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domingo, 27 de dezembro de 2015

O que causa uma guerra?

Religião, disputa por dinheiro, território, e "n" outros motivos que o cartunista Gunduz Agayev retratou como ninguém em uma série de ilustrações poderosas.

Mas, para ele, a resposta para a pergunta aí de cima é uma só: a humanidade.
Acompanhe essas 10 ilustrações que te farão reflectir pelo resto do dia:









"Enterros antidemónio" encontrados na Polónia

Archaeologists find corpses’ buried with sickles around their necks to stop them rising up as DEMONS

O que significam as foices encostadas aos pescoços de vários esqueletos encontrados na Polónia?
Os arqueólogos que trabalharam essa descoberta referem que será uma prova de crenças mágicas e sobretudo medo de demónios.
A descoberta foi feita no cemitério polaco de Drawsko, com esqueletos que datam dos séculos XVII e XVIII. Quatro dos 250 esqueletos encontrados tinham foices encostadas às gargantas e havia ainda um quinto com uma foice na zona dos quadris.
A resurgence of paganism may once have brought demonic fears to early-modern peoples, but an ancient Polish community found a way to cope. A sharp, curved iron sickle pressed against the throat or hips of a body guaranteed that if the dead rose back up, they wouldn't get very far
LiveScience, que dá conta das conclusões do estudo publicado, fala em "enterros do demónio" e cita o conceito de enterros "antidemoníacos" usado pelos cientistas em causa.
Não é a primeira vez que são descobertos esqueletos com foices, o que numa primeira análise levou a interpretações relacionadas com "vampiros".

domingo, 13 de dezembro de 2015

Achado arqueológico pode mudar construção do 3º Templo


This 1,000-year-old potshard found on the Temple Mount depicting a menorah may have ended centuries of debate on the original design of the Temple Menorah. (Photo: The Temple Mount Sifting Project)
Um pedaço de argila com mais de mil anos de idade pode mudar os preparativos para a construção do 3º Templo. Trata-se do fragmento de um jarro encontrado em escavações no Monte do Templo que apresenta uma menorá pode encerrar séculos de debate sobre o desenho original do candelabro principal do Templo.
Coincidindo com a celebração do Hanukkah, quando judeus do mundo todo lembram a reconquista de seu templo, a descoberta está sendo comemorada. Segundo os arqueólogos, analisando o tipo de argila e textura do caco, conclui-se que é do período de domínio bizantino sobre Jerusalém (324-640 dC).
Embora o desenho da menorá esteja incompleto, pois é apenas um fragmento do original, os especialistas acreditam que era uma representação do Templo.
Esse simples caco pode “lançar luz sobre um antigo debate sobre a aparência da menorá que ficava no Heikal (salão) do Primeiro e do Segundo Templos”, comemora Zachi Dvira, co-fundador e diretor do Sifting Project [Projeto Peneira].
Esse projeto é coordenado pela Universidade Bar-Ilan e a Fundação Cidade de Davi. Desde 1999,analisa todo o material dos mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo e despejados em um vale, perto da Cidade Velha de Jerusalém.
Os muçulmanos – que desde 1967 têm a posse do Monte do Templo – cavaram o local para construções e não permitiram que os judeus tivessem acesso. Obviamente, sua intenção era evitar que achados arqueológicos eliminassem toda a dúvida que naquele local Salomão e Herodes construíram os templos sagrados do judaísmo. Mas os arqueólogos descobriram onde a terra foi jogada e nos últimos 15 anos, cerca de 50% da terra retirada do local sagrado já foi analisada.

Por que a forma é importante?

A descrição da menorá pode ser encontrada no livro do Êxodo (25: 32-40). Embora a Bíblia instrua que os materiais deveriam ser usados, a forma da menorá não é especificada. A versão mais comum de representação é com os ramos curvos. Este, inclusive, é o brasão nacional do Israel moderno.
O fragmento mostra claramente um menorá com os ramos em linha reta. Sua base só pode ser vista parcialmente, mas os arqueólogos acreditam que ela possuía três pernas (duas angulares e uma linha reta).
O Instituto do Templo, instituição religiosa que se dedica a preparar a construção do Terceiro Templo já produziu mais de 70 objetos sagrados, incluindo as peças usados no culto e as vestes do sumo-sacerdote. Tudo segue rigorosamente os relatos da Torá (Antigo Testamento) e a tradição dos rabinos.
Menorá para o Terceiro Templo
Candelabro para o Terceiro Templo

