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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Jornal diz que líderes cristãos estão alimentando o ódio contra judeus

Jornal diz que líderes cristãos estão alimentando o ódio contra judeusO Conselho Mundial de Igrejas é um órgão ecumênico que afirma representar 590 milhões de cristãos em todo o mundo. Com sede na Suíça, entre 22 e 28 de setembro realizou o evento “Semana Mundial pela Paz na Palestina e Israel”.
Segundo o jornalista Giulio Meotti do jornal israelense Arutz Sheva, sua intenção é alimentar o ódio contra os judeus, pois defende a partição de Jerusalém e, consequentemente, sua islamização.
O site do evento esclarece que se trata de “Uma semana de oração, educação e defesa para que os participantes ajudem a dar um fim à ocupação ilegal da Palestina, para que palestinos e israelenses possam finalmente viver em paz… Agora, mais de 45 anos desde a ocupação de Jerusalém Oriental, Cisjordânia e Gaza… pela visão pacifista de uma terra, dois povos “.
Para Meotti, ao afirmar que o povo judeu “ocupou” o que historicamente é seu e parte da promessa de Deus a Abraão, essa organização cristã adota a visão de mundo islâmica, que deseja apagar os mais de 3.000 anos de história dos judeus em Jerusalém, Judeia e Samaria.
Novamente, surge o debate sobre a chamada “bacia sagrada”, que inclui as principais mesquitas islâmicas até o local onde Jesus foi crucificado e sepultado. Justamente quando há tentativas de extremistas muçulmanos de impedir o acesso dos judeus ao Monte do Templo.
O Arutz Sheva revela que dois anos atrás, o Conselho Mundial de Igrejas organizou uma conferência de quatro dias reunindo representantes luteranos, católicos, protestantes, ortodoxos e coptas. A conferência declarou que o Estado judeu é “um pecado” e “potência invasora”, acusando os israelenses de “desumanização” dos palestinos, argumentando teologicamente a “escolha divina” do povo judeu, conceitualmente rejeitando o Estado de Israel.
Este mês, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, encontrou-se com em Londres com o secretário de Estado americano, John Kerry, com o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, e também com Vincent Nichols, o influente líder católico inglês, arcebispo de Westminster.
Nichols referiu-se à região como “Estado da Palestina” ressaltando a importância de se “encontrar o mais rápido possível um caminho para a paz”. Quase ao mesmo tempo, a maior autoridade católica de Jerusalém, o arcebispo Fouad Twal, estava em Roma para a Conferência dos Bispos para a Região Árabe. Ele pediu que Israel “acabe com a ocupação, os muros e os postos de controle”. Já em Melbourne, na Austrália, o arcebispo Theodosios, do Patriarcado Ortodoxo Grego de Jerusalém, declarou seu apoio à divisão de Jerusalém como capital dos dois Estados.
Esse acúmulo de declarações em um curto espaço de tempo, faz líderes israelenses temerem pelo fim do apoio histórico dos cristãos a Israel. Entre as orações divulgadas pelo Conselho Mundial de Igrejas, uma foi redigida pelo pastor Hosam Naoum, Igreja Anglicana; pastor Ashraf Tannous, da Igreja Evangélica Luterana na Terra Santa, Charlie Abu Sa’da, Igreja Católica Melquita.
Entoada como um salmo ela pede “Oh, Senhor. Vem e vê as dificuldades e agonia desse povo… oramos por todos os palestinos, cujas casas foram demolidas e que foram expulsos de suas terras… Por aqueles que não têm a liberdade para alcançar os seus locais de culto [muçulmanos]… Por aqueles que não dão valor à vida e que protegem seus próprios interesses à custa do sofrimento dos outros [judeus], oremos que eles se arrependam e tenham uma vida de retidão e justiça”.
Embora Israel seja o país do Oriente Médio onda existe maior liberdade religiosa, o Arutz Sheva denuncia uma reformulação teológica em andamento. “Após o ‘Jesus ariano’, usado para justificar aos cristãos o Holocausto nazista, agora a vez do ‘Jesus da Palestina’, que pode ser usado como instrumento na guerra islâmica contra o Estado de Israel e os judeus”.
No final de sua longa matéria, o jornalista lembra os líderes cristãos globais que os mesmos argumentos historicamente usados pelos extremistas muçulmanos para liquidar os judeus também são usados contra o cristianismo.
Embora seja sabido que os conflitos entre judeus e palestinos sempre foram violentos e deixaram milhares de vítimas de ambos os lados, é de se estranhar que muitos desses líderes cristãos tenham se colocado de forma tão veemente a favor dos palestinos mesmo que isso os faça ficar contra os judeus, que já convivem nesse momento com a expectativa de uma nova intifada. Com informações de Israel National News e Oikoumene

Canonização de João Paulo II marcada para 27 de Abril

O Papa Francisco anunciou para 27 de Abril a canonização de João Paulo II. A revelação da data foi feita esta segunda-feira de manhã, durante o primeiro Consistório a que o Papa Francisco preside, no Vaticano.
O Papa polaco, que foi beatificado em 2011 por Bento XVI, vai ser Santo no mesmo dia do Papa João XXIII.
A data coincide com o Domingo da Misericórdia, dia instituído por João Paulo II e pelo qual o povo polaco tem particular devoção. Outro facto marcante relacionado com a data é que Karol Wojtyla faleceu exactamente no sábado à noite, vésperas litúrgicas desta festa.

