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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Associação agnóstica cria campanha “para entender sentido da vida”

O objectivo é levar os usuários a reflectirem sobre a vida sob a óptica humanista
Associação agnóstica cria campanha "para entender sentido da vida"
Os passageiros do metrô de Londres (Inglaterra) verão nas próximas duas semanas centenas de cartazes espalhados nas estações com frases de grandes pensadores humanistas.
A iniciativa é da ONG British Humanist Association [Associação Humanista Britânica] que tem como objetivo disseminar os pensamentos seculares para uma sociedade cada vez mais agnóstica, como são os ingleses.
“Apesar de metade da população do Reino Unido se declarar agnóstica, as perspectivas humanistas sobre as grandes questões da vida humana ainda não alcançam tantas pessoas quanto aquelas de temática religiosa”, disse a entidade em entrevista à BBC.
As frases espalhadas são assinadas por nomes como George Eliot e Virginia Woolf e os filósofos Bertrand Russell e A.C. Grayling, mostrando a perspectiva humanista às grandes questões da existência humana. Além dos cartazes essas frases também serão compartilhadas nas redes sociais junto com testes de perguntas e respostas para encorajar o público a refletir sobre a vida.
“Nossas escolas públicas ensinam religiões, mas outras visões de mundo não-religiosas, como o Humanismo, não recebem tratamento semelhante”, reclama a BHA que cita a falta de uma participação agnóstica em programas como o “Thought for the Commute” [Pensamento para os passageiros], da BBC Radio 4.
“Nossa imprensa pública, a BBC, transmite orações e sermões, mas raramente vemos um conteúdo com questões de valor e significado de um ponto de vista humanista. Como resultado, muitas pessoas cujas crenças são essencialmente humanistas não se dão conta deste fato”.
A ONG BHA tem como meta promover o Estado secular oferecendo programas voltados para pessoas agnósticas “que buscam viver vidas éticas e completas com base na razão e na humanidade, promovendo um Estado secular e tratamento equânime em lei e política, independente da religião e da crença”.

300 mil exemplares da Bíblia em farsi serão distribuídos no Irã

Os livros serão incluídos secretamente dentro do país nos próximos três anos
300 mil exemplares da Bíblia em farsi serão distribuídos no Irã
Segundo o The Times, 300 mil exemplares da Bíblia serão distribuídos no Irã de forma secreta. O livro sagrado é uma versão em farsi (persa), língua oficial do país que tem mais de 75 milhões de pessoas.
Essa quantidade de livros deve entrar no país nos próximos três anos com o objetivo de auxiliar os cristãos locais e evangelizar. Os missionários que trabalham na região afirmam que a comunidade cristã no país é a que mais cresce no mundo, chegando a 20% ao ano.
Hoje o Irã tem cerca de 400 mil cristãos, uma minoria religiosa que sofre com a perseguição. O clero muçulmano é contra a difusão da Bíblia no país e persegue os cristãos.
O transporte desses livros precisa ser feito secretamente, pois ser visto com uma Bíblia pode ser motivo de prisão. A ideia é incluir os exemplares da Bíblia aos poucos para evitar confrontos, prisões e mortes.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Deus não é suficiente para explicar a criação do universo, diz físico ateu

Stephen Hawking falou para uma plateia ateísta sobre a criação do universo através do Big Bang
 "este é mais um que acredita no pai natal e no coelho da pascoa" --- Andriel
Foto: DESIREE MARTIN / AFP
A criação do universo é um dos assuntos que mais divide a fé e a ciência. Se para os religiosos Deus é responsável pelo universo e tudo que nele há, para os cientistas esta explicação não é válida, ou não suficiente como afirmou o físico Stephen Hawkings.
Hawkings participou de uma palestra no Festival Starmus em Tenerife, nas Ilhas Canárias e causou euforia na plateia quando declarou sua posição ateísta quanto ao surgimento do universo.
“Deus não é suficiente para explicar o surgimento do universo”, disse ele sendo aplaudido pelos presentes. “É necessário um criador para explicar como o universo começou? Ou o estado inicial do universo é determinado por uma lei da ciência?”, questionou.
Hawking declarou que a teoria do Big Bang é a melhor forma de explicar como tudo surgiu e fez diversas piadas para entreter quem assistia a palestra fazendo, por diversas vezes, piadas ligadas à religião.
Uma dessas piadas irônicas falou sobre uma palestra sobre cosmologia que ele ministrou no Vaticano. Em um momento membros do clero lhe disseram que era o “suficiente estudar o universo uma vez que ele fora criado, mas não investigar o início em si, já que este é o momento da obra de Deus”.
O físico então falou que já havia apresentado na conferência um documento sugerindo outra explicação para o surgimento do universo, mas que não falou aos clérigos por medo. “Não me agrada a ideia de que eu poderia receber de presente a Inquisição, como Galileu recebeu”, afirmou.
Em outro momento Hawking citou Santo Agostinho quando este questionou o que Deus estava fazendo antes de criar o Universo. Para o físico Deus “estava preparando o inferno para aqueles que fizerem perguntas desse tipo”.
A palestra falou sobre a descoberta de sinais de fundo de micro-ondas, que seria o eco do Big Bang, que pode indicar que o universo não tenha existido eternamente. O físico também comentou sobre a primeira evidência direta para o Big Bang que foi descoberta na Antártica, o que pode comprovar que o universo nasceu de uma explosão cósmica, contrariando o que a Palavra de Deus afirma. Com informações O Globo.

