Estranhos casos de possessão: Mulher fica possuída no Metro

A pessoa que viu as cenas, achou tão estranho que começou a filmar e assim flagrou o que muitos acreditam ser um caso real de possessão demoníaca.
Se excluirmos a possibilidade de isso ser algum tipo de pegadinha ou viral de internet (uma hipótese que hoje em dia jamais pode ser descartada com o que quer que seja) sobram duas hipóteses potenciais para o que vimos neste video:
  • A mulher sofre algum tipo de transtorno mental.
  • A mulher efetivamente foi possuída por algum tipo de entidade desconhecida.
Evidentemente, há em algum grau, uma espécie de interseção entre esses dois elementos potenciais. Eu realmente acredito que as pessoas que são propensas a serem possuídas não são exemplares perfeitos do que se convencionou chamar de “normais” – e que na verdade, são uma abstração mental. A normalidade não existe. Não há uma fronteira tão delimitada entre a normalidade e a insanidade como o senso comum gosta de crer.
Você pode até considerar que a possessão demoníaca seja uma construção cultural, produto de um sistema de crenças antigo, arraigado nas sociedades humanas desde milhares de anos atrás. Está em parte certo de pensar assim, mas também poderá se surpreender de saber que a Possessão demoníaca é reconhecida pela CID 10 (Classificação internacional de doenças) onde aparece no item F.44.3 que diz:
Define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Embora a CID 10 reconheça a natureza do problema, hoje é quase um consenso científico que a maioria dos casos de possessão demoníaca são distúrbios sociológicos, e não patológicos.
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Por outro lado, muitas culturas e religiões contêm algum conceito de possessão demoníaca, embora tendo seus detalhes e particularidades variando bastante. As mais antigas referências à uma ideia de possessão demoníaca vêm dos sumérios, que acreditavam que todas as doenças do corpo e da mente seriam causadas por “demônios de doenças” chamados gidimou gid-dim.
Os sacerdotes que praticavam exorcismos nessas nações eram chamados de ashipu(feiticeiro) em oposição a um asu (médico), que aplicava bandagens e pomadas e estavam mais focados nas questões de natureza física.
Muitas tábuas cuneiformes contêm orações para certos deuses pedindo proteção contra os demônios, enquanto outras pedem aos deuses para expulsar os demônios que “invadiram seus corpos”.
As culturas xamânicas também acreditam em possessões demoníacas e os xamãs realizam os exorcismos. Nessas culturas, as doenças são muitas vezes atribuídas à presença de um espírito vingativo (ou raramente chamado de demônio) no corpo do paciente. Estes espíritos eram mais frequentemente descritos como espectros de animais ou pessoas injustiçadas pelo portador, os ritos de exorcismo geralmente eram compostos de ofertas respeitosas ou ofertas de sacrifício.
Mas na sociedade moderna, quem mais contribuiu para o conceito de possessão foi o cristianismo. As religiões de matriz cristãs afirmam que a posse deriva do Diabo, ou seja, Satanás, ou de um de seus demônios. Em muitos sistemas de crença cristãos, Satanás e seus demônios são descritos como anjos caídos, simbolizando os aspectos negativos, como o mal em oposição à bondade divina.
Os ateus tendem a duvidar solenemente da ação de entidades sobrenaturais nas pessoas possuídas, porque faz pouco sentido que exista um demônio se não existe um Deus. Porém, há um vácuo entre não acreditar que o possuído esteja sob julgo de um ser sobrenatural e duvidar que esteja realmente com comportamentos anormais.
A tendência de creditar as possessões aos transtornos de ordem mental são reforçados pelos sintomas de inúmeros casos. Aqueles que professam a crença em possessões demoníacas por vezes descrevem sintomas que são comuns a várias doenças mentais, como histeria, mania, psicose, síndrome de Tourette, epilepsia, esquizofrenia ou transtorno dissociativo de identidade (a chamada popularmente dupla identidade).
Em casos de transtorno dissociativo de identidade em que a personalidade é questionada quanto à sua identidade, 29% são relatados como possessões de demônios. Sem falar que há uma forma de monomania denominada “demoniomania” ou “demonopatia” em que o paciente acredita que está possuído por um ou mais demônios.
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A ilusão de que o exorcismo funciona em pessoas com sintomas de possessão é atribuída por alguns ao efeito placebo e ao poder da sugestão. Algumas pessoas supostamente possuídas são realmente narcisistas ou sofrem de baixa auto-estima e agem como uma “pessoa possuída por um demônio” com o propósito de ganhar atenção.
Mesmo que a condição de “possuído” não seja aceita cientificamente como um diagnóstico psiquiátrico válido, nem todos os cientistas tendem a concordar com isso.
O psiquiatra M. Scott Peck pesquisou exorcismos e alegou ter realizado dois rituais do tipo em si mesmo. Ele concluiu que o conceito cristão de posse foi um verdadeiro fenômeno.
Scott Peck derivou critérios diagnósticos pouco diferentes dos utilizados pela Igreja Católica Romana. Ele também afirmou ter visto as diferenças nos processos de exorcismo e de progressão. Depois de suas experiências e na tentativa de validar a sua pesquisa, ele tentou, sem sucesso, convencer a comunidade psiquiátrica para adicionar a definição de “MAL” para o DSM-IV.
Embora os trabalhos anteriores ao de Peck tenham recebido aceitação popular generalizada, sua pesquisa sobre os temas do mal e possessões gerou um forte debate. Muito foi feito em tentar associar a imagem de Peck ao do polêmico Malachi Martin, um padre católico romano e um ex-jesuíta, apesar do fato de Peck tê-lo chamado de “mentiroso” e “manipulador”.
A ideia de uma possessão demoníaca ganhou bastante energia quando o filme O exorcista levou multidões ao cinema, para se horrorizarem com o caso da pequena e frágil jovem, que é controlada por um demônio.
O filme O exorcista é considerado até hoje o mais assustador filme de terror já feito.
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Para muitas pessoas a simples musiquinha do filme já basta para causar arrepiantes calafrios. Apaga a luz e dá um play aí!