A canonização dos dois papas em simultâneo já tinha sido revelada. Em declarações aos jornalistas quando regressava a Roma depois da Jornada Mundial da Juventude, no Brasil, o Papa Francisco considerou que “fazer a cerimónia de canonização com os dois juntos é uma mensagem à Igreja, porque estes dois são muito bons”.

Esta manhã, em Roma, Francisco teceu rasgados elogios a ambos os pontífices. Em relação a João XXIII, fez questão de realçar o seu esforço para salvar judeus durante a Segunda Guerra Mundial: "João XXIII é uma figura do tipo pároco de aldeia, um padre que ama cada um dos fiéis e fê-lo também como núncio, como bispo e fez tantos registos de baptismo falsos, na Turquia, para salvar os judeus; foi um corajoso, com grande sentido de humor e uma grande santidade, manso e humilde."

"Quanto a João Paulo II, foi um grande missionário da Igreja, um homem que levou o Evangelho a todo o lado, e fez tantas viagens! Sentia o fogo de levar por diante a palavra do Senhor, era um São Paulo! E isto, para mim, é grandioso!", disse ainda Francisco acerca do Papa polaco.

Durante a conferência de imprensa desta manhã, no Vaticano, o director da sala de imprensa comentou a possibilidade de Bento XVI poder participar nesta cerimónia: "Não há qualquer motivo doutrinal ou institucional para que ele não possa participar numa cerimonia publica. Vamos respeitar a que será a sua decisão, o seu critério. Sabemos que ele deseja discrição, e tem seguido esta linha, mas não há motivos para excluir essa hipótese, dizer que é uma coisa em que não se possa pensar".

Filhos de cristãos são sequestrados, torturados e decapitados, denuncia líder cristã síria