Justiça absolve ativistas seminuas que invadiram catedral

Para padre brasileiro a decisão inaugura o direito à blasfêmia
Justiça absolve ativistas seminuas que invadiram catedral
Em fevereiro do ano passado a catedral de Notre Dame, em Paris, foi invadida por feministas do Femen que, semi-nuas, comemoravam a renúncia do Papa Bento 16, tocando os sinos da igreja com bastões de madeira.
Acusadas de danificarem três sinos que estavam expostos em comemoração aos 850 anos da catedral, as feministas foram absolvidas pelo Tribunal Pena de Paris e comemoraram a decisão que não as condenou por blasfemar contra igrejas.
“Temos orgulho de saber que a blasfêmia é um direito e que não seremos condenadas por isso”, disse Inna Shevchenko, uma das fundadoras do Femen. A ativista afirmou que no final o julgamento foi pelos sinos danificados e não pelo protesto contra o catolicismo e contra a figura do papa. “Isso nos encoraja a continuarmos com nossa ação”.
De fato a crítica que as ativistas fizeram à fé cristã não foi julgada, os advogados da Notre Dame reclamavam pelos três sinos revestidos de ouro que tiveram a parte externa desgastada pelos golpes das manifestantes que invadiram a igreja.
O advogado do Femen garantiu que elas usaram um feltro em volta dos bastões para impedir que os sinos fossem danificados. O Ministério Público, que moveu a ação, pedia uma multa de 1,5 mil euros (R$ 4,5 mil) para cada uma das nove mulheres que participaram do ato. Mas por falta de provas para os danos aos sinos, a justiça resolveu absolvê-las.
Por outro lado o Tribunal resolveu multar os vigias do templo por “violência contra as mulheres” exigindo o pagamento de valores que vão de 300 euros a 1 mil euros (R$ 900 a R$ 3 mil).

Decisão gera crítica de autoridades

A decisão do Tribunal de Paris gerou muitas críticas de religiosos e políticos franceses. Thierry Mariani, ex-ministro e deputado do partido UMP, disse que a absolver as ativistas é estimular os provocadores. O senador Bruno Relaileau também criticou o fato. “A absolvição da Femen nada mais é do que uma autorização para destruir e odiar”.
O abade Pierre-Hervé Grosjean considerou a decisão como “lamentável” e disse que é preciso educar as pessoas a respeitarem as religiões e os locais de culto.
No Brasil o padre Paulo Ricardo afirmou que o Tribunal de Paris inaugurou o direito à blasfêmia. O pároco não apenas discordou da decisão como lamentou a preocupação com os sinos, algo material, enquanto o que realmente importava era a profanação que as ativistas fizeram no templo.
“Para esta triste época, em que a impunidade é encorajada, o ateísmo é acolhido como ‘religião oficial’ do Estado e a blasfêmia não só é praticada, como transformada em ‘direito’, não resta senão suplicar a Cristo que suscite nos corações dos cristãos o amor a Deus e o empenho de, mais uma vez, salvar o Ocidente da barbárie”, escreveu em seu blogCom informações BBC