O candelabro feito com quase 50 kg de ouro está exibido ao público perto do Muro das Lamentações. Seu custo aproximado foi 3,2 milhões de dólares. Porém, as hastes são curvas. Como para os rabinos para que os sacrifícios feitos no Terceiro Templo tenham valor, precisam reproduzir rigorosamente os utensílios do Templo de Salomão. Até o momento, ninguém do Instituto do Templo se manifestou sobre o achado desta semana. Com informações de Breaking Israel News

Borracha escolar resolveu mistério dos pergaminhos medievais

Durante muito tempo se acreditou que os pergaminhos ultrafinos eram produzidos com fetos de animais criados apenas para este fim



Bíblias de bolso medievais originárias de França, Inglaterra e Itália foram analisadas por especialistas que tentavam explicar como era possível criar pergaminhos com espessuras tão finas.
Alguns especialistas chegaram a sugerir que o pergaminho ultrafino – com espessura de 0,03 a 0,28 milímetros – era resultado do chamado “velino uterino”, ou seja, pele de fetos bovinos ou de outros animais criados somente para a fabricação desse tipo de pergaminho.
Para desvendar o processo de produção dessas bíblias de bolso, o estudioso de manuscritos antigos, Alexander Devine, e o medievalista da Universidade da Virgínia (EUA), Bruce Holsinger, dividiram um estudo que utilizou uma borracha escolar de PVC para explicar se o material era ou não feito de fetos de animais.
O resultado do estudo foi publicado na última edição da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) e atestam que não, as bíblias de bolso da Idade Média e outros pergaminhos ultrafinos não foram produzidos com velino uterino.
A borracha de PVC foi utilizada para “agarrar” as proteínas provenientes do material durante o estudo e assim os pesquisadores puderam saber a origem do material utilizado para produzir os pergaminhos ultrafinos.
“Os nossos resultados sugerem que o velino ultrafino não provém necessariamente do uso de animais abortados ou recém-nascidos com uma pele ultrafina, mas podem [pelo contrário] refletir a utilização de um processo de produção que permitia transformar em velino de igual qualidade e finura a pele de mamíferos em maturação de diversas espécies”, disse a investigadora Sarah Fiddyment, que participou do estudo.
O especialista em conservação de pergaminhos Jirí Vnoucek, que também assina o relatório publicado na PNAS, diz que na Idade Média já era utilizada uma técnica que permitia afinar a pele durante o processo de fabricação dos pergaminhos.
“Claro que as peles de animais mais novos são as melhores para produzir pergaminho fino, mas posso imaginar que toda a pele era utilizada e que nada era jogado fora.” Com informações Público

Artista faz imagem de Jesus com 24.000 m²

Italiano diz que é “mensagem de esperança” para a humanidade


Dario Gambarin prepared the huge artwork using a tractor
Um artista italiano criou uma imagem de Jesus com 24 mil metros quadrados em um campo na cidade de Verona. A obra só consegue ser vista dos céus.
Dario Gambarin precisou de vários dias para terminar seu enorme trabalho artístico usando um trator. Ele conta que alcançou profundidades e cores diferentes com a ajuda de uma grade rotativa e um arado. O único recurso extra foi um pouco de tinta branca para os olhos.
Chamada de land art, a obra recebeu o nome de “O sofrimento de Cristo”. Gamabrn conta que seu objetivo é mostrar o “momento difícil enfrentado pela humanidade” e trazer uma mensagem de esperança.
Abaixo da figura há uma citação ao início do Jubileu da Misericórdia, decretado pela Igreja Católica e que durará até o final de 2016. Seu lançamento oficial será dia 8 de dezembro, no Vaticano. Com informações de Sky