Filhos de cristãos são sequestrados, torturados e decapitados, denuncia líder cristã síriaEm março de 2012, a guerra na Síria completava um ano e ainda não tinha muito espaço na mídia mundial. Mesmo quando o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fez uma denúncia grave: corpos decapitados foram encontrados na cidade de Homs, oeste da Síria.
É inevitável que civis morram durante uma guerra, mas a Rádio da ONU afirmava: “cadáveres de crianças pequenas foram encontrados entre as vítimas no bairro de Karm el-Zeytoun. Alguns tinham marcas de tortura, outros estavam decapitados”. Mesmo assim, a notícia teve pouca repercussão.
Cerca de 18 meses depois, o assunto volta a chamar atenção da imprensa internacional. Desta vez através de uma líder da comunidade cristã local. Em entrevista recente ao Russia Today, Agnes Mariam el-Salib, madre superiora do Mosteiro de St. James em Qara, Síria, disse que está encaminhando um dossiê à Comissão de Direitos Humanos da ONU.
Nele, afirma que a filmagem do suposto ataque químico na Síria é uma armação. Divulgado pelo mundo todo e usado pelos Estados Unidos como justificativa para uma invasão, trata-se de uma tentativa de rebeldes patrocinados pela Al Qaeda justificarem muitas de suas ações terroristas.
Madre Agnes vive na Síria há 20 anos e tem vivido os horrores da guerra desde seu início. Ela reforça o que tem sido amplamente noticiado: os cristãos são os primeiros a morrer quando as tropas rebeldes invadem cidades. Casas queimadas e igrejas queimadas e destruídas, ameaças de que todos que não se converterem morrerão e requintes de crueldade nas execuções.
Em sua recente entrevista a um dos principais sites da Rússia, ela conseguiu expos alguns dos aspectos que, por contrariarem interesses americanos, são ignorados pela mídia ocidental. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia pediu que a comunidade internacional preste atenção às revelações feitas por Agnes Mariam el-Salib.
Segundo ela, os corpos das crianças e adolescentes mostrados nas imagens não poderiam ser vítimas de um mesmo ataque. Um dos motivos para isso é que seus pais e principalmente mães não estão caídos ao lado deles.
Ao mesmo tempo, a comunidade internacional ignorou a matança brutal em Latakia dia 5 de agosto. “O ataque afetou mais de 500 pessoas, incluindo crianças, mulheres e idosos. Foram todos mortos no mesmo ataque rebelde. As atrocidades cometidas ultrapassam todos os limites”, denuncia. Além disso, muitas crianças foram sequestradas para nunca mais serem vistas;
O vídeo mostrando as vítimas do ataque com armas químicas no vilarejo de Gutha em 20 de agosto tem detalhes que passam despercebidos para quem não conhece a realidade síria. Foram cerca de 490 corpos, mas como foi mostrado por vários sites independentes, como o Before It’s News, as crianças não viviam em Gutha, mas são as mesmas sequestradas em Latakia duas semanas antes. Cerca de um mês depois do ocorrido, muitos dos pais que sobreviveram ao massacre as reconheceram no vídeo que rodou o mundo.
De fato, apenas alguns breves artigos no jornal “The Independent” mencionaram o assunto, com pouca repercussão. No Brasil, apenas a revista Carta Capital deu atenção ao fato. Por outro lado, o vídeo divulgado pela Reuters sobre o suposto ataque químico foi manchete de todos os principais órgãos de imprensa do mundo. O ponto principal é que grande parte dos mortos não eram filhos de muçulmanos, mas de cristãos e foram usados para atrair a atenção do mundo para um falso argumento.
Agnes não nega que armas químicas possam ter sido usadas, mas ela questiona por que existem dois pesos e duas medidas na imprensa. Ao total, doze aldeias alauítas foram submetidas a ataques sangrentos dos jihadistas. “Era um verdadeiro matadouro. Pessoas eram mutiladas e decapitadas. Existe um vídeo que mostra uma menina com sua cabeça decepada. Eles a cortaram com ela ainda viva. Viva!”, dispara.
Se quiser assistir ao vídeo clique aqui. O Gospel Prime alerta que são cenas chocantes.
A madre conta que há caso de líderes religiosos muçulmanos mortos e decapitados pelos soldados da Al Qaeda, mas nem se compara ao número de cristãos (drusos e católicos) dizimados recentemente, os mesmos que viveram em paz com os muçulmanos durante séculos.
Questionada por que demorou para fazer essas denúncias, ela afirma que a maioria dos repórteres americanos e europeus não estavam interessados em ouvi-la. “Qualquer cristão deve em primeiro lugar confiar em sua consciência e crer em Deus. Isso vai ajudá-los a salvar vidas inocentes. Eu não me importo mais com minha própria vida… Este é possivelmente o maior crime já cometido na história”, desabafa.
Ao falar sobre o apoio que espera do Vaticano, foi direta: “O Papa diz não tem planos, não tem bombas nem forças armadas… Ele pediu: Vamos parar de lutar”. Para ela, isso tem um grande significado. “A opinião pública mundial se voltou contra os EUA. É a primeira vez na história que a América está sozinha. Eles dizem ter o apoio de dez países. Mas eu insisto que não tem”, esclarece Agnes.
Para ela as pessoas desses países não concordam com seus governos e muitos, como a Inglaterra, passaram a ser mais cautelosos. Até mesmo o presidente Obama recuou em seus planos quando percebeu que não teria apoio irrestrito na ONU.
Neste sábado, a Human Rights Watch, organização de defesa dos direitos humanos criticou a resolução da ONU em apenas destruir o arsenal químico da Síria. Philippe Bolopion, representante da organização junto à ONU, se mostrou indignado: “A resolução não conseguirá trazer justiça para as centenas de crianças que morreram intoxicadas por gás ou por muitos outros crimes graves”. Com informações de Carta Capital, RT, Un Multimedia, Before Its News e G1

A lenda da Sayona

Você é daqueles que gostam de falar de mulher? Vive se gabando por aí com os amigos? Cuidado.
Sayona é uma assombração que aparece para homens infiéis para certificar-se que eles…bem, que eles nunca mais o sejam. A lenda diz que uma linda mulher de nome Melissa descobriu que seu marido estava dormindo com sua mãe. Cega de fúria, Melissa colocou fogo na casa,  matando seu marido. Em seguida, Melissa matou sua mãe com um machado. Sua mãe, em seu último suspiro, a amaldiçoou a errar eternamente pelo mundo, e nunca conhecer a paz.
Sayona agora seduz homens infiéis e depois os mata. Ou ainda, os persegue a noite quando estão indo ou vindo da casa da amante, de forma a matá-los de susto com sua aparência horrenda ou matá-los com suas garras.
A lenda, de origem venezuelana, diz que para evitar a Sayona e sair impune com as traições o homem deve andar com um pouco de tabaco nos bolsos.

Papa Francisco alerta para tentação de privatizar a Igreja

O Papa Francisco alertou esta quarta-feira no Vaticano para a tentação de “privatizar” a Igreja, numa intervenção em que sublinhou a importância da unidade entre todos os católicos, e pediu atenção aos que são perseguidos. 

“Vivo esta unidade da Igreja, como católico, ou não me interessa porque estou fechado no meu pequeno grupo, em mim próprio? Sou dos que privatiza a Igreja para o seu próprio grupo, o seu país, os seus amigos?”, questionou, perante dezenas de milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, para a audiência pública semanal.