Em parte, o sucesso na construção do medo, feito pelo livro e posteriormente cristalizado por Hollywood, se deve ao fato de que a audiência sai do cinema pensando se aquilo realmente pode acontecer com eles. E talvez possa mesmo!




CASOS FAMOSOS DE POSSESSÃO DEMONÍACA

(Algumas fotos que ilustram os casos são meramente ilustrativas)

A POSSESSÃO DE CLARA GERMANA CELE

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Em 1906, uma estudante religiosa chamada Clara Germana Cele vivia na Missão de São Miguel, em Natal, África do Sul.
Por alguma razão, Cele fez um pacto com Satanás. A história do pacto que justificou sua possessão só foi relatada anos mais tarde por ela ao padre que foi seu confessor.
Quando ela tinha 16 anos de idade, e apenas alguns dias depois, Cele foi ultrapassado por impulsos estranhos. Ela sentiu uma súbita repulsa por artefatos religiosos como crucifixos. A menina começou a falar e entender várias línguas de que ela não tinha conhecimento prévio. Ela se tornou clarividente em relação aos pensamentos e histórias das pessoas ao seu redor. As freiras que conviviam com ela relataram que a moça passou a produzir sons horríveis, com grunhidos animalescos e desesperadores, que injetavam o mais puro terror quem todos que escutavam. Não obstante, ela também levitou um metro e meio no ar diante de testemunhas.
Eu acredito que a cena da levitação em O exorcista tenha se baseado neste caso.
Eventualmente, dois padres foram trazidos para realizar um exorcismo. Cele tentou estrangular um dos sacerdotes com a estola, e mais de cento e setenta pessoas testemunharam sua levitação diante dos sacerdotes que não paravam de ler as Escrituras. Ao longo de dois dias, os ritos de exorcismo sem trégua conseguiram remover os espíritos das trevas de seu corpo.

