freira é presa por aliciar crianças para que padres abusassem sexualmente delas

Caso aconteceu em 2008 e foi desarquivado por terem aparecido novas provas.

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Freira foi detida na capital da Argentina, Buenos Aires. A mulher estava sendo procurada a aproximadamente um mês pela policia, acusada de aliciar crianças para que padres pudessem abusar delas.
A freira Kosako Kumiko procurava crianças indefesas, que a mesma pudesse considerar submissas e frágeis, para que os padres pudessem abusá-las sexualmente. O caso aconteceu em 2008 e virou noticia novamente pelo fato da mulher ter sido capturada.
No ano passado, o caso foi noticiado por todos os jornais, quando os padres Nicolás Corradi de 82 anos, e Horacio Corbacho, de 56, foram indiciados e presos por estupro e abuso de menor no instituto Provolo.
O Instituto Provolo era mantido e custeado exclusivamente pela Igreja Católica. O lugar era coordenado pela freira acusada de aliciamento. Kosako veio do Japão para morar na Argentina e cuidar do local em 2007, desde então se mancomunou com os padres para trazer crianças frágeis fisica e psicologicamente.
Na época em que Nicolás e Horacio cometiam essas atrocidades, as crianças tinham entre 7 e 5 anos de idade. A irmã de caridade tinha contato direto com as crianças, já que tinha o papel de coordenadora e diretora do instituto, por isso ficava encarregada de observar e escolher as crianças para sofrerem os abusos. Os escândalos ocorreram durante vários anos e foram encobertos pela irmã e pelos padres que cometiam o ato.
As crianças abusadas não sofriam apenas abusos sexuais, elas apanhavam e recebiam ordens da mulher para fazer muitas coisas, essa era a forma usada por Kumiko para descobrir quem eram as crianças mais frágeis.
Muitas vezes os menores sofriam com as surras que levavam e ficavam machucados; em uma das revelações das crianças, que hoje são adolescentes, foi dito que a freira usava fraldas para tampar as feridas, às vezes causadas por ela, outras pelos sacerdotes abusadores.
O instituto era conhecido por aceitar crianças com problemas auditivos, pelo menos 20 crianças entre 10 e 12 anos eram aceitas para morar no local. Provavelmente eram vistas como crianças frágeis e fáceis de serem manipuladas e estupradas.
O padre italiano Corradi era quem comandava a cúpula de tortura contra as crianças. Na década de 70, o padre foi acusado pelos mesmos crimes cometidos na Argentina e, para abafar os crimes, a Igreja o teria transferido para Argentina.
Tudo aconteceu em 2008 e por falta de provas o caso teria sido arquivado. No entanto, os adolescentes resolveram revelar toda a verdade.
A irmã de caridade se diz inocente e afirmou isso na frente do juíz, no entanto, as provas estão começando a se revelar e o caso encontra-se sob investigação

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