Francisco qualificou como “triste” esta Igreja “privatizada” pelo egoísmo dos seus membros e a “falta de fé”. 

Segundo o Papa, a unidade entre todos os cristãos deve levá-los a estar atentos aos que sofrem: “Quando penso ou ouço dizer que muitos cristãos são perseguidos e também dão a vida por causa da sua fé, isso toca o meu coração, ou não me diz respeito?”. 

A catequese sobre a Igreja sublinhou que esta é “unidade em si mesma” apesar de estar espalhada em todo o mundo, dando como exemplo a recente jornada da juventude no Rio de Janeiro, onde milhões de pessoas se reuniram “como uma grande família”. 

“Às vezes surgem tensões e conflitos que ferem a unidade da Igreja, mas somos nós que os provocamos. Por isso, há que fomentar sempre a comunhão em todos os âmbitos da vida para crescer na unidade que Deus nos dá”, declarou o Papa. 

Francisco aludiu às tensões e divisões entre cristãos que surgiram ao longo da história, apelando ao diálogo ecuménico num mundo que precisa de unidade. 

“A Igreja é uma só, para todos: não há uma Igreja para europeus, outra para africanos, americanos, asiáticos, para quem vive na Oceânia, mas é a mesma em todos os lugares”, sustentou. 

A intervenção propôs uma oração para que todos os cristãos sejam “cada vez mais unidos” e evitem ser “instrumentos de divisões”. 

“Faz (Senhor) que nos empenhemos, como diz uma bela oração franciscana, em levar o amor onde há ódio, em levar o perdão onde há ofensa, a levar união onde há discórdia”, prosseguiu. 

O Papa deixou uma saudação aos peregrinos de língua portuguesa, incluindo um grupo de Lisboa: “O Senhor Jesus vos encha de alegria e o seu Espírito vos ilumine e guie na realização do vosso serviço de homens e mulheres de comunhão, de unidade”.

Setúbal vai ter a primeira igreja ortodoxa de Portugal

A Câmara de Setúbal cedeu um terreno à comunidade ortodoxa russa para que seja construída uma igreja, que será a primeira construída especificamente para a comunidade ortodoxa residente no país.

De acordo com o site da comunidade ortodoxa russa em Portugal, “os equipamentos a construir, com uma área de integração total de 320 metros quadrados, visam o desenvolvimento de actividades de culto, de apoio à família e de âmbito educativo para crianças da comunidade nascidas em Portugal”.

A escritura, assinada pela presidente da Câmara, Maria das Dores Meira, e pelo pároco da comunidade ortodoxa de Setúbal visa a cedência de um terreno com 782,20 metros quadrados, localizada na zona de Monte Belo.

Em Portugal, existem alguns milhares de fiéis das diferentes igrejas ortodoxas, fruto da vaga de imigração dos países de leste ao longo dos últimos anos. Servidos por clero ortodoxo, estas comunidades costumam celebrar em capelas ou igrejas cedidas pela Igreja Católica.

O único outro espaço de culto em Portugal que foi construído especificamente segundo as normas ortodoxas e para uso desta comunidade é uma pequena capela mandada edificar pela Família Real da Bulgária, quando se encontrava exilada no Estoril, e que hoje se encontra na embaixada daquele país, em Lisboa.

Em Fátima, existe uma igreja construída ao estilo bizantino, mas que é católica e, actualmente, é usada pela comunidade greco-católica local, na sua maioria de origem ucraniana.

domingo, 29 de setembro de 2013

Pastor é morto a tiros enquanto pregava em um culto em igreja evangélica nos Estados Unidos

Pastor é morto a tiros enquanto pregava em um culto em igreja evangélica nos Estados UnidosNa última sexta feira um pastor foi morto a tiros no meio de um culto que ele celebrava em uma igreja na cidade de Lake Charles, no estado norte-americano da Louisiana.
O pastor Ronald J. Harris Sr. pregava para cerca de 60 pessoas na igreja Tabernacle of Praise Worship Center, quando um homem entrou na igreja “caminhou até ele e atirou à queima-roupa”, conforme afirmaram as testemunhas. O pastor morreu ainda no local.
Kim Myers, porta voz do escritório do xerife de Lake Charles, afirmou que um suspeito pelo crime já foi detido pelos policiais. Informações preliminares não revelam se havia algum vínculo entre o pastor e o atirador, identificado como Woodrow Karey, 53 anos.
Também residente de Lake Charles, Karey ligou para o escritório do xerife confessando o crime, segundo informou Kim Myers, e foi detido pela polícia nesse sábado (28) e acusado de homicídio em segundo grau. A fiança de Karey foi estipulada em US$ 1 milhão pelas autoridades.
Segundo o Huffington Post, após prender Karey, os policiais encontraram duas armas de fogo em uma área arborizada: uma espingarda e uma pistola calibre 22. De acordo com a polícia, Woodrow Karey não tem nenhum antecedente criminal conhecido.