A POSSESSÃO DE ANNELIESE MICHEL

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Anneliese Michel é um caso controverso e trágico, onde seu exorcismo acabou parando nos tribunais. Aos dezesseis anos de idade (mesma idade da possuída Clara Cele), Anneliese Michel tinha um histórico de doença mental e epilepsia, por que muitas vezes a levou a tratamento psiquiátrico e hospitalar.
Em 1973, Anneliese Michel se tornou suicida, passou a ter repulsa por todos os artefatos religiosos, bebeu sua própria urina, e começou a ouvir vozes. A medicina tradicional não conseguiu resolver os problemas, e foi sugerido à família que pedissem a ajuda a um padre, porque ela acreditava que ela estava possuída por demônios.
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Embora seu pedido fosse a princípio rejeitado pela Igreja, dois padres locais secretamente começaram a tratá-la com os ritos de exorcismo. Enquanto isso, os pais dela pararam de tratar sua epilepsia e transtornos mentais. A moça iria morrer dentro de um ano. Michel tinha sofrido quase setenta tentativas de exorcismos realizados ao longo de 10 meses. Ela se recusou a comer, e muitas vezes falou que iria morrer como um mártir. Muitas das tentativas de exorcismos foram registradas em audio e fotografias, o que causa medo e arrepios em muita gente, que v~e nesses registros a manifestação do mal em sua forma mais clara:

Em 1 de julho de 1976, Anneliese morreu durante o sono. O relatório da autópsia indicou a causa da morte foi desnutrição e desidratação de quase um ano de semi-inanição, enquanto os rituais de exorcismo eram realizadas.

A POSSESSÃO DE ROLAND DOE

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Este caso ficou famoso quando se revelou que seria este o caso que servira de base para o livro “o exorcista”. De fato, o caso de possessão se deu com um homem, o que é relativamente incomum.
Aos 14 anos de idade, Roland Doe foi vítima de uma das mais emblemáticas histórias de possessão demoníaca.
Na verdade, Roland Doe não é seu nome verdadeiro; é um pseudônimo atribuído a ele pela Igreja Católica, a fim de preservar a privacidade do menino. No final de 1940, a tia de Doe encorajou-o a usar uma tábua de Ouija, e muitos especulam que após a morte da tia, o rapaz tentou entrar em contato com ela através daquele tabuleiro Ouija, um ato que “abriu a porta para os demônios” que queriam possuí-lo. A possessão começou com sons estranhos, como gotas de água, que ninguém conseguia identificar de onde vinham.
Eventualmente, artefatos religiosos começaram a tremer e voar fora das paredes, e passos inexplicáveis ??e ruídos podiam ser ouvidos ao redor da casa. Arranhões começaram a aparecer no corpo do menino, incluindo palavras que pareciam ter sido esculpidos em sua carne por garras invisíveis. Logo o rapaz começava a falar em línguas diversas, em voz gutural e daí passou a levitar no ar, com seu corpo contorcido de dor. Sua família, desesperada, trouxe um padre católico, que determinou que o rapaz estava mesmo possuído por espíritos malignos e precisava de um exorcismo. O ritual de exorcismo foi realizado mais de trinta vezes, com o menino ferindo o padre muitas vezes. Quando, finalmente, o rito foi bem sucedida, o hospital inteiro ouviu os gritos de uma angústia bestial e muitos relataram sentir um estranho cheiro de enxofre no ar.