National Geographic fala sobre o fim dos tempos

Série de programas relacionam acontecimentos recentes com as profecias bíblicas


Guerras, fomes, pestes, terremotos… há razões para acreditarmos que estamos próximos do fim dos tempos? Sim, e não são só os cristãos que acreditam nisto, estamos caminhando para o fim ou já estamos no que Jesus chama de princípio das dores.
O National Geographic resolveu exibir o programa “Sinais do Fim dos Tempos” (Omens Of The Apocalypse) que mostra fatos cientificamente comprovados de que há algo errado no mundo e ainda mostra as profecias reveladas há milhares de anos que tenham relações com esses acontecimentos.
A série mostra guerras como a luta da coalização formada por diversos países, liderados pelos Estados Unidos, que tentam combater o Estado Islâmico. O grupo terrorista tem espalhado medo na Síria, Iraque e também na Líbia e na França, ameaçando atacar outros países.
O objetivo do grupo é implantar a Sharia, a lei islâmica que pune com morte todos os infiéis, isso é, todos os não muçulmanos, ou os que não seguem à risca as determinações da religião.
A fome e a miséria também ganham destaque no programa que mostra como milhões de pessoas ainda morrem por falta de comida no mundo. Em “Sinais do Fim dos Tempos” o destaque é para locais como a Hungria, onde os refugiados estão em campos de concentração vivendo em condições precárias, passando muita fome.
Doenças como ebola e dengue também fazem parte do programa, há uma série de enfermidades que matam milhares de pessoas e os médicos não conseguem identificar como surgiram, como foi o caso de infecções repentinas que assustaram os Estados Unidos recentemente.
Mas os temas sobre o fim do mundo não param por aí: violência, corrupção, conflitos familiares trágicos e catástrofes naturais também estão na lista e muitos deles estão previstos na Palavra de Deus.
A série não é inédita, mas cada vez mais se torna relevante e levanta o debate sobre as profecias bíblicas.

Rebeldes queimam "bruxas" para impor controle na República Centro-Africana



BANGUI (Thomson Reuters Foundation) - Rebeldes da República Centro-Africana sequestraram, queimaram e enterraram vivas "bruxas" em cerimônias públicas, explorando superstições amplamente disseminadas para conseguir impor seu controle em áreas desse país devastado pela guerra, de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas.
O relatório elaborado por funcionários da ONU no âmbito dos direitos humanos, visto exclusivamente pela Thomson Reuters Foundation, contém fotografias chocantes de vítimas amarradas a estacas de madeira sendo conduzidas ao fogo, bem como torsos carbonizados de pessoas que foram submetidas ao ritual.
Segundo o relatório, a tortura ocorreu entre dezembro de 2014 e início de 2015 sob a instrução de líderes da milícia cristã "anti-Balaka", de maioria cristã, que combate rebeldes Seleka em todo o país há mais de dois anos.
A República Centro-Africana mergulhou na violência sectária quando rebeldes muçulmanos tomaram momentaneamente o controle do país, de maioria cristã, em março de 2013. A escalada da violência em ambos os lados semeou o descontrole em todo o interior.
Eleições presidenciais e parlamentares que substituirão um governo de transição e contam com apoio internacional estão previstas para 27 de dezembro, após repetidos atrasos, mas há preocupações generalizadas de mais derramamento de sangue durante a campanha.
Embora a crença em feitiçaria seja comum em toda a África, os investigadores da ONU disseram que aparentemente os rebeldes cristãos recorreram a essas superstições para intimidar, extorquir dinheiro e exercer autoridade sobre áreas sem lei.
"A feitiçaria está firmemente entrincheirada (na República Centro-Africana) e a ausência de autoridade estatal cria um terreno fértil para uma espécie de justiça popular distorcida pelos anti-balakas para seu benefício", disseram os investigadores.
O relatório, produzido por uma equipe de trabalho para a missão de estabilização da ONU, conhecida como Minusca, salienta que há informações de que 13 ataques contra vítimas com idade entre 45 e 70 ocorreram perto de Baoro, em Nana-Mambere, uma das 14 subdivisões do país.
Thomson Reuters 2015 All rights reserved.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Vídeo mostra fantasma de uma criança japonesa


Video muestra el legendario fantasma de un niño en una casa en Japón

Folclore japonês tem uma vasta tradição associada a todos os tipos de fantasmas, vampiros, monstros e goblins. Mas, certamente, fantasmas japoneses são os mais conhecidos para a sociedade japonesa, também conhecido popularmente como Yurei. As crenças tradicionais japonesas afirmam que todo ser humano tem uma alma chamada Reikon.

Após a morte,o Reikon deixa o corpo e entra em um estágio temporário onde espera que os vivos dediquem-se aos ritos finais e rituais funerários. Se os rituais são realizados correctamente o Reikon satisfeito, pode seguir e estar em paz, deixando o limbo espiritual e continuar a sua viagem para o além. Portanto, este tipo de Reikon torna um protector espiritual de sua família, juntamente com os espíritos de seus antepassados.

No entanto, se uma pessoa sofre uma morte traumática, ou rituais fúnebres não são executados correctamente, o Reikon torna-se um Yurei e causa problemas relacionados com a saúde mental de todos os membros da família. Yurei move pelo espaço temporário e fará tudo o possível para finalmente alcançar a paz na vida após a morte. Além disso, se o Yurei tem fortes laços emocionais com o mundo físico, você vai acabar se tornando um fantasma. E mais assustador é que esses fantasmas habitam a Terra, tentando encontrar o caminho para a vida após a morte.