ONG denuncia ataques de jihadistas a duas igrejas sírias

ONG denuncia ataques de jihadistas a duas igrejas síriasA ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) denunciou o ataque de jihadistas a duas igrejas em Raqa, na Síria, nesta quinta-feira (26) dizendo que estátuas e crucifixos foram incendiados e a cruz da torre de uma delas foi destruída.
Uma das igrejas atacadas foi a catedral Notre Dame da Anunciação, o crime foi realizado por combatentes do Estado Islâmico no Iraque e no Levante (EIIL, mas também abreviado como ISIS) que, de acordo com a agência AFP, controla a maior parte da cidade.
A segundo igreja atingida foi a Igreja dos Mártires, dirigida por católicos armênicos, foi neste templo que a cruz do alto da torre foi destruída pelos extremistas que colocaram a bandeira do EIIL no lugar.
Raqa foi a primeira capital tomada pelos rebeldes sírios que querem impor sua lei, baseada em uma interpretação radical do Islã, na cidade. O grupo é formado principalmente por jihadistas.
A guerra civil síria já deixou mais de 100 mil mortos, o principal motivo seria o descontentamento da população com o presidente Bashar al-Assar, mas os tons políticos passaram a ser religiosos, já que os opositores são jihadistas e os cristãos, que são 5% da população, são favoráveis ao presidente.
A situação dos cristãos na Síria tem preocupado instituições de apoio a Igreja Perseguida e também ONGs de Direitos Humanos, inclusive um grupo parisiense criou uma petição para alertar diplomatas de diversos países europeus sobre o que tem acontecido no Oriente Médio.
Além da petição do grupo “Cristãos do Oriente em perigo”, o Portas Abertas também criou uma petição online de apoio aos cristãos sírios. As assinaturas recolhidas serão apresentadas pelo Portas Abertas Internacional a instâncias globais, demonstrando o apoio de cristãos em todo o mundo à Igreja na Síria.Com Informações Terra

sábado, 28 de setembro de 2013

Vaticano sugere à ONU lei contra a perseguição religiosa

Vaticano sugere à ONU lei contra a perseguição religiosaO Vaticano se pronunciou pedindo que a ONU crie uma lei contra a perseguição religiosa. O pedido veio em resposta a uma ação de países muçulmanos que querem uma “lei contra a difamação das religiões”.
O cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, natural de Gana, disse que diante dos últimos acontecimentos é necessário “pedir a adoção de uma lei contra a perseguição de minorias, designadamente cristãos”. Ele se refere ao massacre a cristãos que tem acontecido em diversos países muçulmanos como o Egito, a Síria, o Iraque e outros.
Até o papa Francisco tem mostrado preocupação com a situação das minorias religiosas nesses países, na quarta-feira (25) durante a homília na praça São Pedro ele pediu para que os fiéis rezassem pelos milhares de cristãos perseguidos.
O pedido de uma lei mundial sobre a perseguição religiosa foi feito durante a conferência de imprensa que aconteceu no Vaticano durante esta semana reunindo cardeais da Igreja Católica que se preparam para o 50.º aniversário da encíclica do papa João XXIII.
Além de lembrar sobre a morte de cristãos, Turkson também alertou os presentes sobre a exploração da água na África dizendo que os chineses e outros povos vão até o continente para procurar ouro nos rios deixando-os poluídos.
Outros cardeais comentaram sobre as injustiças sociais do mundo, o fornecimento de armas e a violação dos países ocidentais sobre as regras do “Estado de Direito” se referindo aos regimes autoritários. Com Informações Noticias Ao Minuto.

Casos de abusos sexuais entre evangélicos são piores que católicos

Neto de Billy Graham diz que casos de abusos sexuais entre evangélicos são piores que católicosOs casos de abusos sexuais em igrejas evangélicas são piores do que os registrados na Igreja Católica. Essa é a opinião de Boz Tchividjian, neto do evangelista Billy Graham e professor de direito na Liberty University.
Boz tem desenvolvido uma investigação sobre abusos sexuais juntamente com a universidade onde leciona, e afirmou que, numa comparação direta com os católicos, o quadro é alarmante: “Eu acho que estamos piores”.
Segundo ele, muitos líderes evangélicos “sacrificaram almas” de jovens vítimas de abusos sexuais, em escândalos que seriam ocultados deliberadamente.
“Protestantes podem ser muito arrogante quando apontam para os católicos”, disse na entrevista coletiva.
O neto de Billy Graham tem atuado à frente da Godly Response to Abuse in the Christian Environment (GRACE), entidade que combate a prática e presta assistência às vítimas de abusos sexuais no meio cristão.
Segundo relatório da GRACE, muitos casos de abusos acontecem em agências missionárias, que ocultam os casos trazendo os responsáveis de volta para seus países a fim de silenciar as críticas.
A cultura evangélica de independência em relação às demais denominações, e a ameaça de punição a fiéis por prática de fofoca é o que impede as denúncias contra os abusadores, constatou Boz.