A POSSESSÃO DE MICHEL TAYLOR

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Michael Taylor e sua esposa, Christine, moravam em uma pequena cidade na Grã-Bretanha chamado Ossett.
O casal era muito religioso, e se juntou a um grupo de oração. Em uma reunião em 1974, Christine Taylor acusou o marido de ter um caso com a lider do grupo de oração, fato que ambos negaram veementemente.
Michael Taylor, em seguida vomitou obscenidades e começou a atuar de modo extremamente bizarro, levando testemunhas para pensar que ele parecia possuído pelo mal. Depois de meses de comportamento louco, Taylor, eventualmente, foi visitado por um padre, que realizou um exorcismo. O exorcismo durou bem mais de 24 horas, e os sacerdotes envolvidos afirmaram ter removido quarenta demônios do corpo do homem. No entanto, antes de sair, os sacerdotes lhe advertiram que o demônio do assassinato permaneceu dormente em sua alma. Assim que Taylor chegou em casa, ele brutalmente assassinou sua esposa e seu cachorro. Mais tarde ele foi encontrado vagando pelas ruas, em transe e coberto de sangue. Em seu julgamento, ele foi absolvido por “razões de insanidade”.

O CASO JULIA

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Em 2008, o Dr. Richard E. Gallagher, um psiquiatra e professor de psiquiatria clínica no New York Medical College, documentou o caso de uma paciente apelidado de “Julia”, a quem ele deduziu estava realmente possuído por demônios.
É raro que um cientista e psiquiatra reconheça a possibilidade de possessão. Normalmente os médicos pensam que a posse seja algo fraudulento ou resultado de uma doença mental.
Mas neste caso, o Dr. Gallagher se convenceu que aqueles itens voando ao redor da sala, Julia levitando na cama, e falando em línguas misteriosas, além de saber coisas sobre as pessoas ao seu redor que ela não conhecia não podia ser somente obra do cérebro dela.
Aqui está um trecho de Gallagher descreve:
“Periodicamente, em nossa presença, Julia iria entrar em um estado de transe de natureza recorrente[…] Indivíduos mentalmente perturbados muitas vezes “dissociam”, mas os transes de Julia foram acompanhados por um fenômeno incomum: De sua boca saíam várias ameaças, insultos e linguagem escatológica, frases como “Deixe ela em paz, seu idiota”,”Ela é nossa”, “Deixe, seu sacerdote imbecil” ou apenas “Deixe”. O tom dessa voz era marcadamente diferente da voz da própria Julia, e variava, às vezes soando gutural e vagamente masculino, em outros pontos de em um tom agudo. A maioria de seus comentários durante estes ‘transes’, ou nos exorcismos posteriores, exibia um desprezo acentuado por tudo que fosse religioso ou sagrado.”

A POSSESSÃO DE ARNE CHEYENNE JOHNSON

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Conhecido como “o caso do julgamento do demônio assassino”, o caso de Arne Cheyenne Johnson é o primeiro caso em tribunal dos Estados Unidos no qual a defesa tentou provar que o réu não era culpado por estar possuído.
Em 1981, Arne Cheyenne Johnson assassinou Alan Bono, em Connecticut. Os advogados de Johnson argumentaram que suas ações indicaram um padrão de comportamento errático que tinha começado quando Johnson era apenas uma criança. A família de Johnson já tinham até consultado os “demonologistas” Ed e Lorraine Warren, dizendo que a criança tinha sido insultada e era assediada por entidades desconhecidas ao longo de toda sua vida. Eles também afirmaram que seus mal-feitos não resultavam de um distúrbio psicológico, mas de clara possessão demoníaca. Em última instância, o juiz determinou que a possessão demoníaca não era “uma defesa válida contra assassinato em primeiro grau”.
Johnson foi condenado.

