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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Igrejas na Inglaterra podem virar circos e feiras

Projeto quer “otimizar” uso dos templos

Houve um tempo em que chamar uma igreja de “circo” era considerado ofensivo. Mas na Inglaterra de hoje é um elogio. O templo da igreja anglicana da cidade de Bristol já hospeda o projecto Circomedia.
A organização Visit Churches mostra em sua página como milhões de libras foram gastas em 2010 na reforma do prédio que foi construído no século 18. Desde então o programa que envolve adolescentes de baixa renda chama atenção e é considerado um “modelo” para se “optimizar” o uso dos templos.
O financiamento do governo, através do England Arts Council, mira os prédios que pertencem à Igreja oficial do país. O espaço também pode ser alugado para uma ampla gama de eventos e actividades, incluindo conferências, recepções de casamento, eventos de caridade, filmagens e feiras de emprego.
jornal The Guardian relata que 394 templos cristãos estão “disponíveis” para serem remodelados, reformados e usados para outros fins. Por causa do seu liberalismo teológico, que fez com que a Igreja parasse de pregar a salvação pela fé em Jesus, a Igreja Episcopal Anglicana do Reino Unido vem sofrendo uma constante crise financeira.
Oficialmente, a Igreja da Inglaterra possui 15.700 templos e 42 catedrais. Nove mil estão em áreas rurais, 4.800 na região suburbana e 1.900 no centro das cidades. A frequência média e de 30 pessoas nas áreas rurais e 103 nas áreas urbanas.
Com a queda na membresia, caíram as doações. Sem doação não há como sustentar os pastores e bispos. Os prédios antigos também possuem um custo alto de manutenção. Uma das soluções foi adequar as instalações. Existem algumas regras que proíbem que os espaços sagrados se tornem bares ou casinos. Curiosamente, não podem ser alugados para outras denominações religiosas.
Em breve, o templo da igreja St Mary-at-the-Quay, em Ipswich, se tornará uma clínica psiquiátrica.  A St Cuthbert’s, em Copnor, sediará um centro comunitário, com posto de saúde e uma pré-escola. Outros templos poderão se tornar mercados de frutas e verduras e até outras escolas de circo.
Igreja virando Circo
Há muitos projetos sendo estudados. Eddie Tulasiewicz, diretor de comunicação do National Churches Trust, que cuida dos templos da Igreja da Inglaterra, explica que cada caso é estudado levando em conta a história do local. Em alguns templos, poderão ser feitos cultos em ocasiões especiais, como na Páscoa e no Natal.
Matthew McKeague, responsável pelo Conservation Trust, que supervisiona as reformas nos templos, comemora. “A ideia de que as igrejas devem ser apenas locais de culto é uma visão bastante moderna”, lembra. Ele faz um resgate do início do Protestantismo no país, quando a maioria dos templos começou a ser construído no Reino Unido. Naquela época, as igrejas tinham diferentes funções, servindo ao mesmo tempo como local de culto, escola e até posto médico.

Crise teológica e declínio

O levantamento mais recente mostra que Igreja da Inglaterra possui menos de 800.000 fiéis indo a um de seus templos aos domingos. Os índices são menos de metade do que na década de 1960, quando o liberalismo teológico se tornou a norma. Atualmente a igreja anglicana aceita o casamento homossexual e possui líderes abertamente gays.
No último censo do governo, o cristianismo ainda é a maior religião na Inglaterra e no País de Gales, com 33,2 milhões de seguidores. Uma redução de 4,1 milhões em relação ao censo anterior, de 2001. Em média, nas últimas duas décadas, são fechados 25 templos cristãos por ano no país A previsão para 2016 é de fechar pelo menos 2.000 templos.

Igreja exibe suposta túnica usada por Cristo antes da crucificação

A peça foi restaurada por uma das especialistas em antiguidades responsáveis pela restauração das peças do museu do Louvre
Para a Igreja Católica, Santa Túnica foi usada por Jesus a caminho da Cruz; alguns contestam (Foto: Basílica de Saint Denis de Argenteuil)
A basílica Saint-Denys de Argenteuil, nos arredores de Paris, está exibindo uma túnica que supostamente foi usada por Jesus Cristo antes de ser crucificado.
A peça foi recentemente restaurada na França e agora tem atraído milhares de visitantes que desejam ver de perto uma das maiores relíquias do cristianismo, ao lado do sudário de Oviedo e do lençol de Turim.
O reparo realizado recosturou a peça original em um tecido mais escuro e mais grosso. “Constatamos que, com um fundo mais escuro, os buracos da roupa ficam menos visíveis. Dessa maneira, foi possível dar maior coerência, em termos visuais, à túnica”, afirma a restauradora de antiguidades Claire Beugnot.
Chamada pela Igreja Católica de a Santa Túnica, o objeto pertence a França há 1,2 mil anos. Segundo a história, a peça foi dada de presente ao rei francês Carlos Magno pela imperatriz Irene de Constantinopla (atual Istambul, na Turquia). O rei então doou a túnica ao clero de Argenteuil.
A tradição da igreja da França é mostrar a túnica a cada 50 anos, a última vez que ela foi exibida foi em 1984 e só seria exposta novamente em 2034, mas por conta do restauro a igreja resolveu antecipar o evento. Com informações G1

“Nilo de sangue” fotografado por satélite lembra praga do Egito

 Imagem gera especulações sobre possível sinal profético
“Nilo de sangue” fotografado por satélite lembra praga do Egito
Pouco divulgada no Brasil, uma imagem do satélite Sentinel-3A, da Agência Espacial Europeia (ESA), captada no início de abril, chamou atenção. Ela mostra o rio Nilo, no Egito, e algumas áreas desérticas do norte da África e no Oriente Médio, vermelhas como sangue.
Essa é uma visão aérea, que deixou muitos fiéis lembrando dos relatos de Êxodo e da libertação do povo judeu da escravidão. De modo especial por que estamos às vésperas da Páscoa judaica. Como os judeus seguem o calendário lunar bíblico, a data é comemorada dia 21 de abril.
A proximidade com a data da Páscoa gerou diversas reações em sites judaicos e cristãos que analisam as profecias concernentes a Israel. Na celebração religiosa mais importante de sua fé, judeus de todo o mundo irão lembrar as dez pragas durante a refeição especial ordenada por Deus e irão comemorar o livramento divino.
Sangue (dam em hebraico), foi a primeira praga que Deus enviou para punir os egípcios quando o Faraó se negou a libertar os israelitas da escravidão.
Os mais céticos afirmam que o milagre do Livro de Êxodo podia ser explicado por conta da grande proliferação de uma alga de cor avermelhada que se multiplica muito nesta época do ano. De fato, a cor vermelha vista na foto de satélite é por causa dessa vegetação.
A distância do satélite, associada ao calor que emana da vegetação aparece no espectro de infravermelhos das lentes. Contudo, cabe lembrar que o relato da Bíblia afirma que não apenas o Nilo, mas toda a água no Egito se transformou em sangue.
As imagens da ESA ajudam os cientistas a entender melhor o estado da vegetação. Durante sua órbita em torno do planeta, o satélite documenta o que acontece nos oceanos, nos continentes e na atmosfera, fazendo uma leitura do clima global. Com informações de Breaking Israel News e DailyMail

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