Pesquisa revela que metade dos evangélicos acredita que oração e estudo bíblico podem curar doenças mentais

Pesquisa revela que metade dos evangélicos acredita que oração e estudo bíblico podem curar doenças mentaisUm terço dos americanos e quase a metade dos evangélicos acreditam que oração e estudo da Bíblia por si só pode superar a doença mental grave. A afirmação é resultado de uma pesquisa recente realizada pela LifeWay Research. A pesquisa também constatou que a maioria dos americanos (68 por cento) se sentiram bem-vindos na igreja se tivessem doenças mentais.
Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research, ressaltou sobre o cuidado que os cristãos têm com as pessoas afetadas por doenças mentais. Segundo Stetzer, igrejas são vistas como um lugar que recepciona bem pessoas com depressão, transtorno bipolar ou esquizofrenia.
Porém, ele se preocupa com o fato de alguns cristãos verem a doença mental como uma falha de caráter, em vez de uma condição médica. Ele afirma que cristãos vão para o médico se quebrar a sua perna, mas que alguns tendem a tentar tratar doenças mentais graves com oração.
- Esquecem que a parte fundamental de uma doença mental é a palavra doença. Em uma típica igreja evangélica, metade das pessoas acredita que a doença mental pode ser resolvida apenas por meio da oração e estudo da Bíblia – alerta, segundo o Charisma News.
A pesquisa foi realizada por telefone no mês de setembro, e ouviu 1001 pessoas, das quais 35% concordaram com a afirmação: “Apenas com o estudo da Bíblia e com oração, as pessoas com doença mental grave, como depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia poderiam, sozinhas, superar a doença mental”.
Esse número sobe entre os cristãos evangélicos e também entre jovens com idades entre 18 e 29 anos. Nesses grupos, cerca de 50% dos entrevistados concordam com a afirmação. O estudo revelou ainda outras conclusões sobre o tema, como o fato de que 54% dos americanos dizem que as igrejas devem fazer mais para prevenir o suicídio, número que salta para 64% entre os evangélicos.
O estudo mostra ainda que pessoas que nunca frequentaram cultos religiosos são os menos propensos a concordar que as igrejas acolhem bem aqueles com doença mental, enquanto os que frequentam a igreja semanalmente veem as igrejas como locais acolhedores.
Tim Clinton, presidente da Associação de Conselheiros Cristãos Americanos na região de Forest, na Virgínia, comentou o tema afirmando que a espiritualidade pode desempenhar um papel crucial no tratamento da doença mental.
De acordo com Clinton, as igrejas precisam falar mais abertamente sobre o tema, e trabalhar em prol dos tratamentos abordando as preocupações espirituais, emocionais e físicas. Isso, segundo ele, deve envolver aconselhamento e medicação, bem como de oração e estudo da Bíblia.

Igreja evangélica afirma que “doces de São Cosme e São Damião” são amaldiçoadas e troca por “doces abençoados”

Igreja evangélica afirma que “doces de São Cosme e São Damião” são amaldiçoadas e troca por “doces abençoados”Nessa sexta feira foi comemorado em todo o Brasil o dia de São Cosme e São Damião, data firmada na cultura popular pelas religiões afro-brasileiras, em que tradicionalmente são distribuídos saquinhos com balas e doces a crianças. Porém, uma igreja evangélica da Zona Norte do Rio de Janeiro resolveu se opor à data, e convidou as crianças da região a trocarem os doces que ganharam nas ruas em função da data por guloseimas “abençoadas por Deus”.
O pastor Isael Teixeira, da igreja Projeto Vida Nova, explica que saquinhos com geleia, pipoca doce, bananada e pirulito foram preparadas para que as crianças, que são convidadas a, em troca, entregarem os doces que receberam. A estimativa é que a troca seja feita com cerca de dez mil crianças, nos 70 templos da denominação.
- É apenas um convite. Só entrega os doces quem quer. Geralmente, os saquinhos são queimados, representando fim de todo o mal que, por ventura, foi direcionado às crianças – explica o pastor.
- A gente pede para trocar o doce abençoado (da igreja) pelo amaldiçoado. Nosso projeto é um meio de trazer as crianças (que não são evangélicas) para o bem, livrando-as do mal. Se a criança come doce (de rua), pode plantar uma semente dentro dela. Eles (outros religiosos) invocam os espíritos para que entrem nos doces – completa o religioso.
Teixeira explica ainda que junto aos doces o saquinho leva também uma Bíblia como presente para as crianças e diz que “á para comer orando”.
A cabeleireira Raquel Cristo, de 36 anos, conta que há três anos participa da distribuição de doces realizada pela igreja evangélica, que já é realizada a mais de 20 anos.
- Se alguém dá doce para meu filho na rua, eu até pego para não fazer desfeita. Mas depois jogo fora. Minha mãe foi espírita e nós vivíamos doentes. Ela fazia mesa de doces de Cosme e Damião e chamava sete crianças para comê-los. Hoje, acredito que a função disso era transferir a nossa doença para elas – explica a fiel, segundo o jornal Extra.
O presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) e babalaô, Ivanir dos Santos, criticou a ação realizada pela igreja.
- Estão fazendo troca simbólica com as crianças porque, no fim das contas, também dão doces. Demonizar a fé de outra religião e ter um mesmo sentido, que é o doce, é um ato de intolerância. E isso, sim, é pecado. – afirmou o religioso.
- Isso é um fiel retrato da intolerância religiosa. Eles estão mostrando que não aceitam a Umbanda como religião, pois estão denominando nossos rituais como sendo do mal – completou Marilena Mattos, vice-presidente do Movimento Umbanda do Amanhã (Muda).