E agora, um desses fantasmas do folclore japonês foi gravado em vídeo, flutuando dentro de uma casa.
Legendario fantasma Japón
O fantasma da criança no Japão

O incrível vídeo foi publicado no Facebook por um proprietário no Japão e mostra o que parece ser o fantasma de um menino flutuando perto de uma luz. Como você pode ver no vídeo, uma figura fantasmagórica flutuante do lado esquerdo das imagens aparecem e desaparecem antes de dobrar. Após alguns segundos, reaparece no lado direito da luz e parece flutuar acima dele, antes de desaparecer completamente.


O vídeo da alegada aparição fantasmagórica foi publicado  pelo proprietário, Ito Zheng Hao, que disse que era um Zashiki Warashi, um folclore japonês fantasmagórico. Embora o surgimento de um espírito assustar a maioria dos proprietários, inquilinos da casa disse que eles ficaram encantados com a sua presença na casa.

"Gravação em vídeo de um Zashiki Warashi", Ito escreveu Zheng Hao na descrição do vídeo. "Aqueles de vocês que assistir a esti vai ter sorte ... talvez."

Zashiki Warashi são fantasmas de crianças que vivem em grandes casas. Eles são fantasmas que realmente gostam de fazer piadas com seus colegas de casa. No entanto, qualquer um que consegue ver um Zashiki Warashi em casa pode ser considerado de sorte porque ele vai trazer grande riqueza para suas vidas.

Esses espíritos são geralmente crianças menores de cinco ou seis anos de idade, com cabelos curtos e faces vermelhas. Os fantasmas Zashiki Warashi são apenas as pessoas que não buscam vingança contra aqueles que o traíram. Em vez disso, esses fantasmas simplesmente agem como crianças rebeldes. Depois de ter decidido aparecer em uma casa particular, eles vão exigir a atenção de todos os membros da família como faria como qualquer criança de cinco ou seis anos.

No entanto, se você optar por ignorar o espírito, então as piadas se tornam jogos maus e perigosos, até que a sua presença é reconhecida. Apesar de sua natureza um tanto irritante, o Zashiki Warashi são considerados no folclore japonês como um sinal de fortuna capaz de trazer riquezas para aqueles que vivem em suas casas. Deve adotar uma família e cuidar de uma criança fantasma, eles serão recompensados ​​financeiramente.

Vídeo Ito Zheng Hao já conta com mais de 600.000 visualizações desde sua publicação no Facebook, e para muitos é uma prova irrefutável da existência de fantasmas na nossa realidade. Embora isso também signifique para os cépticos que poderia ser um novo truque publicitário, mas até agora ninguém reivindicou ser o criador do vídeo.

Você acha que isso é um fantasma em uma casa no Japão? Uma simples brincadeira? Ou um truque de marketing viral? Você decide.

                                        Assista o vídeo:

Selo do rei Ezequias é encontrado em Jerusalém

Arqueólogos israelenses descobriram peça perto do Monte do Templo
Selo do rei Ezequias é encontrado em Jerusalém

Descobertas arqueológicas em Jerusalém não são novidades, afinal de contas a cidade tem mais de 3 mil anos e foi palco de muitos conflitos e conquistas. Contudo, arqueólogos israelenses divulgaram hoje (2) um selo do rei bíblico Ezequias.
Ele governou o reino do Sul (Judá) por volta do ano 700 a.C. As Escrituras o descrevem como um monarca diferenciado, que se dedicou a eliminar a idolatria em seu reino (2 Reis, 18:5).
Chamada de ‘bula’ esse tipo de impressão numa peça de argila mede cerca de um centímetro de diâmetro. As inscrições podem ter sido feitas pelo próprio rei, afirma Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém.
“Essa é a primeira vez que a impressão de um selo de um rei israelita ou da Judéia é revelada em uma escavação arqueológica científica”, comemora Mazar, que dirigiu a escavação onde a peça foi encontrada.
Outro aspecto que chama atenção é que ela foi achada na parte sul de um muro que cerca a Cidade Velha de Jerusalém. O local era uma área de descarte de dejetos nos tempos de Ezequias. Os especialistas acreditam que pode ter sido atirada de um edifício real adjacente.
Além de escritos em hebraico antigo, possui o desenho de um sol com duas asas. Esse símbolo representava antigamente a proteção divina sobre seu povo, já que era proibido para os judeus fazerem imagens de Deus, a simbologia da época era bem diversa.
Quando foi escavada, juntamente com 33 outras, não foi possível detectar-se do que realmente se tratava. Demorou cerca de cinco anos para que um membro da equipe a examinasse com mais cuidado. Utilizando uma lupa, discerniu pontos entre algumas letras, então seu significado ficou bastante claro. Esses pontos servem para a separar as palavras na escrita antiga. O texto diz: “Pertencente a Ezequias (filho de) Acaz, rei de Judá”. Com informações Jerusalém Post