O CASO DE GEORGE LUKINS

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Em 1778, o alfaiate Inglês George Lukins alegou estar possuído.
O homem costumava cantar em voz e linguagem que não era as suas e, finalmente, os vizinhos, preocupados com seu comportamento cada vez mais assustador, pediram auxílio da igreja.
Lukins foi enviado para um hospital por mais de 20 meses, mas os médicos não resolvera, seus problemas.
Seus cuidadores o colocaram para fora do hospital, com medo e com uma estranha certeza de que Lukins estava realmente possuído. Durante sua possessão, um Lukins muito violento alegou que ele era o diabo, e entre momentos em que latia como um cão raivoso, e cantava hinos de trás para frente, coloocava medo em todo mundo que via seu estado.
Em 1778, depois que Lukins alegou estar possuída por sete demônios que só poderiam ser expulsos por sete sacerdotes, a igreja se envolveu de fato. Sete sacerdotes reunidos na Igreja, conduziram o ritual de exorcismo. Quando a cerimônia acabou, sacerdotes alegaram que o homem havia sido libertado dos demônios que ele possuía, e George Lukins exclamou: “Bem-aventurado Jesus!”
Lukins então louvou a Deus, recitou a oração do Senhor, e agradeceu aos sacerdotes.

O CASO DE ANNA ECKLUND

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Este é possivelmente um dos bens mais divulgados durante o século XX. Ele foi escrito pelo autor alemão Reverendo Carl Vogl. Existe uma infinidade de informação que se pode encontrar na internet sobre este evento. Rosemary Ellen Guiley escreveu sobre o caso no livro, “The Encyclopedia of Demons & Demonology”.
Ela tinha apenas 14 anos de idade quando foi possuída. Natural de Earling, Iowa, a jovem Anna Ecklund começou a mostrar sinais de possessão demoníaca, o que causou medo na pequena comunidade cristã ao qual ela pertencia.
A menina tinha sido uma católica devota, embora seu pai e tia praticassem feitiçaria. Há quem sustente que sua tia feiticeira teria amaldiçoado a menina rotineiramente e usava ervas para contaminar a comida. Logo, a garota mudou o comportamento. Ela não podia tolerar artefatos religiosos nas proximidades, tornou-se sexualmente depravada, e não conseguira entrar em uma igreja.
Em 1912, a menina passou por um exorcismo bem-sucedido, mas depois de ser “curada” de sua possessão, seu pai e tia realizaram um ritual para que Satanás a fizesse sofrer ainda mais, e dentro de um ano, a menina já estava possuída por várias entidades, muitas das quais, acredita-se eram as mesmas que possuíam Annaliese Michel.
Em 1928, Ecklund novamente procurou a ajuda da igreja. Ela foi colocada em um convento onde seria exorcizada. Ali o comportamento da garota piorou muito enquanto estava sob cuidado das freiras. Quando as freiras abençoavam a comida antes de entrar em seu quarto, Ecklund podia pressentir a bênção.
Ela iria assobiar para as freiras e jogava a comida no chão.
A menina só tolerava alimentos que não tivessem sido abençoados. Testemunhas viram a garota falar e entender línguas estrangeiras que nunca estudou. Eles também alegaram que ela desafiou a gravidade, levitando e agarrando-se à parede. A menina era vidente e muitas vezes vomitava e cuspia nos sacerdotes.
Seus olhos se arregalaram e seu corpo estava tão inchado e pesado que ela quase quebrou a cama de ferro em que estava. Depois de 23 dias e três rituais de exorcismo completos, os clérigos finalmente declararam seu corpo livre dos demônios.
Como podemos ver, há um grande numero de casos, que estimulam a imaginação das pessoas. Se eles são reais ou não, creio que não me caiba dizer. Respeito igualmente os que acreditam nessas manifestações do mal, e os que não acreditam com base na falta de evidências concretas com relação ao fenômeno. No entanto, há alguns pequenos registros, que vez ou outra nos levam a questionar a existência esses macabros fenômenos. Veja, por exemplo, esta suposta possessão registrada ela câmera de segurança num mercadinho (presta atenção no que rola no final):
Outra coisa que chama a atenção são casos como os exorcismos entre muçulmanos.
E também acontece na Índia:
Mesmo que a ciência tradicional nos diga que todo esse conjunto de elementos são produtos da mente perturbada das pessoas, potencializadas pelas religiões diversas, isso não atenua o cagacinho que esse assunto nos dá.

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