Estudante obriga escola dos EUA a retirar banner com oração através de ação na justiça

Jessica AhlquistUma estudante dos Estados Unidos ganhou uma ação, aberta em 2012, que obrigou sua escola na cidade de Cranston a remover um banner de oito metros de um auditório, por exibir um pedido dirigido a Deus através de uma oração. O banner já estava no auditório há cerca de 50 anos.

Para substituir o banner, a Cranston West High School colocou um novo mural, que agora cobre a parede do auditório da escola com uma mensagem motivacional, mas sem qualquer referência a Deus ou à religião.
Ao processar a escola, a estudante Jessica Ahlquist argumentou que o banner representava uma quebra da constituição norte-americana, já que fere as leis do país por gerar conflitos de Igreja e Estado em uma escola pública.
A ação movida contra a escola foi executada em conjunto com a União Americana pelas Liberdades Civis (American Civil Liberties Union), organização não-governamental (ONG) norte-americana voltada em defender os direitos individuais de cidadãos dos Estados Unidos.
A decisão na justiça não agradou a população local, caracterizada por seu envolvimento com o catolicismo, que além de repelir Ahlquist, exigiu que a escola tomasse a iniciativa de entrar com um recurso.
Apesar da insatisfação das pessoas, o distrito escolhar achou melhor não recorrer da decisão do juíz Ronald R. Lagueux, para evitar custos excessivos e uma desgastante batalha judicial, que poderia se estender por muito tempo.
Donald Fox, um ex-aluno da Cranston West, opinou sobre o processo em depoimento ao New York Times e apontou que a retirada do banner foi um equívoco, pois trazia uma orientação positiva aos alunos que não se ligava apenas à religião.
"O banner com a oração defendia nada mais do que os valores que todos nós esperamos que nossos filhos tenham, não importa qual escola frequentem ou que formação religiosa eles possuam", destaca Fox.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Reverendo cria festival de cerveja em sua igreja para atrair fiéis e faz sucesso

Reverendo cria festival de cerveja em sua igreja para atrair fiéis e faz sucessoAs estratégias de líderes cristãos para manter fiéis frequentando as igrejas variam bastante, e na Inglaterra, um reverendo resolveu ousar o suficiente para se tornar manchete na mídia cristã internacional.
Líder da Diocese de Richfield, da Igreja da Inglaterra, Chris Rushton resolveu organizar um festival de cerveja, a fim de trazer de volta aos fiéis. No festival, os visitantes degustam as cervejas, trocam ideias e ouvem um sermão disfarçado, em meio às conversas.
A iniciativa fez tanto sucesso que já está no quarto ano, e é patrocinada por uma cervejaria local, segundo informações do Christian Today.
As reuniões, realizadas em salões anexos ao templo da igreja, tem tido público crescente a cada ano, e de quebra, o festival tem gerado lucro, que é revertido para as atividades da Diocese.
No festival de 2013, haverá catorze marcas de cerveja diferentes, e a expectativa é que o número de fiéis que compareçam ao festival, que vai de quarta a sábado, seja recorde.
Assista ao depoimento do reverendo sobre a iniciativa:
*Se necessário, use o serviço de legendas do YouTube

Game estimula o suicídio para se “enfrentar demônios”