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Menino descobre estatueta de deusa citada na Bíblia

Achado de 3 mil anos tem relação com várias passagens bíblicas.

Foi destaque semana passa uma descoberta arqueológica na cidade de Beit Shemesh (ou Bete-Semes em português). Citada pela primeira vez no livro de Josué, o lugar ficou mais conhecido por ser parte do Vale de Soreque, onde viveu Sansão.
Um menino de oito anos, chamado Itai Halpern, fazia uma caminhada com sua família no sítio arqueológico (Tel) quando encontrou a cabeça de uma estatueta de Astarote (ou Asserá), divindade pagã dos cananeus.
Neste mesmo Tel, em 2012, foi descoberto o chamado “selo de Sansão”. Com menos de uma polegada de diâmetro, retrata um homem com cabelo comprido lutando contra uma figura felina. Especialistas acreditam que é uma representação da história bíblica de Juízes 14.
A confirmação que o achado do jovem Itai realmente é a cabeça da ‘deusa’ foi feita pela Autoridade de Antiguidades de Israel. Embora não seja a primeira do tipo, mostra que essas pequenas figuras de mulher eram muito comuns nas casas dos moradores do reino de Judá durante a época do Primeiro Templo.
Curiosamente, esta não é a primeira descoberta arqueológica importante feita por uma criança este ano. Dois meses atrás, o russo Matvei Tcepliaev, de 10 anos, achou um raro sinete de 3 mil anos de idade, em Jerusalém.

Deusa dos Sidônios

O culto a Asserá, conhecida por ser filha de Baal, foi condenado pelos profetas bíblicos repetidas vezes. Ela é chamada de “deusa dos Sidônios” (1 Reis 11:5) e geralmente era representada com seios grandes ou múltiplos, o que a associava à ideia de fertilidade.
No livro de 1 Samuel, Bete-Semes é mencionada como a cidade para onde os filisteus levaram a “arca da aliança”, capturada por eles após uma batalha. O achado arqueológico do menino apenas confirma outras descobertas sobre a vida no território do antigo reino de Judá na época imediatamente anterior ao período do Primeiro Templo, chamada de “Idade do Ferro” pelos estudiosos.
Alon De Groot, um especialista, afirmou ao Jerusalém Post que “figuras como esta, com forma de mulheres nuas que representam a fertilidade, eram comuns nas casas dos moradores da Judéia no século 8 a.C. Possivelmente até a destruição do reino pelos babilônios nos dias de Zedequias (em 586 a.C.)”.
Segundo a história, o rei assírio Senaqueribe invadiu e saqueou Bete-Semes no ano 701 a.C, e sua destruição foi concluída em 86 a.C pelo rei babilônico Nabucodonosor.

Misterioso "Estado cristão" surge na Bélgica e ameaça muçulmanos

A carta diz que o "grupo" vai matar muçulmanos e destruir instalações ligadas à religião, na Bélgica, revelam vários jornais belgas e franceses.
"Nenhuma mesquita e ninguém a elas ligado estará a salvo", diz a carta, que acrescenta que "os irmãos serão chacinados como porcos e crucificados para que o nosso Senhor converta as suas almas".
"No actual contexto, com o medo generalizado, é preocupante", disse o responsável pela associação que gere as mesquitas de Molenbeek, Jamal Habbachich.
carta não o diz directamente, mas parece tratar-se de uma retaliação aos atentados de Paris, no dia 13 deste mês, até porque o "grupo" promete "vingar" os que morreram nos ataques.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A prova de que a Terra era Habitada por GIGANTES


Pegadas de GIGANTES encontradas em todo o mundo!
A Bíblia em Génesis 6: 4 chama essas criaturas: os homens de Renome “
Génesis 6: 1,2,3,4
1- E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas,
2- Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.
3- Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos.
4- Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.

A minha pergunta será apenas : - Porque nos ocutam o conhecimento ???

Ciencia

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