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domingo, 18 de junho de 2017

TRAGÉDIA DE PEDROGÃO GRANDE


Antes de mais quero dar a todos os familiares das pessoas que pereceram nestes fogos, os meus mais sentidos e sinceros sentimentos.

Aos Bombeiros nos geral, são os nossos esquecidos Heróis, também os cidadãos incógnitos  que muitas vezes ajudam os bombeiros no ataque ás chamas infernais. Por fim todos os que não sabemos, mas fizeram a diferença e ajudaram pelo bem o cidadão Português...


Agora meus amigos, mesmo sem tempo para noticias parei meus estudos importantes porque não aguento a cara destes hipócritas que governam Portugal, mentirosos e falsos que nos querem atirar areia para os olhos... desde que se tem conhecimento Portugal nunca teve um Verão com temperaturas destas e segundo se sabe esses senhores que  vêm com palavras amistosas são os mesmos que nos matam e nos fazem mal...
Sabemos que têm usado o sistema HARRP  que influencia todo o sistema Meteorológico e Portugal não é  excepção ... Hoje para mim toda esta situação não passa de um assassinato premeditado, por parte desse senhores que depois vem com palavras mansas.

agora....
Várias pessoas já falaram do mesmo tem ai 2 exemplos vejam por si  mesmos



3 comentários:

  1. Portugal é o país com maior área de eucalipto plantado na Europa e ocupa o 5º lugar no mundo. Este é o resultado de uma estratégia ativa de promoção das plantações de eucalipto, feita através de uma combinação de políticas florestais e instrumentos de mercado, resultando na maior área de Eucalyptus ininterrupta e monospecífica na Europa (+800 000 ha, ¼ da área florestal portuguesa e 9 % Do território continental).

    Este processo começou durante o regime fascista de 1933-1974, quando 7638 parcelas de terra comunal (baldios), que ocuparam uma área total de 408 000 ha e que apoiavam os direitos tradicionais de subsistência dos plebeiros, como o pastoreio, a coleta de arbustos e o combustível, Foram administrados pelos serviços florestais estaduais, que impulsionaram as políticas de reflorestação do Estado. Após a revolução de 1974, o destino econômico dessas terras envolveu, na maioria dos casos, a gestão conjunta dos plebeus e do Estado, mesmo que a assembléia de plebeus e o conselho municipal não tivessem uma palavra a dizer nos regulamentos efetivos para o plantio de árvores. Essa situação ocorreu porque a maioria das comunidades não estava habilitada com as habilidades técnicas necessárias para gerenciar as terras florestais e sofreu uma severa erosão de suas estruturas comunitárias e arranjos sociais durante o longo período de ditadura.

    Em 2013, cerca de 40% dos plebeus delegaram a administração local nas paróquias, abdicando do controle direto das terras. Aqueles que se beneficiaram desta situação foram a indústria de celulose e seus fornecedores de eucalipto, em detrimento do interesse público.

    Desde os anos 80, o Serviço Florestal sofreu repetidas reformas do Estado que dificultaram severamente a sua capacidade de gerir as terras florestais. Ao mesmo tempo, algumas empresas privadas de celulose e papel foram nacionalizadas e consolidadas em um grupo chamado Portucel (atualmente Grupo Portucel Soporcel). Foi após esse período e até 1990, que a área de eucalipto teve expansão máxima. Nessa data, 35% da área de eucalipto era de propriedade de empresas de pasta de papel e 66% de proprietários e plebeus privados, principalmente através de contratos de arrendamento de longo prazo. Os conflitos entre o estado central e as populações rurais foram freqüentes, generalizados e intensos. Alguns deles causaram uma redução significativa de novas plantações de eucalipto por parte da indústria de celulose, provocando a revenda de algumas dessas terras.

    Em 1989, centenas de agricultores se encontraram na Armada (Ponte de Lima) com o objetivo de protestar contra a paróquia devido à sua decisão de alugar seus baldios a Portucel por um período de 29 anos. No mesmo ano, em Valpaços (região de produção de azeite de Trás-os-Montes, no interior do Norte de Portugal), os agricultores se rebelaram contra a plantação de eucaliptos (200 ha), que estava substituindo as oliveiras. 2000 pessoas, compreendendo população local de quatro paróquias de Valpaços, bem como alguns ecologistas, matriculados em ação direta, conseguindo retirar três mil eucaliptos. A reação policial foi forte, acusando os manifestantes, que resultaram em ferimentos e na prisão de um fazendeiro.

    Mais tarde, em 1995, foi criada a "Federação Nacional dos Baldios" (Federação Nacional de Terras Comuns) para apoiar o movimento associativo dos usuários comuns. Em janeiro de 2012, foi criada a "Plataforma pela Floresta", com a finalidade de revogar a lei que estabeleceu critérios especiais para a plantação de eucaliptos.

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  2. querem respostas perguntem á PORTUCEL.

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    Respostas
    1. Pois, parece que agora tenho de engolir o que os ceguetas têm a dizer...
      Vejamos Portugal rejeitou a ajuda da Galiza e continua tudo a arder o que será que tem a dizer agora???
      Eucaliptos quando ardem é uma foda geral? é sim, mas não é só isso meus amigos, veja-se, sinta-se os Verões mais quentes e Invernos mais frios e diga-se a verdade.
      Todos os anos morrem pessoas e animais e os senhores continuam a fazer de conta e a brincar com as vidas das pessoas ... Sr José Raimundo, digamos que de boas intençoes está o inferno cheio .

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