Game estimula o suicídio para se “enfrentar demônios”Age of Wushu é um dos muitos jogos da nova geração (MMO) que traz claras influências pagãs. A temática apresenta uma eterna batalha entre o bem e o mal. Uma nova versão traz agora uma visão de como isso acontece no coração de cada jogador. Com o título de “Possessed Encounter” [Encontro dos Possuídos], deve chegar ao público nos próximos meses.
Entre as várias opções desse jogo de luta, cujos personagens são guerreiros orientais, está o “jianghu” (suicídio). Cada jogador pode matar seu próprio personagem pulando de um penhasco, usando sua própria espada ou se jogar num rio e se afogar.
Essa morte abre uma fase diferente, onde é possível lutar contra seus demônios que afligem sua própria alma.  Ao chegar no mundo subterrâneo, o jogador passa por um tipo de    julgamento, feito por uma entidade chamada Manifestação da Justiça. Se aceitar o desafio, surgirá um demônio que mostrará ser o causador de ódio, ganância, obsessão, delírio, ou ressentimento.
Cada “manifestação do mal”, como é chamada, possui um tipo específico de arsenal.  Se vencer, o jogador será recompensado com tesouros abundantes.
Segundo informações divulgadas pela empresa que criou o game: “A dificuldade de seu encontro infernal é baseada no nível de seu personagem. Se você tem medo de ir sozinho, poderá chamar dois amigos para ajudá-lo, mas eles terão de cometer suicídio também”.
Anos atrás, a série de games “Diablo” permitia que os jogadores entrassem no inferno e combatessem diferentes tipos de demônios, cujo líder, o Diabo, deveria ser derrotado na última fase. Com informações Free To Play.

Arqueólogos acreditam ter encontrado as lendárias “minas do rei Salomão”

Arqueólogos acreditam ter encontrado as lendárias “minas do rei Salomão”O termo “As Minas do Rei Salomão” é um romance publicado pelo autor inglês Henry Rider Haggard, que fez sucesso no mundo todo.  É a narrativa ficcional sobre uma jornada em meio as selvas do interior da África, onde um grupo de aventureiros busca uma grande riqueza   escondida nas minas que pertenceriam ao rei de Israel, que fora um dos homens mais ricos do mundo em seus dias. O interesse sobre o tema chegou a ser mostrado em filmes de Hollywood.
Uma exploração real, na década de 1930, liderada pelo arqueólogo americano Nelson Glueck afirmou ter encontrado as verdadeiras “minas do Rei Salomão”, não no interior da África, mas na região onde ficava o reino bíblico de Edom.
Pesquisas realizadas ao longo do século 20 questionavam as afirmações de Glueck, especialmente após a descoberta de um grande templo egípcio no centro do vale, em 1969. Para um grupo de influentes arqueólogos, os antigos egípcios construíram as minas no século 13 a.C., em um período muito anterior ao reinado de Salomão no século 10.
As recentes escavações em minas de cobre no extremo sul de Israel podem oferecer novas evidências sobre o reinado de Salomão, que dominou a região durante 40 anos. Sabe-se que durante a chamada “Idade do Ferro”, teve início a exploração dos depósitos de cobre no Vale de Timna, que hoje fazem parte de Israel.
Existem milhares de antigas minas e dezenas de locais de fundição naquele distrito. O debate atual dos arqueólogos é sobre quem controlava essas minas, e quando isso ocorreu. As escavações recentes realizadas no Vale de Timna revelaram ao mundo artefatos do século 10 a.C, o que coincidiria com o período do rei Salomão. Contudo, especialistas acreditam que as minas eram exploradas pelos edomitas, um povo que várias vezes guerreou com Israel.
minas do rei salomao Arqueólogos acreditam ter encontrado as lendárias minas do rei Salomão
Possível local das minas do rei Salomão.
“Sem dúvida, as minas são do período do rei Salomão”, assevera o arqueólogo Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv. “Essas descobertas podem nos ajudar a compreender a sociedade local, pois se não fossem minas teriam passado despercebidas”.
Desde o ano passado, Ben-Yosef e sua equipe fazem escavações em uma área conhecida como “Colina dos Escravos”, um local de fundição inexplorado, que contém centenas de fornos e camadas de cobre restante da extração do metal.
Embora não existam ruínas arquitetônicas significativas no local, os arqueólogos encontraram   pedaços de roupas, cordas, tecidos e objetos de cerâmica, além de restos de alimentos. Foram recolhidas 11 amostras desse material e submetidas a testes de datação de carbono na Universidade de Oxford, Inglaterra. Os resultados mostram que os itens datam da época do reinado de Salomão.
Ben-Yosef comemora, “No Vale de Timna, certamente descobrimos uma sociedade com alto grau de desenvolvimento, organização e poder”.
A importância da descoberta se dá por que na arqueologia existe um antigo debate se os reis Davi e Salomão de fato existiram. Até recentemente, as únicas menção a eles encontravam-se nos textos do Antigo Testamento e na tradição judaica.  Ben-Yosef acredita que sua descoberta poderá provar que essas figuras bíblicas tinham controle sobre as minas do Vale de Timna, apelidadas agora de “as minas do Rei Salomão”.
A descoberta ainda precisa passar pelo longo e criterioso processo de reconhecimento arqueológico, mas deve entrar para a história quando for publicada em breve na conceituada revista científica American Schools of Oriental Research. Parece receber uma importância maior no momento em que cresce em Israel a possibilidade de se reconstruir o Templo de Salomão, pois o principal argumento dos muçulmanos que dominam o local é que não existem provas científicas provando que Salomão sequer existiu. Com informações de Live Science.

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