Menino emociona internautas narrando histórias bíblicas

Os vídeos são postados pelo pai da criança que frequenta a Igreja Adventista no Recife Brasil
Menino emociona internautas narrando histórias bíblicas
Nos últimos meses o evangélico Elias Leite tem postado em seu canal do Youtube alguns vídeos onde o seu filho, Benício Rios, aparece contando histórias bíblicas.
O garotinho narra histórias como a criação do mundo, a passagem bíblica sobre Davi e Golias, a história de Noé e outras, sempre de uma forma simples onde adultos e crianças conseguem compreender.
Os vídeos estão sendo compartilhados nas redes sociais e emocionando pessoas de todo o Brasil. O vídeo mais visto conta com mais de 56 mil visualizações que é a história do Filho Pródigo, filmada em um parque.
A família de Benício frequenta a Igreja Adventista do Sétimo Dia em Recife (PE), denominação que tem até ajudado a promover os vídeos em seu site.
O primeiro vídeo de Benício foi postado há cinco meses com a história de Davi e Golias. Depois deste vídeo o pai do garoto publicou mais seis histórias, juntas elas somam mais de 112 mil visualizações no Youtube e milhares de comentários.
Muitos dos internautas deixam registrado que estão usando os vídeos de Benício Rios para ensinar crianças nas igrejas e em suas casas. “Apresentei esse vídeo na EBD para os meus alunos e foi uma benção. Eles ficaram vidrados prestando atenção, já havia passado vários vídeos, mas nenhum tinha prendido tanto a atenção deles como esse”, disse uma internauta.
A família do pequeno criou uma página no Facebook para divulgar imagens e os vídeos, para acompanhar acesse www.facebook.com/benicioriosr.
Assista:

sábado, 27 de setembro de 2014

Matar em nome de Deus é grande sacrilégio, diz Papa Francisco

O líder da Igreja Católica esteve na Albânia em sua quarta viagem internacional
Matar em nome de Deus é grande sacrilégio, diz Papa FranciscoMatar em nome de Deus é grande sacrilégio, diz papa
O papa Francisco condenou quem mata “em nome de Deus”, uma forte crítica aos extremistas muçulmanos. Francisco estava neste domingo (21) na Albânia onde ministrou uma missa para cerca de 250 mil pessoas, segundo o Vaticano.
“Ninguém pode usar o nome de Deus para cometer violência. Matar em nome de Deus é um grande sacrilégio. Discriminar em nome de Deus é desumano. Ninguém pode pensar em usar Deus como escudo enquanto planeja e executa atos de violência e de sofrimento”, disse.
Bergoglio falou sobre a tolerância entre as religiões e diferenças e citou a si próprio como exemplo de convivência pacífica dizendo que a “religião autêntica é fonte de paz e não de violência”.
Diante dos fiéis, Francisco disse que estava “muito feliz” por estar na Albânia, “terra de heróis que sacrificaram a vida pela independência do país” e “terra de mártires que testemunharam sua fé em tempos difíceis de perseguição”.
Falando especificamente com os jovens, o líder católico pediu para que eles saibam dizer não a idolatria, ao dinheiro e para a falsa liberdade individualista e que digam sim para a cultura do encontro e da solidariedade.
No final da missa ele defendeu a “pacífica e frutuosa convivência entre pessoas e comunidades pertencentes às religiões diversas é possível e praticável e um bem inestimável para a paz e para o desenvolvimento harmonioso de um povo”.
Na Albânia a maioria da população é muçulmana e havia temores de que soldados do Estado Islâmico estivessem presentes na missa com o objetivo de matar o Papa, já que ele vem recebendo ameaças desse grupo. No país apenas 15% da população é católica. Com informações Exame.

Pastor transforma gasolina em suco para provar sua fé

Suposto milagre gera polêmica na África do Sul
Pastor transforma gasolina em suco para provar sua fé
Desde 2002, o pastor Lesego Daniel é líder do Ministério Centro Raboni, em Garankuwa, ao norte de Pretória, a capital executiva da África do Sul. Suas mensagens polêmicas têm atraído críticas de milhares de pessoas, embora os membros testemunhem muitos milagres nos cultos.
No início do ano, ficou mundialmente conhecido por ensinar os fiéis de sua congregação a comer grama por que, desta maneira, poderiam estar “mais perto de Deus”. Muitos membros da congregação acabaram passando mal ao passo que alguns alegavam terem sido curados após terem feito isso.
No final do mês passado, o vídeo de um dos “milagres” realizados num culto de domingo começou a circular na internet. Ao pregar sobre o poder da fé, um dos pastores associados do ministério de Daniel pega uma garrafa contendo gasolina e joga um pouco do líquido em uma bacia. Depois, acende um fósforo e prova diante da congregação que é, de fato, um líquido inflamável.
Ato contínuo, afirma que pela sua fé, o conteúdo da garrafa se transformaria em suco de abacaxi. O pastor bebe um pouco e parece se engasgar, mas testifica que é realmente suco. O processo todo ocupa os primeiros 7 minutos do material. O pastor de colete que aparece no início é Lesego, que nos primeiros minutos do vídeo lança o desafio para que as pessoas exercitem sua fé.
O vídeo teve mais de 150 mil visualizações. No início traz o seguinte aviso “o nível de unção não é o mesmo. Se você não consegue transformar água em vinho, não tente fazer isso”. Quando as pessoas da congregação pedem para provar o suco “milagroso”, várias delas ouvem do pregador que o líquido poderia garantir “bênçãos”.
O discurso do pastor após as pessoas terem tomado a gasolina transformada em suco é que esse era algo profético, que estava disponível apenas para aqueles que realmente criam. Comparou à passagem bíblica de Apocalipse capítulo 10, quando o profeta recebe um livrinho de Deus que na boca era “doce como mel”, mas chegava amargo ao seu ventre.
O material foi amplamente divulgado na África do Sul e, como era esperado, gerou muitos comentários maldosos e questionamentos sobre o sentido de tal milagre. Com informações de The Citizen
Assista:

Nigéria anuncia morte do líder do Boko Haram

Um combatente que se passa por ele nos vídeos também foi morto
Nigéria anuncia morte do líder do Boko HaramNigéria anuncia morte do líder do Boko Haram
O exército da Nigéria afirmou nesta quarta-feira (24) que o líder do grupo Boko Haram, Abubakar Shekau, foi morto. As autoridades nigerianas não explicaram, porém, como e quando isso aconteceu.
O Boko Haram é um grupo extremista islâmico que tenta criar um califado no noroeste da Nigéria. Para isso os terroristas mataram e expulsaram milhares de pessoas desde 2009.
Em abril deste ano uma ação do grupo gerou uma manifestação internacional quando os extremistas cercaram uma escola em Chibok e sequestraram mais de 200 meninas. Muitas conseguiram fugir, outras continuam desaparecidas.
A morte de Shekau já havia sido anunciada em duas oportunidades nos últimos anos, mas esta é a primeira vez que o exército nigeriano faz um anúncio oficial feito pelo porta-voz militar Chris Olukolade.
Um combatente islamita, chamado de Mohamed Bashir, também foi morto durante combates na cidade de Kondunga, em Borno, segundo informações de Olukolade.
“Bashir tem atuado ou aparecido em vídeos como se fosse o falecido Abubakar Shekau, o excêntrico personagem conhecido como líder do grupo Boko Haram”, disse o porta-voz. Com informações G1.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Religião não torna as pessoas mais morais, afirma estudo

O objetivo era avaliar como a moralidade na vida quotidiana difere entre as pessoas~
Religião não torna as pessoas mais morais, afirma estudoReligião não torna as pessoas mais morais
Um novo estudo publicado este mês afirma que pessoas religiosas não são mais propensas a fazer o bem que os “não religiosos” (incluindo ateus e agnósticos). Os pesquisadores entrevistaram 1.252 adultos de diferentes religiões e posições políticas. Pediram que eles registrassem as boas e más ações que cometeram, testemunharam, ouviram falar ou sofreram ao longo de um dia.
O objetivo era avaliar como a moralidade na vida quotidiana difere entre as pessoas, explica Daniel Wisneski, doutor em psicologia pela Universidade de Illinois em Chicago, líder do estudo.
Os pesquisadores comprovaram que pessoas religiosas e não religiosas cometem um número semelhante de atos morais. Ao contrário de outros estudos semelhantes, a afiliação religiosa ou política não determinam necessariamente a compreensão de uma pessoa sobre o que é certo ou errado. Contudo, existem algumas diferenças marcantes como as pessoas de diferentes grupos responderam emocionalmente aos chamados “fenômenos morais”.
Wisneski relata que, por exemplo, as pessoas que se declararam religiosas experimentam maior intensidade nas emoções autoconscientes (culpa, vergonha e desgosto) que as pessoas não religiosas. Ou seja, ficavam mais chocadas e indignadas ao testemunhar ou cometer um ato imoral.
Os religiosos relatam ainda ter um maior “senso de orgulho e gratidão” após cometer atos morais. Do ponto de vista político, liberais e conservadores tendem a pensar em fenômenos morais de formas diferentes.  Os liberais são mais afetados emocionalmente por atos morais ou imorais envolvendo questões de justiça ou injustiça. Já os conservadores deram mais peso a atos de lealdade ou traição.
Segundo os autores, os resultados reforçam teorias sobre a natureza da fofoca, pois as pessoas ouvem falar mais sobre os atos imorais dos outros. O mesmo vale para o chamado “contágio moral” (quem testemunha mais atos morais tendem a reproduzi-los depois) e a “licenciosidade moral” (quem foi vítima de ato imoral tende a se comportar de modo imoral).
O experimento não foi conduzido em laboratório, mas em situações mais realistas, com pesquisas enviadas aos participantes pelo celular quatro vezes ao dia ao longo de três dias. O questionário incluía ainda um pedido para a descrição desse ato moral e como os voluntários se sentiam a respeito dele. Com informaçõesThe Blaze e Live Science

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